Categories: Política

Sob protestos, CCJ da Câmara aprova PEC que proíbe aborto legal

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Após protesto que interrompeu a sessão&comma; a Proposta de Emenda à Constituição &lpar;PEC&rpar; que acaba com as possibilidades de abortos autorizadas no Brasil foi aprovada nesta quarta-feira &lpar;27&rpar; na Comissão de Constituição e Justiça &lpar;CCJ&rpar; da Câmara dos Deputados&comma; por 50 votos contra 15&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A PEC pode acabar com a permissão para se interromper a gravidez nos casos de risco de morte da gestante&comma; de gravidez por estupro e de anencefalia fetal&comma; ou seja&comma; de má-formação do cérebro do feto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com gritos de &OpenCurlyDoubleQuote;criança não é mãe e estuprador não é pai” e &OpenCurlyDoubleQuote;retira a PEC”&comma; manifestantes ocuparam o plenário da CCJ e interromperam o andamento da discussão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A presidente da CCJ&comma; deputado Caroline de Toni &lpar;PL-SC&rpar;&comma; pediu aos policiais legislativos que retirassem as manifestantes&period; Porém&comma; como elas resistiram e&comma; para evitar que alguém se machucasse&comma; os deputados trocaram de plenário&period; Após esvaziar o plenário principal da CCJ&comma; os parlamentares retornaram para a sala oficial da CCJ e a entrada de visitantes foi proibida&period;  <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;406904&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;406904 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta"><&excl;--copyright&equals;406904-->Brasília &lpar;DF&rpar; 27&sol;11&sol;2024 &&num;8211&semi; Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania &lpar;CCJ&rpar; da Câmara dos Deputados aprova PEC que proíbe o aborto legal no país&period; <strong>Foto&colon;<&sol;strong> <strong>Lula Marques&sol; Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;406904--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Sempre permitimos a entrada de manifestantes nessa comissão&comma; desde que sejam feitas de maneira respeitosa e silenciosa&comma; mas essa manifestação foi desrespeitosa”&comma; afirmou a presidente da CCJ&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Debate<&sol;h2>&NewLine;<p>De autoria dos ex-deputados federais Eduardo Cunha &lpar;RJ&rpar; e João Campos &lpar;GO&rpar;&comma; a PEC busca modificar o artigo 5ª da Constituição Federal&comma; acrescentando que a vida é inviolável &OpenCurlyDoubleQuote;desde a concepção”&period; No entendimento dos parlamentares&comma; essa mudança proíbe as possibilidades de aborto legal permitidas atualmente pela legislação brasileira&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A deputada Dani Cunha &lpar;União-RJ&rpar;&comma; filha do autor da proposição&comma; o ex-deputado cassado Eduardo Cunha&comma; defendeu a medida afirmando que o aborto deve ser proibido em todos os casos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O aborto é nada mais&comma; nada menos&comma; que o assassinato de bebê indefeso&period; Não se trata de religião&period; Aqueles que&comma; como eu&comma; são radicalmente contra o aborto devem&comma; em respeito à vida e à Convenção Interamericana de Direitos Humanos&comma; votar sim nessa PEC&period; Peço o voto de todos que respeitam a vida”&comma; destacou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por outro lado&comma; a deputada federal Sâmia Bonfim &lpar;PSOL-SP&rpar; argumentou que a PEC obriga mulheres e crianças a manterem gestações que representam risco de perda da vida&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Vocês não estão defendendo a vida de absolutamente ninguém&period; Querem condenar essas mulheres caso elas optem pela interrupção da gestação que representem risco de vida à gestante&period; Elas podem ser condenadas&comma; criminalmente inclusive&comma; porque é isso que vai dizer a Constituição Federal&period; Além disso&comma; obriga crianças e mulheres vítimas de violência sexual a serem mães”&comma; destacou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com aprovação da PEC 164 na CCJ&comma; será criada uma comissão especial para analisar o tema&period; A comissão terá até 40 sessões para emitir um parecer sobre a PEC&period; Se aprovada em comissão especial&comma; a proposta pode seguir para o plenário da Câmara&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2024-11&sol;sob-protestos-ccj-da-camara-aprova-pec-que-proibe-aborto-legal">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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