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Senado: substitutivo do Antifacção prevê R$ 30 bi por ano contra crime

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>O relator do projeto de lei &lpar;PL&rpar; Antifacção do Senado&comma; senador Alessandro Vieira &lpar;MDB-SE&rpar;&comma; apresentou&comma; nesta quinta-feira &lpar;3&rpar;&comma; um substitutivo ao texto que veio da Câmara dos Deputados&period; Nele&comma; Vieira prevê a criação de um imposto sob as bets para financiar o combate às facções com cerca de R&dollar; 30 bilhões por ano<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Esse dinheiro é para ser investido em inteligência&comma; integração e infraestrutura de presídios porque a consequência dessa legislação que nós estamos votando&comma; e que responde à vontade dos brasileiros&comma; vai ser o aumento significativo do número de presos&period; Se eu não tiver investimento adequado&comma; eu vou estar criando um problema e não uma solução”&comma; justificou Vieira à imprensa nesta manhã&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O substitutivo do Senado ao PL 5582 de 2025 deve ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça &lpar;CCJ&rpar;&comma; que incluiu o tema na pauta desta quarta-feira &lpar;3&rpar;&period; Cabe pedido de vista&period; Como o texto foi alterado no Senado&comma; ele deve voltar para Câmara para nova apreciação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na avaliação do relator do Senado&comma; ao aumentar os recursos para o Fundo Nacional de Segurança Pública &lpar;FNSP&rpar;&comma; o texto encerra a disputa do Executivo com o relatório anterior da Câmara&comma; escrito pelo secretário de segurança de São Paulo&comma; deputado Guilherme Derrite &lpar;PP-SP&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A disputa se dava porque o texto da Câmara previa a divisão dos recursos e patrimônios apreendidos do crime organizado entre os estados e a União&comma; reduzindo os recursos que hoje estão na mão do Executivo federal&period;  <&sol;p>&NewLine;<h2>Organizações &OpenCurlyDoubleQuote;ultraviolentas”<&sol;h2>&NewLine;<p>A proposta de Vieira&comma; ao mesmo tempo&comma; rejeita a criação de uma lei autônoma chamada de &OpenCurlyDoubleQuote;organizações criminosas ultraviolentas” prevista no texto que veio da Câmara&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A inovação foi alvo de críticas do governo federal e de especialistas que previam que essa nova classificação poderia dificultar o enquadramento das facções por conter conceitos genéricos&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Reformulamos o dispositivo de favorecimento do crime de facção&comma; aproveitando a redação da Câmara&comma; mas restringindo os tipos a fim de eliminar controvérsias interpretativas”&comma; justificou Vieira&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O substitutivo do Senado prevê o crime específico de facção criminosa dentro da Lei de Organizações Criminosas&comma; classificando grupos que atuam com controle territorial por meio da violência&comma; coação e ameaça&period; A pena para o crime de facção vai de 15 a 30 anos de reclusão&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Milícias privadas equiparadas a facções<&sol;h2>&NewLine;<p>O substitutivo do Senado também incluiu dispositivo expresso que equipara a milícia privada a facção criminosa&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A milícia privada também será considerada organização criminosa para todos os fins legais”&comma; escreveu o relator&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao mesmo tempo&comma; o relator aumento penas para crimes de homicídio&comma; lesão&comma; roubo&comma; ameaça&comma; extorsão e estelionato &OpenCurlyDoubleQuote;quando praticados por integrantes de facções criminosas ou milícias privadas”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Fundos da segurança pública<&sol;h2>&NewLine;<p>O substitutivo do relator prevê ainda que o governo federal tem 180 dias para propor uma reestruturação dos fundos existentes&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A gente identificou sobreposição&comma; desperdício e empossamento &lbrack;de recursos&rsqb;&period; O Brasil&comma; e não é só na segurança pública&comma; em várias áreas&comma; ele não sofre de falta de dinheiro&comma; ele sofre de uma má alocação desse dinheiro”&comma; completou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O substitutivo apresentado hoje ainda altera a gestão do Fundo Nacional da Segurança Pública &lpar;FNSP&rpar;&comma; com uma paridade na indicação dos membros do FNSP entre União e estados e Distrito Federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nós temos já uma sugestão partilha de&comma; pelo menos&comma; 60&percnt; desse valor investido nos estados&period; O Fundo Nacional de Segurança passa a ter uma composição mais paritária&comma; a gente traz cinco representantes dos estados&comma; as cinco regiões estarão representadas&comma; discutindo a aplicação desse recurso&comma; mas dentro de limites claros da lei”&comma; afirmou Vieira&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; o FNSP é composto por sete integrantes indicados pela União e dois indicados pelos estados&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Tribunal do Juri<&sol;h2>&NewLine;<p>O relatório apresentado no Senado ainda manteve a previsão de julgamento por meio de tribunal do júri nos casos de crimes contra a vida praticado por membro de facção&period; O texto da Câmara afastou a competência do tribunal do júri alegando que esses jurados estariam mais sujeitos à pressão dessas organizações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Alessandro Vieira&comma; por outro lado&comma; defendeu que o julgamento de crimes contra a vida por tribunais do júri é uma determinação constitucional&comma; não podendo ser alteradas por projeto de lei&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em contrapartida&comma; inseriu novos mecanismos para proteção dos &OpenCurlyDoubleQuote;jurados na hipótese de julgamento de crimes praticados por integrantes de milícias e facções”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Vieira também excluiu trechos do projeto aprovado na Câmara que proíbem o uso do auxílio-reclusão e restringem o direito ao voto de membros de facções ou milícias&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;considerando seu status constitucional&comma; insuscetível de alteração por lei ordinária”&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-12&sol;senado-substitutivo-do-antifaccao-preve-r-30-bi-por-ano-contra-crime">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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