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<p>Em artigo sobre o <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://janeirobranco.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Janeiro Branco</a>,</strong> Mario Lopes, psicanalista pós-graduado em Neurociências e Psicologia Aplicada, Master em PNL (IBC) e terapeuta integrativo, propõe, logo no início de sua análise, uma <strong>reflexão aprofundada sobre saúde mental e domínio pessoal em uma sociedade que opera, cada vez mais, no piloto automático.</strong></p>
<p>Nesse sentido, a virada do ano traz à tona o Janeiro Branco como uma campanha dedicada à saúde mental que, acima de tudo, convida à introspecção em meio a rotinas extenuantes, à cultura da performance incessante e às exigências constantes da vida moderna.</p>
<p><strong>Diante desse cenário, o esgotamento emocional e a ansiedade, por sua vez, deixam de ser encarados como falhas individuais e passam a ser compreendidos, sobretudo, como reflexos diretos de um sistema que exige o máximo, mas oferece pouco espaço para pausa, escuta e equilíbrio.</strong></p>
<p>Além disso, o autor destaca que, embora não seja possível, de forma individual, desacelerar o ritmo global ou reestruturar o mercado de trabalho, ainda assim existe um campo de atuação que permanece sob controle: <strong>a maneira como cada pessoa escolhe viver, interpretar e reagir às circunstâncias.</strong> Assim, o Janeiro Branco ganha força justamente ao incentivar o resgate do protagonismo sobre a própria paz e, consequentemente, a mudança consciente de perspectiva.</p>
<figure id="attachment_8237" aria-describedby="caption-attachment-8237" style="width: 348px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8237" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>Para ampliar essa reflexão, o texto recorre à sabedoria de Buda que, historicamente, ensinava que a dor é inevitável, enquanto o sofrimento surge, principalmente, do apego e da reação descontrolada aos acontecimentos.</p>
<p>Dessa forma, a metáfora do barco em meio à tempestade sintetiza a ideia central: ainda que não seja possível controlar o mundo externo, é plenamente viável desenvolver domínio sobre o universo interior.</p>
<h5><strong>Os riscos de viver no “piloto automático”</strong></h5>
<p>Ao avançar na análise, o artigo aborda os riscos de viver no chamado “piloto automático”. De acordo com Mario Lopes, práticas comuns do cotidiano contemporâneo, como a resposta incessante a mensagens e notificações, o consumo contínuo de conteúdos digitais e a busca permanente por validação, acabam, frequentemente, criando uma falsa sensação de produtividade.</p>
<p>No entanto, na prática, esse comportamento contribui diretamente para o desgaste mental e o esvaziamento emocional, especialmente entre os mais jovens, apontados como os mais impactados por essa lógica acelerada.</p>
<h5><strong>Relações fragmentadas e a perda do essencial</strong></h5>
<p>Do mesmo modo, o texto chama atenção para a fragmentação das relações pessoais que, longe de ser um acaso, resulta de escolhas inconscientes que priorizam o urgente e, muitas vezes, o fútil em detrimento do essencial. Assim, a falta de tempo para amigos e familiares compromete vínculos afetivos profundos que funcionam, comprovadamente, como importantes fatores de proteção contra a depressão e o isolamento social.</p>
<figure id="attachment_8238" aria-describedby="caption-attachment-8238" style="width: 332px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8238" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h5><strong>A tirania da dedicação e o vício na distração</strong></h5>
<p>Outro ponto relevante, conforme destaca o autor, é a chamada “tirania da dedicação”. Quando o trabalho passa a ocupar o centro absoluto da vida e o indivíduo se anula em nome de resultados, a saúde mental, consequentemente, fica comprometida. Afinal, o equilíbrio psíquico exige múltiplas dimensões além da produtividade.</p>
<p>Soma-se a isso, ainda, o vício na distração, caracterizado pela fuga constante do silêncio e do desconforto por meio das telas, do consumo excessivo de notícias negativas e da comparação social, o que, por fim, impede o descanso e o processamento saudável das experiências.</p>
<figure id="attachment_8239" aria-describedby="caption-attachment-8239" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8239" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h5><strong>O protagonismo da saúde mental</strong></h5>
<p>Diante desse panorama, Mario Lopes reforça que a saúde mental é construída, progressivamente, a partir de microdecisões diárias. Embora ninguém seja responsável por ter sido inserido em uma sociedade acelerada, cada pessoa é, ainda assim, responsável pela forma como escolhe navegar por ela.</p>
<p>Portanto, estabelecer limites claros, praticar o desapego aos resultados e reservar tempo para o autocuidado, para o movimento do corpo e para as relações que geram pertencimento tornam-se atitudes centrais nesse processo.</p>
<p>Por fim, o artigo conclui ao enfatizar que o Janeiro Branco pode, efetivamente, representar um marco de transformação pessoal, um convite direto para assumir o protagonismo da própria vida. Assim, como destaca o autor, a paz não vem de fora; ao contrário, ela brota da consciência, da intenção e, sobretudo, da sabedoria das escolhas feitas todos os dias.</p>
<p><strong>Leia o artigo na íntegra, AQUI.</strong></p>
<figure id="attachment_8234" aria-describedby="caption-attachment-8234" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8234" class="wp-caption-text">Mario Lopes – Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/psicanalista-convida-a-retomada-do-dominio-pessoal-em-meio-ao-caos-da-vida-moderna/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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