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<p>A virada do ano, tradicionalmente, traz à tona o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://janeirobranco.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Janeiro Branco,</a> campanha dedicada à saúde mental que, acima de tudo, convida à introspecção em meio a rotinas extenuantes, à cultura da performance incessante e às exigências constantes da vida moderna. Ainda assim, o desafio permanece: transformar reflexão em prática contínua.</p>
<p>Atualmente, ansiedade, estresse, esgotamento emocional, dificuldades de concentração e alterações de humor fazem parte da realidade de milhões de brasileiros. No entanto, mesmo diante desse cenário, a saúde mental segue sendo negligenciada e, na maioria das vezes, só recebe atenção quando o sofrimento já compromete de forma significativa a qualidade de vida.</p>
<p>Nesse sentido, para a psicóloga e neuropsicóloga Thaís Barbisan, falar sobre saúde mental é, acima de tudo, falar sobre prevenção, autocuidado e responsabilidade individual e coletiva. “<strong>A saúde mental impacta diretamente nossas relações, produtividade, decisões e até a saúde física. Quando negligenciada, o corpo acaba sendo o porta-voz do sofrimento emocional</strong>”, explica.</p>
<figure id="attachment_8255" aria-describedby="caption-attachment-8255" style="width: 341px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8255" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<p>De acordo com a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo convivem com transtornos de saúde mental, sendo a ansiedade e a depressão algumas das condições mais prevalentes.</p>
<p>Nesse contexto, o Brasil figura entre os países com maior prevalência de depressão nas Américas, o que reforça, ainda mais, a urgência de ampliar ações de cuidado, prevenção e promoção da saúde mental.</p>
<p>Para a terapeuta ocupacional e conselheira do C<a rel="nofollow" target="_blank" href="https://crefito7.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">onselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 7ª Região (CREFITO-7)</a>, Joice Paixão, esse cenário evidencia a necessidade de ampliar o olhar sobre o cuidado emocional. Segundo ela, a saúde mental se constrói no cotidiano, na forma como as pessoas organizam suas rotinas, conciliam trabalho e vida pessoal, realizam atividades significativas e mantêm relações sociais.</p>
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<p>“<strong>A saúde mental não pode ser tratada apenas nos momentos de crise. Ela precisa ser cuidada de forma contínua, no cotidiano, a partir da organização da rotina, do fortalecimento dos vínculos e da realização de atividades que tenham sentido para cada pessoa</strong>”, destaca Joice.</p>
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<figure id="attachment_8253" aria-describedby="caption-attachment-8253" style="width: 341px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8253" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
<h5><strong>Prevenção e autocuidado</strong></h5>
<p>De acordo com a terapeuta ocupacional, o aumento dos transtornos mentais evidencia que cuidar da saúde emocional não pode ser uma ação pontual. É necessário investir em acompanhamento contínuo, multiprofissional e conectado à realidade das pessoas</p>
<p>“<strong>Em um cenário em que o dia a dia tem adoecido, olhar para a rotina, para as atividades e para a forma como as pessoas vivem tornou-se uma necessidade urgente.</strong> Cuidar da saúde mental é, cada vez mais, cuidar da vida real, aquela que acontece todos os dias”, ressalta Joice.</p>
<p>Segundo a neuropsicóloga, persiste a ideia equivocada de que buscar ajuda psicológica é sinal de fraqueza ou algo restrito a momentos extremos. Por isso, ela reforça a importância de antecipar o cuidado e observar os sinais do dia a dia.</p>
<p>“<strong>Cuidar da mente não significa esperar um colapso emocional. Significa observar sinais como irritabilidade constante, cansaço excessivo, dificuldade de dormir, lapsos de memória e perda de interesse pela vida cotidiana</strong>”, alerta Thaís.</p>
<h5><strong>Reflexos no trabalho e na qualidade de vida</strong></h5>
<p>Além do cuidado individual, o Janeiro Branco amplia o olhar para além da pessoa. A campanha destaca, sobretudo, a importância de ambientes mais saudáveis, seja no trabalho, na família ou na escola, uma vez que esses espaços impactam diretamente o bem-estar emocional.</p>
<p>Para a neuropsicóloga, assim como são realizados exames de rotina para o corpo, é fundamental olhar para a saúde emocional com a mesma seriedade. A psicoterapia e a avaliação neuropsicológica, nesse contexto, são ferramentas essenciais para promover equilíbrio, autoconhecimento e qualidade de vida.</p>
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<p>“<strong>Não estamos falando apenas de um cuidado individual, mas de uma construção coletiva. Relações tóxicas, excesso de cobrança e falta de espaços de escuta adoecem. Promover saúde mental é promover humanidade</strong>”, pontua Thais.</p>
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<p>A Terapia Ocupacional também assume um papel estratégico no cuidado com a saúde mental. O terapeuta ocupacional atua diretamente na vida diária das pessoas, auxiliando na identificação de fatores de sobrecarga, na reorganização das rotinas, na ressignificação das atividades e na construção de estratégias possíveis para o autocuidado e o equilíbrio emocional.</p>
<p>Diferente de abordagens centradas apenas no si<span style="font-size: 16px;">ntoma, a Terapia Ocupacional trabalha a relação entre a pessoa, suas atividades e o ambiente em que vive, considerando o contexto social, afetivo e ocupacional.</span></p>
<figure id="attachment_8254" aria-describedby="caption-attachment-8254" style="width: 350px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8254" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</figcaption></figure>
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<p>“<strong>Este acompanhamento busca fortalecer a autonomia, promover o equilíbrio entre obrigações e lazer, estimular a participação social e favorecer a retomada de atividades que dão sentido à vida”,</strong> garante Joice Paixão.</p>
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<h5><strong>Janeiro Branco como ponto de partida, não de chegada</strong></h5>
<p>Por fim, o maior legado do Janeiro Branco está justamente na continuidade do cuidado. Ou seja, mais do que uma campanha pontual, trata-se de uma mudança de postura. Cuidar da saúde mental precisa deixar de ser exceção e passar a integrar a rotina ao longo de todo o ano.</p>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/por-que-a-saude-mental-precisa-ser-prioridade-o-ano-todo-com-praticas-diarias/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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