<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.2 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<p>Três meses após a morte de João Carlos Di Genio, uma empresa desconhecida apresentou cobrança milionária baseada em contratos com sua suposta assinatura </p>
<div wp_automatic_>
<div class="post_image"><span class="image_fonte"> Divulgação/Unip</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/04/imagem-jvp-22-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/04/imagem-jvp-22-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">O professor e fundador da Unip João Carlos Di Genio morreu aos 82 anos em SP. <br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>Um <strong>trio de suspeitos é investigado por tentar aplicar um golpe milionário</strong> contra os herdeiros de<strong> João Carlos Di Genio, empresário e fundador do grupo Unip/Objetivo</strong>, que morreu em 2022 e deixou uma herança estimada em R$ 16 bilhões. As informações dos suspeitos foram reveladas em reportagem do<strong> Fantástico, da TV Globo.</strong></p>
<p>De acordo com a matéria, uma empresa desconhecida da família apresentou, meses após a morte de Di Genio, uma <strong>cobrança milionária baseada em contratos com assinaturas supostamente falsificadas</strong>.</p>
<p>A investigação policial resultou na decretação de nove prisões preventivas; até agora, um suspeito foi preso e os demais são considerados foragidos.</p>
<h3><strong>Entre os principais investigados estão:</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">– Luiz Teixeira da Silva Júnior, ligado à empresa que apresentou a cobrança;<br />– Rubens Maurício Bolorino, ex-policial civil com passagens por esquemas de venda de decisões judiciais;<br />– Wagner Rossi Silva, responsável pela entidade usada no caso;<br />– Jorge Alberto Rodrigues de Oliveira, apontado como facilitador do grupo, que está preso.</p>
<p>Segundo o Fantástico, Luiz Teixeira aparece como ligado à empresa que apresentou a cobrança, que<strong> alegava uma dívida de centenas de milhões de reais por uma suposta compra de terrenos</strong> — negociação que a família afirma desconhecer. Perícias indicaram que assinaturas do empresário teriam sido copiadas de documentos originais e inseridas digitalmente em contratos considerados falsos.</p>
<p>Após a negativa da Justiça comum, o grupo recorreu a uma câmara arbitral para tentar validar a cobrança,<strong> elevando o valor para perto de R$ 1 bilhão</strong>. A entidade utilizada no processo seria controlada por Wagner Rossi Silva e, de acordo com investigadores, funcionava como um espaço sem estrutura real.</p>
<p>Segundo o Fantástico, o ex-policial civil Rubens Maurício Bolorino teria atuado como testemunha para<strong> dar aparência de legalidade ao esquema</strong>. Ele já havia sido preso anteriormente em investigações da Polícia Federal.</p>
<p>Os suspeitos são investigados por crimes como <strong>estelionato, falsidade ideológica, organização criminosa e tentativa de induzir a Justiça ao erro.</strong></p>
<p>A câmara arbitral atua como uma forma de justiça privada: em vez de recorrer ao Judiciário, geralmente mais lento, as partes escolhem um árbitro para decidir o conflito. A decisão, chamada sentença arbitral, tem o<strong> mesmo peso de uma determinação judicial.</strong></p>
<p>No esquema investigado, foi utilizada a Fonamsp (Fórum de Negócios e Finanças Internacionais e Nacionais por Arbitragem e Mediação). O<strong> responsável pela entidade é Wagner Rossi Silva</strong>, que segundo a reportagem do Fantástico, possui antecedentes por tráfico de drogas, estelionato e crimes contra o patrimônio.</p>
<p>De acordo com as apurações, a Colonizadora teria contratado a Fonamsp para viabilizar a manobra jurídica. “Foi tudo uma encenação. Esses criminosos identificaram brechas na regulação para tentar obter vantagem econômica”, afirmou o promotor de Justiça Carlos Bruno Gaya da Costa ao Fantástico.</p>
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&;:has([data-writing-block])>;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)" dir="auto" data-turn-id="fd32173d-068c-4f3b-865b-5361f275e080" data-testid="conversation-turn-65" data-scroll-anchor="false" data-turn="user"/>
<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&;:has([data-writing-block])>;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:91216275-b83d-4c39-abfa-bbf59b6d9318-32" data-testid="conversation-turn-66" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
<div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)">
<div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn">
<div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow">
<div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&;]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="1b7aec57-f0e9-4465-aa0c-d1ef92a461d3" data-message-model-slug="gpt-5-3">
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden" wp_automatic_>
<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling" wp_automatic_>
<p data-start="0" data-end="263" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A reportagem da <strong>Jovem Pan</strong> tenta localizar as defesas de Luiz Teixeira da Silva Júnior, Jorge Alberto Rodrigues de Oliveira, Wagner Rossi Silva e Rubens Maurício Bolorino, que, até o momento da publicação, não foram localizadas. O espaço segue aberto para manifestações.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</section>
<p>O<strong> Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também aponta outros envolvidos no caso.</strong> Entre eles estão Anani Cândido de Lara, suspeito de participar da elaboração de documentos e contratos; Patricia Alejandra Ormart Barreto, que teria simulado notificações sem conhecimento do espólio; e Camila Mariana Alejandra Piaggio Nogueira Ormat, apontada como responsável por auxiliar na formalização dos contratos.</p>
<p>Também são citados Carlos Xavier Lopes, ligado ao núcleo financeiro e suspeito de ocultar a origem dos valores, e Aline Cordeiro de Oliveira Boaventura, que teria atuado como “juíza arbitral” em uma decisão considerada simulada.</p>
<p>Em nota enviada ao Fantástico, o<strong> Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que câmaras arbitrais são entidades privadas</strong>, sem credenciamento ou fiscalização prévia do Judiciário, mas destacou que seus atos podem ser posteriormente revisados pela Justiça.</p>
<h2><strong>Entenda o caso </strong></h2>
<p>O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), deflagrou uma <strong>operação para desarticular uma quadrilha suspeita de tentar aplicar um golpe de R$ 845 milhões</strong> contra o fundador do grupo Unip Objetivo, João Carlos Di Gênio.</p>
<p data-yield-master-placement-inserted="">Segundo as investigações, o <strong>grupo utilizava contratos fraudulentos para sustentar cobranças judiciais e extrajudiciais</strong> indevidas contra o inventário. A estratégia, de acordo com a promotoria, consistia em simular dívidas milionárias e induzir tanto as vítimas quanto o próprio Poder Judiciário ao erro, com o objetivo de viabilizar pagamentos ilegítimos.</p>
<p><strong>A operação cumpriu nove mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão</strong>. De acordo com o Ministério Público, os suspeitos atuavam por meio de duas frentes empresariais. Uma delas envolvia a Colonizadora Planalto Paulista Ltda, enquanto a outra utilizava a empresa Fonamsp, apresentada como entidade de mediação e arbitragem, responsável por conferir aparência de legalidade às cobranças.</p>
<p>Ainda conforme a apuração,<strong> os contratos falsos eram posteriormente utilizados para embasar procedimentos arbitrais simulados,</strong> criando uma estrutura formal que sustentaria as supostas dívidas. A intenção era pressionar o espólio a realizar pagamentos milionários com base em documentos fraudulentos.</p>
</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/quem-sao-os-suspeitos-de-tentar-golpe-na-heranca-do-fundador-da-unip-objetivo.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


Evento marcado para junho foi barrado depois de críticas do governo; artista já teve show…
Laudos citam melhora depois de pneumonia; ex-chefe do Executivo fará procedimento para tratar lesão de…
Paulo Henrique Costa é alvo da Operação Compliance Zero; investigação aponta esquema de ocultação patrimonial…
A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, nesta última sexta-feira (17) provocou uma onda…
Ato vale para todo o país; em nota, presidente disse que atleta foi o “maior…
O governo federal decretou luto oficial de três dias em todo o país pela morte…