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Qual seria a saída para Enel escapar do rompimento do contrato?

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Entre os nomes citados no setor elétrico como potenciais compradores da distribuidora paulista estão a Neoenergia&sol;Iberdrola&comma; a CPFL&sol;State Grid&comma; a Equatorial&comma; e a J&amp&semi;F<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">WILLIAN MOREIRA&sol;ATO PRESS&sol;ESTADÃO CONTEÚDO<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2024&sol;06&sol;ato20240426075-321x207&period;jpg"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2024&sol;06&sol;ato20240426075-698x450&period;jpg"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">SP &&num;8211&semi; ENERGIA ELÉTRICA&sol;QUEDA&sol;SP&sol;25 DE MARÇO &&num;8211&semi; GERAL &&num;8211&semi; Gerador da concessionária ENEL é visto Rua 25 de Março enquanto equipes trabalham para restabelecer a energia elétrica em comércios da região&comma; no Centro de São Paulo&comma; nesta sexta-feira &lpar;26&rpar;&period; 26&sol;04&sol;2024 <br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>O anúncio feito no fim da tarde de terça-feira&comma; 16&comma; de que a Agência Nacional de Energia Elétrica &lpar;Aneel&rpar; deverá abrir processo de caducidade da concessão da Enel em São Paulo abre uma série de questionamentos a respeito do futuro de uma das principais distribuidoras de energia do País&period; Procurada pela reportagem&comma; a Enel não respondeu ao pedido de comentário&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre os questionamentos que surgem após o anúncio desta terça estão&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>– Como funciona o processo&quest;<&sol;p>&NewLine;<p>– Quanto tempo durará&quest;<&sol;p>&NewLine;<p>– Haverá intervenção até que uma nova empresa assuma as atividades&quest;<&sol;p>&NewLine;<p>– Quem pode vir a assumir a empresa&quest;<&sol;p>&NewLine;<p>– O governo realizará uma licitação para selecionar um novo operador&quest; Ou a Enel poderá correr para vender a empresa antes que o processo de caducidade avance&quest;<&sol;p>&NewLine;<p>No momento&comma; são muitas perguntas e poucas respostas&period; Mas uma aposta&colon; o caminho mais fácil para a própria empresa e para o governo pode ser encontrar um comprador para a concessionária&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre os nomes citados no setor elétrico como potenciais compradores da distribuidora paulista estão a Neoenergia&sol;Iberdrola – que perdeu a disputa para a Enel quando a norte-americana AES resolveu vender a distribuidora&comma; em 2019 -&comma; a CPFL&sol;State Grid&comma; a Equatorial&comma; e a J&amp&semi;F&comma; dos irmãos Batista&comma; que têm sido muito ativos em aquisições no setor elétrico nos últimos anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A alternativa é permitida juridicamente e já foi usada pela própria Enel&comma; quando vendeu a distribuidora em Goiás para o grupo Equatorial&period; O artigo 4-c da lei 9&period;074&sol;1995 prevê a possibilidade de a empresa apresentar um plano de transferência de controle societário como alternativa à extinção da outorga&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Esse dispositivo já foi utilizado pela Enel quando uma pressão popular e uma inadequação contratual da distribuidora em Goiás fizeram o grupo decidir vender a concessionária para a Equatorial&comma; em 2022&period;<&sol;p>&NewLine;<p><b>Processo<&sol;b><&sol;p>&NewLine;<p>Pelas declarações dadas nesta terça-feira pelo ministro de Minas e Energia&comma; Alexandre Silveira&comma; depreende-se que&comma; na prática&comma; o que a Pasta &OpenCurlyDoubleQuote;instará” a diretoria da Aneel a fazer é retomar a deliberação de um processo administrativo que avalia &OpenCurlyDoubleQuote;Falhas e Transgressões” da Enel em decorrência dos problemas no restabelecimento do fornecimento de eletricidade após apagão registrado em 2024&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O processo chegou a ser discutido pela diretoria da Aneel no início de novembro&period; Na ocasião&comma; a diretora relatora Agnes da Costa sugeriu estender o prazo de acompanhamento e avaliação do Plano de Recuperação da Enel até o fim de março de 2026&comma; de maneira a poder ver como a companhia iria enfrentar o período de verão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ela&comma; houve &OpenCurlyDoubleQuote;evolução concreta” na performance da Enel SP&comma; mas a empresa ainda apresentaria performance abaixo da média das demais distribuidoras do Estado de São Paulo&comma; tanto no Tempo Médio de Atendimento às Ocorrências Emergenciais &lpar;TMAE&rpar; quanto nas interrupções acima de 24 horas&period; O diretor Gentil Nogueira pediu vista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nogueira foi citado nominalmente ao fim da reunião entre o ministro Alexandre Silveira&comma; o governador paulista&comma; Tarcísio de Freitas&comma; e o prefeito de São Paulo&comma; Ricardo Nunes&comma; pelo próprio Silveira&period; Em tese&comma; ele poderia colocar o processo em pauta na primeira reunião ordinária de diretoria de 2026&comma; marcada para 20 de janeiro&period; Mas pode também chamar uma reunião extraordinária antecipada para discutir o assunto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Esse processo tem como consequência mais grave a possibilidade de recomendar a abertura do processo de caducidade&comma; que seria efetivado pelo próprio Ministério de Minas e Energia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Advogados consultados pelo <b>Estadão&sol;Broadcast<&sol;b> afirmam&comma; porém&comma; que a rápida evolução de um processo de caducidade&comma; embora politicamente viável&comma; seria juridicamente incorreta&period; Eles citam o direito de ampla defesa por parte da concessionária e citam que o tema costuma exigir longas discussões e elaboração de laudos técnicos&comma; já que a caducidade só deve ser declarada se o serviço estiver sendo prestado fora das normas&comma; critérios&comma; indicadores e parâmetros definidores da qualidade do serviço&comma; sob risco até de questionamentos jurídicos e pedidos de indenização&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Enel tem dito que cumpre com os indicadores previstos no contrato de concessão e tem realizado uma série de melhorias para aprimorar de forma contínua o serviço prestado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Vale citar que interrupções provocadas por eventos climáticos extremos são expurgados&comma; conforme a norma vigente&comma; do cálculo dos indicadores de qualidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O clamor popular&comma; porém&comma; tem peso&comma; dificilmente alguém neste momento vai querer se expor em favor da Enel&comma; a empresa virou o &OpenCurlyQuote;filho feio’ que ninguém quer”&comma; disse um advogado especialista em setor elétrico&comma; que pediu para não ser identificado&period;<&sol;p>&NewLine;<p><b>Intervenção<&sol;b><&sol;p>&NewLine;<p>Na tentativa de dar uma resposta rápida para a sociedade&comma; uma alternativa que pode ser tomada pelo poder público é a intervenção&period; Mas especialistas alertam que a opção pode não ser muito interessante neste momento&comma; dada a possibilidade de que um novo evento climático intenso acarrete&comma; mais uma vez&comma; um apagão de grandes proporções na área de concessão&comma; deixando a impressão de que a presença do poder público diretamente não alterou nada<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Em um ano de eleição&comma; o governo federal pode não querer arriscar um movimento que pode comprometer a sua imagem”&comma; disse um especialista no setor&comma; que também pediu anonimato para conversar com a reportagem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo fontes setoriais&comma; não há na história do setor elétrico brasileiro experiências de caducidade de concessão de distribuição de eletricidade&comma; mas houve intervenção em distribuidoras do Grupo Rede&comma; entre 2012 e 2014&comma; quando a companhia enfrentava grave crise financeira e entrou em recuperação judicial&period; A solução para essas empresas também envolveu a troca do controle das concessionárias&comma; hoje operadas pela Equatorial e pela Energisa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&ast;Estadão Conteúdo<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;qual-seria-a-saida-para-enel-escapar-do-rompimento-do-contrato&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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