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<p>O movimento que teve início na manhã desta quinta-feira (9) foi até o final da tarde, com muitas atrações para o público infantil na Biblioteca Central do Estado da Bahia. Brincadeiras interativas, histórias e interação marcaram o primeiro dia do Festival Ler e Brincar, que acontece até sábado (11), com uma programação que tem como um dos principais objetivos, promover através da ludicidade, o prazer pelo livro e a leitura entre as crianças.</p>
<p>A programação agradou não somente o público infantil, que cantou, dançou e aprendeu, mas também os pais presentes, a exemplo de Joselia Sena, pedagoga que acompanhou a filha Maria Cecília, durante a contação de histórias e brincadeiras dos povos indígenas Kariri Xocó com a escritora Denízia Kawany Fulkaxó.</p>
<p>“Estou com a família completa aqui, acompanhando e aprendendo um pouco mais sobre a cultura indígena, da nossa história e as raízes do Brasil. Trouxe a minha filha para ela conhecer a biblioteca e proporcionar experiências além das telas, numa geração dominada pelo estímulo virtual. Isso aqui é riquíssimo, pois ler faz parte do conhecimento que ninguém vai tirar dela. A organização está de parabéns.”, pontuou Joselia.</p>
<p>Uma das homenageadas do Festival Ler e Brincar, a pesquisadora, educadora e pianista Lydia Hortélio, que dedica-se à pesquisa etnomusical da cultura de infância, baseando-se nas cantigas que acompanham o brincar das crianças, especialmente no interior do Brasil, destacou:</p>
<p>“Eu vejo com muita alegria esse festival e essa homenagem. A criança tem uma cultura e quais são os fatos culturais da infância? Os brinquedos de crianças, infinitos em cada cultura, inclusive em nosso país. Eu vejo como uma tarefa extraordinária se dedicar a isso, saber como pensam e sentem os meninos no mundo. Incentivar toda a capacidade da criatividade deles num espaço como esse”.</p>
<p>Através da dinâmica com um espelho, a escritora Débora Maria contou a história do livro “Eu amo meu black”, que ensina sobre representatividade, amor, identidade e resistência, mensagem que a autora resume como: “É pra dizer, com todas as letras, nosso cabelo é lindo, sim!”.</p>
<p>E essa foi a história preferida de Maria Flor Vieira, de seis anos, que se identificou e disse: “Hoje eu brinquei muito e achei interessante poder me ver no espelho, na contação Eu amo meu black. Eu estou gostando muito das contações, eu gosto de feiras literárias, participei da Flipelô e as minhas escritoras preferidas são Emília, Renata Fernandes, Denizia e Débora Maria.”.</p>
<p>A programação da quinta (9), contou ainda com diversas atividades culturais, e participação dos escritores Marta Caldas e a contação ‘A Festa dos Números’, Um encontro no Sitio que sonhamos, com Ana Fátima e Anderson Shon e um Bate-papo com os jovens escritores baianos Luiza Meireles, Maurício Akin e Yale Tárique, sobre ‘Crianças que escrevem brincam de criar histórias’.</p>
<p>Ainda durante o evento, aconteceu a dinâmica do Leve e Leia, com quiz de perguntas e respostas e doação de livros.</p>
<p>O Festival Ler e Brincar é uma iniciativa da Fundação Pedro Calmon, unidade da Secretaria de Cultura da Bahia, e a programação continua na sexta-feira (10), com Renata Fernandes conta e brinca com: A lagartixa com cara de Salsicha; Peça teatral: O brincoder de Pepe; Lançamento do livro “Oxalá, o Grande Pai que Olha por todos”, com Vovó Cici e Ricardo Ishmael brinca de ler “Quinca no Mundo da Lua”.</p>
<p><em><strong>Fonte: Ascom/FPC</strong></em></p>
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<p><a href="http://www.ba.gov.br/comunicacao/noticias/2025-10/374449/primeiro-dia-do-festival-ler-e-brincar-une-desde-cultura-indigena-ate">Fonte: Clique aqui</a></p>


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