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Indústria da Bahia sente impacto de guerra no petróleo e cobra avanços em infraestrutura

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A escalada de tensões no Oriente Médio&comma; envolvendo Estados Unidos&comma; Israel e Irã&comma; já provoca reflexos diretos na economia baiana&comma; especialmente no setor industrial&period; Em entrevista ao site Bahia Econômica&comma; o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia &lpar;FIEB&rpar;&comma; Carlos Henrique&comma; detalhou os impactos da alta do petróleo e os desafios estruturais enfrentados pelo estado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ele&comma; o aumento no preço do barril pressiona toda a cadeia produtiva&comma; elevando custos logísticos e afetando segmentos estratégicos&period; Empresas como a Acelen&comma; a Fafen e a Braskem estão entre as mais impactadas&period; No caso da indústria petroquímica&comma; o encarecimento da nafta&comma; insumo essencial&comma; agrava ainda mais o cenário&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O aumento do petróleo impacta diretamente a indústria&comma; seja pelo custo do transporte ou pelo preço dos insumos&comma; com efeitos em cadeia em diversos setores”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No campo regulatório&comma; o dirigente avaliou que o novo regime tributário aprovado para a indústria química e petroquímica&comma; previsto para entrar em vigor em 2026&comma; já não atende plenamente às demandas atuais&period; A entidade tem intensificado o diálogo com o governo em busca de ajustes que garantam maior competitividade ao setor&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar das dificuldades&comma; Carlos Henrique destaca o potencial da Bahia em energia renovável como um vetor estratégico&period; O estado possui forte capacidade instalada em energia solar e eólica&comma; mas ainda enfrenta limitações na infraestrutura de transmissão&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É um setor fundamental&comma; com potencial econômico e ambiental&comma; mas que precisa de investimentos em rede para avançar”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A questão logística aparece como um dos principais gargalos para o desenvolvimento industrial&period; Projetos ferroviários como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste e a Ferrovia Centro-Atlântica são considerados essenciais&comma; mas seguem com avanços limitados&period; A expectativa é que novos investimentos destravem esses corredores&comma; ampliando a competitividade do estado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outro ponto citado é a importância de grandes obras estruturantes&comma; como a Ponte Salvador-Itaparica&period; Segundo o presidente da FIEB&comma; embora relevante&comma; o projeto precisa ser integrado a outras intervenções rodoviárias para gerar impacto mais amplo na economia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao comparar o perfil industrial da Bahia com outros estados do Nordeste&comma; o dirigente destacou a força local na produção de commodities e insumos&comma; defendendo o fortalecimento dessa cadeia para reduzir a dependência externa e aumentar a resiliência diante de crises internacionais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na área de inovação&comma; iniciativas como o avanço tecnológico do SENAI Cimatec também são vistas como estratégicas para qualificação profissional e modernização da indústria&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para os próximos anos&comma; a gestão da FIEB estabeleceu prioridades que incluem infraestrutura&comma; sustentabilidade&comma; inovação&comma; segurança no trabalho e atração de novos investimentos&period; A avaliação é que o equilíbrio entre fatores será determinante para o crescimento econômico e a geração de empregos no estado&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;174817&sol;industria-da-bahia-sente-impacto-de-guerra-no-petroleo-e-cobra-avancos-em-infraestrutura">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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