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<p>Carta reúne 30 ações concretas divididas em seis eixos como uma estratégia para implementação do Balanço Global do Acordo de Paris</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">José Cruz/Agência Brasi</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/imagem-jvp-70-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/imagem-jvp-70-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Nova carta foi encabeçada pelo embaixador André Corrêa do Lago<br /></span></div>
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<p>A presidência brasileira da <strong>30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30)</strong>, encabeçada pelo embaixador André Corrêa do Lago, divulgou, nesta sexta-feira (20), uma nova carta propondo a definição de uma agenda de ação global a ser adotada pelos países signatários da Convenção do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês).A proposta inclui 30 ações concretas divididas em seis eixos como uma estratégia para a implementação do Balanço Global (GST, na sigla em inglês) do Acordo de Paris, documento de avaliação das metas do tratado multilateral.</p>
<p>O documento propõe que o GST passe a ser uma espécie de Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês), para a escala global, e descreve a agenda de ações como “um reservatório de iniciativas que conectem ambição climática a oportunidades de desenvolvimento, por meio de investimentos, inovação, finanças, tecnologia e capacitação.” Segundo o a inovação da proposta ocorre na inversão do processo adotado nas COPs anteriores, quando a construção da agenda era parte do processo de negociação. Neste ano, a ideia é que os debates já partam dos temas aprovados no GST, avançando para a implementação com a legitimidade do consenso.</p>
<h3><strong>Os seis eixos apresentados são:</strong></h3>
<ul>
<li>Transição energética, da indústria e dos transportes;</li>
<li>Gestão das florestas, oceanos e biodiversidade;</li>
<li>Transformação da agricultura e dos sistemas alimentares;</li>
<li>Criação de resiliência para as cidades, infraestruturas e oferta de água;</li>
<li>Promoção do desenvolvimento humano e social;</li>
<li>Promoção e aceleração de capacidades, incluindo financiamento, transferência tecnológica, fortalecimento e desenvolvimento de habilidades.</li>
</ul>
<p>Somam-se à iniciativa todas as outras estruturas pensadas para o funcionamento da COP30. O encontro será realizado em Belém em novembro. “Primeiro a mobilização, a reunião dos chefes de Estado, a negociação em si e a agenda de ação em que nós estamos identificando uma fortíssima oportunidade para a gente conseguir acelerar a implementação”, ressalta Corrêa do Lago. O documento destaca ainda que a síntese do Sexto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) – iniciativa que reúne cientistas para monitoramento das mudanças climáticas – aponta que a participação de todos os setores globais, além dos governos signatários dos acordos climáticos, aumenta os benefícios alcançados em cascata, de forma transversal, evitando medidas isoladas e fragmentadas com impacto limitado.</p>
<p>Diante dessa avaliação, Corrêa do Lago afirma que a agenda de ações passa a ser uma oportunidade para atores que não atuam diretamente na mesa de negociações, como governos subnacionais, setor privado, academia e sociedade civil, tomarem a frente das iniciativas. “Muitas vezes é o setor privado, por exemplo, que se antecipa ao governo na implementação dos acordos”, ressalta. O documento orienta ainda que essas medidas devem ser pensadas com flexibilidade e adaptabilidade aos diferentes contextos geográficos, econômicos e sociais. “A natureza multifacetada do desafio climático exige que as soluções inovadoras sejam adaptadas de acordo com as circunstâncias regionais, nacionais e locais para beneficiar mais comunidades e países”, reforça a carta assinada por Corrêa do Lago.</p>
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<p>De acordo com a carta, haverá uma “consulta inclusiva” com participação de todos os setores, que será liderada pelos dois Campeões de Alto Nível da COP29 e da COP30, Nigar Arpadarai e Dan Ioschpe, com o objetivo de definir uma visão e um plano para os próximos cinco anos da agenda de ação. Serão criados também grupos de trabalho em cada área temática durante a construção dos resultados da COP30. “As principais reclamações sobre o processo de negociação são que a gente assina documento e nada acontece, então a arquitetura que está pensada para viabilizar a implementação do GST, aprovado por 198 países, prevê ainda 420 reuniões para a COP30”, complementa o presidente designado da COP30.</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Confira as 30 ações propostas pela presidência da COP30 para a implementação do Balanço Global, divididas por eixos:</strong></h3>
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</ul>
<p><strong>Eixo 1</strong></p>
<p>1. Triplicar as energias renováveis e duplicar a eficiência energética,<br />2. Acelerar as tecnologias de emissões zero e baixas em setores críticos,<br />3. Garantir o acesso universal à energia e<br />4. Abandonar os combustíveis fósseis, de forma justa, ordenada e equitativa.</p>
<p><strong>Eixo 2</strong></p>
<p>5. Investimentos para acabar e reverter o desmatamento e a degradação florestal,<br />6. Esforços para conservar, proteger e restaurar a natureza e os ecossistemas com soluções para o clima, a biodiversidade e a desertificação, e<br />7. Esforços para preservar e restaurar os oceanos e os ecossistemas costeiros.</p>
<p><strong>Eixo 3</strong></p>
<p>8. Recuperação de terras e agricultura sustentável,<br />9. Sistemas alimentares mais resistentes, adaptáveis e sustentáveis, e<br />10. Acesso equitativo a alimentos e nutrição adequados para todos.</p>
<p><strong>Eixo 4</strong></p>
<p>11. Governança em vários níveis,<br />12. Construções e edifícios sustentáveis e resilientes,<br />13. Desenvolvimento urbano resiliente, mobilidade e infraestruturas,<br />14. Gestão da água e<br />15. Gestão dos resíduos sólidos.</p>
<p><strong>Eixo 5</strong></p>
<p>16. Promoção de sistemas de saúde resilientes,<br />17. Redução dos efeitos das mudanças climáticas na erradicação da fome e da pobreza,<br />18. Educação, capacitação e criação de emprego para fazer face às mudanças climáticas,<br />19. Cultura, patrimônio cultural, e ação climática.</p>
<p><strong>Eixo 6</strong></p>
<p>20. Financiamento climático e sustentável, integração do clima nos investimentos e seguros,<br />21. Contratos públicos integrados no clima,<br />22. Harmonização dos mercados de carbono e das normas de contabilização do carbono,<br />23. Clima e comércio,<br />24. Redução de gases além do CO2,<br />25. Desenvolvimento e acesso a tecnologias climáticas,<br />26. Governança, capacitação de estatais e reforço institucional para a ação climática, planejamento e preparação,<br />27. Inteligência artificial, infraestruturas públicas digitais e tecnologias digitais,<br />28. Inovação, empreendedorismo climático e pequenas e microempresas,<br />29. Bioeconomia e biotecnologia,<br />30. Integridade da informação sobre mudanças climáticas.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil </em></p>
<p>A presidência brasileira da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), encabeçada pelo embaixador André Corrêa do Lago</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/presidencia-da-cop30-propoe-agenda-de-acao-global-para-conferencia.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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