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<p>Há muita neblina e instabilidade visual no local, o que provocou interrupções nos trabalhos para a busca do corpo de Juliana Marins; helicópteros e alpinistas estão ajudando</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Resgatejulianamarins/Instagram</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/imagem-jvp-87-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/imagem-jvp-87-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">família da jovem reclama da demora do governo indonésio, que administra o parque onde fica o vulcão<br /></span></div>
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<p>As buscas pela brasileira <strong>Juliana Marins</strong>, de 27 anos, duraram quatro dias, até que o corpo da jovem foi localizado nesta terça-feira (24), conforme informou a família nas redes sociais. A publicitária desapareceu após cair de um penhasco durante trilha no vulcão Monte Rinjani, na <strong>Indonésia</strong>, O incidente ocorreu na manhã de sábado, 21, pelo horário local (noite de sexta-feira, 20, pelo fuso do Brasil). Nas primeiras imagens coletadas por drone, era possível ver ela movimentando os membros superiores e inferiores. Já nesta segunda, 25, os registros mostravam a jovem imóvel.</p>
<p>Os motivos para a demora no resgate, segundo informações recebidas oficialmente pelo governo do Brasil, foram as condições climáticas. Há muita neblina e instabilidade visual no local, o que tem provocado interrupções nos trabalhos, que estão sendo feito com helicópteros e alpinistas experientes.</p>
<h3><strong>Principais dificuldades do resgate:</strong></h3>
<p>– condições climáticas: há muita neblina e instabilidade visual no local;</p>
<p>– solo arenoso e de fácil deslizamento.</p>
<p>Além disso, as características da região impõem desafio adicional, já que o Monte Rinjani é um vulcão em atividade. Desde a primeira mensagem da equipe conjunta de Busca e Salvamento sobre a localização de Juliana, emitida na segunda-feira, 23, ela deslizou pelo menos mais 150 metros penhasco abaixo. A família da jovem reclama da demora do governo indonésio, que administra o parque onde fica o vulcão, em realizar o resgate e aponta a falta de planejamento. O local exato em que ela está só foi descoberto na segunda-feira, dois dias após o seu desaparecimento, com a ajuda de drone térmico.</p>
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<p>A brasileira é natural de Niterói (RJ) e fazia um “mochilão” pela Ásia desde o fim de fevereiro. Ela ficou sem água, comida e agasalho. A trilha feita por ela levava até o cume do Monte Rinjani e é conhecida por sua beleza, mas também por seus desafios e riscos naturais.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo<br /></em><em>Publicado por Fernando Dias</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/por-que-o-resgate-de-brasileira-morta-em-trilha-na-indonesia-foi-tao-dificil.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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