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<p>De acordo com as investigações, Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, agiu com o apoio de outras duas técnicas de enfermagem, também detidas </p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução </span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/imagem-jvp-2026-01-26t081406.433-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/01/imagem-jvp-2026-01-26t081406.433-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Polícia investiga se técnico de enfermagem acusado de matar três pacientes é psicopata<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>A Polícia Civil do Distrito Federal investiga uma série de crimes ocorridos dentro do Hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal. As informações são do Fantástico, da TV Globo.</p>
<p>Um técnico de enfermagem foi preso sob a acusação de matar três pessoas<strong> ao aplicar desinfetante e cloreto de potássio</strong>, uma substância de uso controlado, em pacientes internados na UTI.</p>
<p>De acordo com as investigações, Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, <strong>agiu com o apoio de outras duas técnicas de enfermagem</strong>, Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos e Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, que também foram detidas.</p>
<p>Inicialmente, Marcos Vinicius afirmou que cometeu o crime porque o “hospital estava muito movimentado”. Depois, mudou a versão e disse que estaria “aliviando a dor dos pacientes”. A informação foi confirmada pelo delegado Wislley Salomão.</p>
<p><strong>A polícia apura se há mais vítimas</strong>. O hospital instaurou uma sindicância para apurar os fatos ocorridos em 17 de novembro, quando dois pacientes sofreram paradas cardíacas durante a tarde e morreram horas depois.</p>
<p>Em nota enviada ao programa, a <strong>defesa de Marcos Vinicius não negou a acusação,</strong> mas informou que vai se manifestar apenas no inquérito, que corre sob sigilo. Já os advogados de Marcela da Silva afirmam que ela lamenta o que aconteceu com as vítimas e que a dignidade dela e a verdade serão restabelecidas no processo. O advogado de Amanda de Sousa disse que ela e Marcos Vinicius tiveram um relacionamento.</p>
<h2><strong>Vítimas</strong></h2>
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<p id="caption-attachment-2099120" class="wp-caption-text">Marcos Moreira, João Clemente Pereira e Miranilde Pereira. morreram na UTI de hospital particular do DF. Foto: Reprodução/Redes sociais</p>
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<p>As vítimas foram Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos, internada por constipação, e João Clemente Pereira, de 63, que<strong> apresentava tonturas havia um mês</strong> e teve diagnosticado um hematoma na membrana que reveste o cérebro.</p>
<p>A apuração interna, segundo o Fantástico, concluiu que as<strong> mortes tiveram relação direta com os técnicos</strong> Marcos Vinicius e Marcela Camilly. Posteriormente, a sindicância identificou a participação de Amanda Rodrigues nos dias dos óbitos.</p>
<p>“Todas vezes em que ele aplicou alguma medicação na veia dos pacientes, em poucos segundos <strong>eles entraram em parada cardíaca</strong>”, afirmou o delegado Wislley Salomão.</p>
<p>Além dos medicamentos, Marcos Vinicius também <strong>teria injetado um desinfetante</strong>. A princípio, a polícia acreditava que o produto havia sido aplicado apenas em Miranilde, no leito 24.</p>
<p>No entanto, a reanálise das imagens de segurança revelou que João Clemente, que ocupava o leito 25, também recebeu a substância. Cada leito da UTI é monitorado por câmeras.</p>
<p>Cerca de 40 minutos após a primeira aplicação, Marcos Vinicius administrou uma segunda dose do medicamento. Miranilde sofreu nova parada cardíaca, foi socorrida e voltou a sobreviver. Os filhos da paciente estavam no hospital e acompanharam a ocorrência.</p>
<p>Conforme a perícia, horas depois o técnico injetou cloreto de potássio em João Clemente, que também sofreu uma parada cardíaca, foi reanimado e sobreviveu. Em seguida, Marcos Vinicius retornou ao leito de Miranilde e aplicou uma nova injeção, provocando uma terceira parada cardíaca, novamente revertida pela equipe médica.</p>
<p>Pouco depois,<strong> o técnico aplicou desinfetante diante das técnicas de enfermagem Marcela e Amanda</strong>. Segundo a investigação, os três participaram dos procedimentos de ressuscitação. Após a aplicação do produto, Miranilde sofreu uma quarta parada cardíaca. O técnico voltou a injetar o desinfetante, e a paciente morreu.</p>
<p>Ainda na mesma noite, de acordo com a polícia, Marcos Vinicius realizou mais duas aplicações de cloreto de potássio em João Clemente e também injetou desinfetante.<strong> Ele morreu na madrugada do dia seguinte.</strong></p>
<p>A <strong>terceira vítima</strong> foi o carteiro Marcos Raymundo Moreira, internado no Hospital Anchieta em 18 de novembro com suspeita de pancreatite. Apesar do quadro inicial, ele sofreu uma parada cardíaca, foi intubado e permaneceu internado por 14 dias. Segundo a polícia, Marcos Raymundo teve uma segunda parada em 1º de dezembro e morreu após receber uma injeção aplicada por Marcos Vinicius.</p>
<p>O <strong>técnico está preso temporariamente</strong> na carceragem do Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal.</p>
<p data-start="67" data-end="229">Em nota, a defesa de Marcos Vinicius não negou as acusações, mas informou que irá se manifestar exclusivamente nos autos do inquérito, que tramita sob sigilo.</p>
<p data-start="231" data-end="423">A defesa de Marcela da Silva declarou que ela lamenta profundamente o ocorrido com as vítimas e afirmou que, ao longo do processo, sua dignidade e a verdade dos fatos serão restabelecidas.</p>
<p data-start="425" data-end="560" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Já o advogado de Amanda de Sousa informou que ela teve um relacionamento com Marcos Vinicius, sem entrar em detalhes adicionais.</p>
<h2><strong>Circunstâncias atípicas</strong></h2>
<p data-start="107" data-end="341">Em nota, o Hospital Anchieta afirmou que <strong>demitiu os três auxiliares</strong> e acionou a Polícia Civil após um comitê interno identificar “circunstâncias atípicas” nas mortes de três pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).</p>
<p data-start="343" data-end="650">Segundo o hospital, em menos de 20 dias, uma apuração considerada célere e rigorosa resultou na identificação de indícios que envolvem os ex-técnicos de enfermagem. A instituição afirmou ainda que, ao registrar a ocorrência, repassou à Polícia Civil todas as informações e evidências levantadas pelo comitê.</p>
<p data-start="652" data-end="959">“O hospital, também vítima da ação desses ex-funcionários, se solidariza com os familiares das vítimas e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas”, diz a nota, que reafirma o compromisso da instituição com a segurança dos pacientes, a verdade e a Justiça.</p>
<p data-start="652" data-end="959">O Anchieta acrescentou que entrou em contato com os familiares das três vítimas para prestar os esclarecimentos necessários, respeitando o segredo de Justiça.</p>
<div id="attachment_2097081" style="width: 760px" class="wp-caption alignnone" wp_automatic_>
<p id="caption-attachment-2097081" class="wp-caption-text">Caso aconteceu no hospital Anchieta, em Taguatinha, no Distrito Federal</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-detalha-como-tecnico-de-enfermagem-causou-mortes-com-injecoes-de-desinfetante.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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