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Ao menos 80 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil em 2025

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Apesar de o número ser o menor em dez anos&comma; o país segue como o mais letal do mundo para essa população&semi; subnotificação oculta a dimensão real da violência <&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">© Tomaz Silva&sol;Agência Brasil<br &sol;>&NewLine;<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;01&sol;imagem-jvp-2026-01-26t091701&period;477-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;01&sol;imagem-jvp-2026-01-26t091701&period;477-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Manifesto realizado na praia de Copacabana lembra as vítimas da transfobia no Brasil<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>O Brasil segue em primeiro lugar no ranking de países que mais matam pessoas transexuais e travestis no mundo&comma; com <strong>80 assassinatos registrados em 2025<&sol;strong>&period; Os dados são da última edição do dossiê feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais &lpar;Antra&rpar;&comma; lançado nesta segunda-feira &lpar;26&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O resultado representa queda de cerca de 34&percnt; em relação ao ano anterior&comma; que registrou 122 crimes desse tipo&comma; porém não tira o país do topo do ranking&comma; posição que ocupa há quase 18 anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a presidente da Antra&comma; Bruna Benevides&comma; os dados são resultado de um sistema inteiro que naturaliza a opressão contra pessoas trans&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não são mortes isoladas&comma; revelam uma <strong>população exposta à violência extrema desde muito cedo<&sol;strong>&comma; atravessada por exclusão social&comma; racismo&comma; abandono institucional e sofrimento psicológico contínuo&period;”<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"attachment&lowbar;2099148" style&equals;"width&colon; 760px" class&equals;"wp-caption alignnone" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<p id&equals;"caption-attachment-2099148" class&equals;"wp-caption-text">Número de pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil ao longo dos últimos 16 anos <br &sol;>Gráfico&colon; ANTRA<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2><strong>Estatísticas de violência<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p>Os dados para o dossiê foram coletados a partir do monitoramento diário de notícias&comma; denúncias diretas feitas às organizações trans e registros públicos&period; Para Benevides&comma; essa situação já evidencia uma violência&colon; se a sociedade civil não fizer esse trabalho&comma; as mortes simplesmente não existem para o Estado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em 2025&comma; Ceará e Minas Gerais foram os estados com o maior número de <strong>assassinatos<&sol;strong>&comma; sendo oito cada&period; Ao todo&comma; a <strong>violência segue concentrada na Região Nordeste<&sol;strong> que registrou 38 assassinatos&comma; seguido pelo Sudeste com 17&comma; o Centro-Oeste com 12&comma; o Norte com sete e o Sul com seis&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Levantamento feito pela Antra&comma; que contabilizou o período de 2017 a 2025&comma; mostrou o estado de São Paulo como o mais letal&comma; registrando 155 mortes&period; O estudo revelou que a maioria das vítimas é de travestis e mulheres trans&comma; predominantemente jovens&comma; com maior incidência na<strong> faixa etária entre 18 e 35 anos<&sol;strong>&comma; sendo pessoas negras e pardas as principais atingidas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O dossiê aponta ainda que&comma; por mais que os assassinatos tenham diminuído&comma; houve aumento no número de tentativas de homicídio&comma; o que significa que a queda de 34&percnt; em relação a 2024 não se traduz de fato em regressão da violência&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em análise no dossiê&comma; a Antra diz que esse cenário é explicado por um conjunto de fatores como subnotificação&comma; descrédito nas instituições de segurança e justiça&comma; retração da cobertura da mídia e ausência de políticas públicas específicas para o enfrentamento da transfobia – crime de preconceito&comma; discriminação e hostilidade direcionados a pessoas transgênero&period;<&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Políticas públicas<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p>Além do diagnóstico&comma; o dossiê apresenta diversas recomendações dirigidas ao poder público&comma; ao sistema de justiça&comma; à segurança pública e às instituições de direitos humanos&comma; buscando diálogo e propostas concretas para romper com a lógica de impunidade e escassez que marca a realidade das pessoas trans no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Bruna Benevides&comma; também autora do dossiê&comma; acredita que o relatório da Antra &OpenCurlyDoubleQuote;constrange o Estado”&comma; informa a sociedade e impede o silêncio&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É preciso reconhecer que as políticas de proteção às mulheres precisam estar acessíveis e disponíveis para as mulheres trans por exemplo&period; Pensar sobre tornar acessível o que existe e implementar o que ainda não foi devidamente alcançado&period; Há muita produção&comma; inclusive de dados&comma; falta ação por parte de tomadores de decisão”&comma; completou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A nona edição do Dossiê&colon; Assassinatos e Violências Contra Travestis e Transexuais Brasileiras será apresentada em cerimônia no auditório do Ministério dos Direitos Humanos&comma; com entrega oficial a representantes do governo federal&period;<&sol;p>&NewLine;<h2><strong>Mortes violentas<&sol;strong><&sol;h2>&NewLine;<p>Os dados divulgados nesta segunda-feira pela Antra reforçam o cenário evidenciado no último dia 18 pelo Grupo Gay da Bahia &lpar;GGB&rpar;&comma; no Observatório de Mortes Violentas de LGBT&plus; no Brasil&comma; atualizado anualmente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os dados&comma; que incluem além da população trans&comma; pessoas gays&comma; lésbicas e bissexuais&comma; entre outras&comma; mostram que&comma; <strong>em 2025&comma; foram documentadas 257 mortes violentas<&sol;strong>&comma; 204 homicídios&comma; 20 suicídios&comma; 17 latrocínios &lpar;roubo seguido de morte&rpar; e 16 casos de outras causas&comma; como atropelamentos e afogamentos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação a 2024&comma; quando foram documentados 291 casos&comma; houve redução de 11&comma;7&percnt;&period; Mas ainda significa uma morte a cada 34 horas no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também de acordo com o GGB&comma; o Brasil permaneceu no ano passado como o país com maior número de homicídios e suicídios de pessoas LGBT&plus; em todo o mundo&comma; seguido pelo México&comma; com 40&comma; e os Estados Unidos&comma; com 10&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&ast;Com Agência Brasil<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;ao-menos-80-pessoas-trans-e-travestis-foram-assassinadas-no-brasil-em-2025&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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