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<p>Ação cumpre mandados de busca e apreensão e tem como alvos ex-dirigentes do São Paulo e intermediários investigados por comercialização irregular de ingressos </p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Reprodução/X/São Paulo</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/07/morumbis-sao-paulo-e1741042758728-345x195.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/07/morumbis-sao-paulo-e1741042758728-750x423.png"></source></source></picture><span class="image_credits">O MorumBis conta com diversos camarotes que são usados em jogos e shows<br /></span></div>
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<p>A <strong>Polícia Civil </strong>realiza nesta quarta-feira (21) uma operação contra a venda ilegal de camarotes no estádio do <strong>MorumBis</strong>, casa do<strong> São Paulo Futebol Clube</strong>. Agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão.</p>
<p>Entre os alvos estão Mara Casares, ex-mulher do presidente afastado Júlio Casares, e Douglas Schwartzmann, diretor adjunto das categorias de base do São Paulo. Rita Adriana, suposta responsável pela comercialização irregular de um camarote, também é alvo da operação.</p>
<p>Em dezembro, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) foi acionado para investigar a venda ilegal de ingressos em um camarote do MorumBis. O espaço no estádio do São Paulo não era comercializado oficialmente, mas teve o uso cedido a uma intermediária, que cobrou judicialmente por valores não repassados por terceiros e fez o caso se tornar público.</p>
<p>Um áudio divulgado pelo GE mostra Mara Casares e Douglas Schwartzmann, então diretores do São Paulo, pressionando Rita de Cassia Adriana Prado, que vendia os ingressos do espaço, para que ela encerre a cobrança judicial a uma terceira pessoa que também atuou na venda de entradas.</p>
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<p id="caption-attachment-2057970" class="wp-caption-text">Agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão</p>
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<p>O escândalo, somado à outra investigação da Polícia Civil, que apura um suposto esquema de desvio de verba no São Paulo, ocasionaram no afastamento de Casares da presidência após o Conselho Deliberativo aprovar o impeachment do mandatário. A destituição ainda depende da aprovação na assembleia de associados do clube.</p>
<p>Em resposta à operação deflagrada nesta quarta-feira (21), o clube se manifestou sobre a investigação. “O São Paulo Futebol Clube é vítima neste caso e vai contribuir com as autoridades”, escreveu Pedro Iokoi, advogado do SPFC, em nota.</p>
<h3><strong>Entenda o caso de venda de camarotes </strong></h3>
<p>O MorumBis conta com diversos camarotes que são usados em jogos e shows. Um deles é o camarote 3A, espaço que não é comercializado e que fica em frente ao gabinete do presidente Júlio Casares. O local é conhecido por “Sala Presidencial”.</p>
<p>Mara Casares e Douglas Schwartzmann, agora diretores licenciados do São Paulo, estariam envolvidos em um esquema de venda de ingressos do camarote 3A, uma ação não autorizada e que seria feita de forma “clandestina”, como os próprios diretores licenciados afirmam em áudio obtido pelo GE.</p>
<p>Nesta conversa, Mara e Schwartzmann falam com Rita de Cassia Adriana Padro, conhecida como Adriana, da The Guardians Entretenimento Ltda, que seria intermediária na venda e repasse das entradas desse camarote para terceiros.</p>
<p>Adriana ingressou com um processo contra Carolina Lima Cassemiro, da Cassemiro Eventos Ltda, acusando-a de ter tirado de suas mãos 60 ingressos para um show da colombiana Shakira. Esses 60 tickets seriam comercializados por R$ 132 mil. No entanto, Adriana alega que recebeu apenas R$ 100 mil. Carolina diz que pagou o combinado, está sendo vítima de calúnia e teve prejuízos.</p>
<p>Ocorre que ao processar uma pessoa ou empresa por obter de forma irregular ingressos que foram gerados de maneira “clandestina” o caso se tornou público e passou a ser de conhecimento do São Paulo. Dada a situação, Mara e Schwartzmann pressionaram Adriana a retirar o processo para que a ação ilícita não se tornasse de conhecimento geral.</p>
<p>Mara diz que os áudios estão fora de contexto e alega que “não obteve ganho próprio de nenhuma natureza”. Já Schwartzmann afirma que não teve “qualquer participação em venda, negociação ou comercialização de camarotes ou ingressos de eventos” e que agiu pontualmente para evitar que um problema particular afetasse o São Paulo.</p>
<p>As aberturas das sindicâncias foram solicitadas pelo superintendente do clube, Marcio Carlomagno. Ele também é citado no áudio vazado, mas diz que apenas teve o nome usado indevidamente.</p>
<p><em>*Com Estadão Conteúdo </em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/policia-civil-realiza-operacao-contra-venda-ilegal-de-camarotes-no-morumbis.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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