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<p>Rafael Góis e Luiz Rubini estão entre os alvos da Operação Fallax, que cumpre 43 mandados de busca e 21 prisões preventivas em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Divulgação / PF</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/0eeb2356-fd78-423d-85a8-9d270a8b9b59-242x207.jpeg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/0eeb2356-fd78-423d-85a8-9d270a8b9b59-525x450.jpeg"></source></source></picture><span class="image_credits">Segundo a PF, o grupo atuava com a cooptação de funcionários de instituições financeiras e o uso de empresas para movimentar e ocultar recursos.<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p data-start="0" data-end="258">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Polícia Federal</span></span> deflagrou nesta quarta-feira (25) a <strong>Operação Fallax</strong> para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudes bancárias contra a <strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Caixa Econômica Federal</span></span></strong>, além de estelionato e lavagem de dinheiro.</p>
<p data-start="0" data-end="258"><strong><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Rafael Góis</span></span>, CEO do grupo <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Fictor</span></span>, e <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Luiz Rubini</span></span>, ex-sócio da empresa, estão entre os alvos da operação</strong>. Em novembro, a Fictor tentou comprar o Banco Master horas antes de o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial da instituição.</p>
<p data-start="522" data-end="698">Ao todo, são cumpridos <strong>43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva,</strong> expedidos pela Justiça Federal paulista, em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.</p>
<p data-start="522" data-end="698">A investigação começou em 2024, após a identificação de um esquema estruturado para obtenção de vantagens ilícitas. Segundo a PF, o grupo atuava com a <strong>cooptação de funcionários de instituições financeiras</strong> e o uso de empresas para movimentar e ocultar recursos.</p>
<p data-start="700" data-end="987">A Justiça também determinou o bloqueio de bens, veículos e ativos financeiros até R$ 47 milhões para descapitalizar a organização<strong>. As fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões.</strong> Foram autorizadas ainda quebras de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 jurídicas.</p>
<p data-start="989" data-end="1314">De acordo com as investigações, empresas de fachada eram usadas para dissimular a origem dos recursos, enquanto funcionários inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Os valores eram posteriormente<strong> convertidos em bens de luxo e criptoativos para dificultar o rastreamento.</strong></p>
<p data-start="1316" data-end="1587" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A operação contou com apoio da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Polícia Militar do Estado de São Paulo</span></span>. Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e corrupção, com penas que podem ultrapassar 50 anos de prisão.</p>
<h2 data-start="1316" data-end="1587"><strong>PF investiga Grupo Fictor</strong></h2>
<p>A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar o <strong>Grupo Fictor, que fez uma oferta para comprar o Banco Master</strong>, em novembro do ano passado, e entrou, no último domingo, 1º, com pedido de recuperação judicial.</p>
<p>Os crimes de que a empresa é suspeita são os de gestão fraudulenta, apropriação indébita, emissão de títulos falsos e operar instituição financeira sem autorização. No próprio pedido de recuperação judicial, o grupo menciona “eventuais ilícitos”.</p>
<p>O dono do Master Daniel Vorcaro afirmou à PF que <strong>tentou viabilizar a venda de seu banco à Fictor com a ajuda de investidores árabes.</strong> A operação, contudo, foi barrada pelo Banco Central, que determinou a liquidação da instituição financeira devido a suspeitas de fraudes na emissão de R$ 12,2 bilhões em títulos falsos.</p>
<p>O BC considerou que a tentativa de compra era uma forma de mascarar a crise pela qual passava o Master, sem recursos para honrar compromissos com credores. No pedido de recuperação judicial, a Fictor diz que busca viabilizar o pagamento de R$ 4 bilhões em dívidas.</p>
</p></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/pf-faz-operacao-contra-fraudes-na-caixa-que-podem-chegar-a-r-500-milhoes.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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