Categories: Política

PEC: relator quer proibir bloqueio de verbas para área da segurança

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O relator da Proposta de Emenda à Constituição &lpar;PEC&rpar; da Segurança Pública&comma; deputado Mendonça Filho &lpar;União-PE&rpar;&comma; quer proibir o bloqueio ou contingenciamento de recursos da União destinados à área da segurança&period; <strong>A previsão é que o parecer da PEC 18 de 2025 seja lido nesta quarta-feira &lpar;10&rpar;&comma; na Comissão Especial<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o relator informou nesta terça-feira &lpar;9&rpar;&comma; a proposta amplia as fontes de financiamento para o área da segurança e&comma; conforme previa o texto original do Executivo&comma; constitucionaliza os Fundos Nacionais de Segurança Pública &lpar;FNSP&rpar; e o Fundo Nacional Penitenciário &lpar;Funpen&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O Fundo Nacional de Segurança Pública vai executar&comma; em 2025&comma; menos de 1&percnt; de tudo que é investido em segurança pública no Brasil&period; Isso não é nada&period; É ridículo&period; Como é que você vai fazer segurança pública sem recursos&quest; É impossível”&comma; afirmou Mendonça Filho&period;  <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Em audiência pública no Senado nesta terça-feira &lpar;9&rpar;&comma; o ministro da Justiça e Segurança Pública &lpar;MJSP&rpar;&comma; Ricardo Lewandowski&comma; destacou que o baixo recurso orçamentário é uma das principais dificuldades da União para combater o crime<&sol;strong>&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Parecer do relator<&sol;h2>&NewLine;<p>Mendonça Filho apresentou aos líderes partidários&comma; nesta terça-feira &lpar;9&rpar;&comma; os &OpenCurlyDoubleQuote;princípios” do seu parecer&comma; dividindo o relatório em quatro pilares principais&colon; política criminal&semi; sistema policial&semi; sistema prisional e política de segurança&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Porém&comma; o parecer final do deputado ainda não foi divulgado e a leitura do relatório foi marcada para esta quarta-feira &lpar;10&rpar; na Comissão Especial da PEC 18 de 2025<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda segundo Mendonça&comma; a PEC propõe o fim da progressão de pena para integrantes de facções e milícias ou autores de crimes violentos&period; Com isso&comma; esses presos teriam que cumprir 100&percnt; da pena em regime fechado&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>A PEC também autorizaria os estados e Distrito Federal a legislarem em temas de segurança pública e&comma; segundo o relator&comma; rejeita o modelo proposto pelo Executivo para integração das forças de segurança&comma; considerado &OpenCurlyDoubleQuote;centralizador” pelo deputado<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Cooperação federativa<&sol;h2>&NewLine;<p>Enviada originalmente pelo Executivo em abril deste ano&comma; a PEC 18 de 2025 vinha sofrendo resistências no Parlamento e por parte de governadores&comma; em especial&comma; contra dispositivo que atribui à União a elaboração do plano nacional de segurança pública que deverá ser observado pelos estados e Distrito Federal&period; <&sol;p>&NewLine;<p><strong>O relator Mendonça Filho&comma; de oposição ao governo&comma; informou que rejeitou a linha central do texto original enviado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva que&comma; segundo ele&comma; centralizava a segurança pública na União<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O nosso texto trabalha a governança federativa mais articulada&comma; cooperação interagências e o fortalecimento da proteção à sociedade&period; Garantimos a autonomia dos estados&period; Nenhum país de dimensões continentais tem centralização de segurança”&comma; defendeu Mendonça&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O governo federal nega que a PEC original promovesse qualquer centralização e sempre defendeu que o texto foi construído para integrar as forças de segurança&comma; mantendo a autonomia dos estados&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>O texto original do Executivo afirma que a União seria a responsável por elaborar a política nacional de segurança públic<&sol;strong>a&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;cujas diretrizes serão de observância obrigatória por parte dos entes federados&comma; ouvido o Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social&comma; integrado por representantes da União&comma; dos Estados&comma; do Distrito Federal e dos Municípios”&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Em entrevista à<strong> Agência Brasil<&sol;strong>&comma; o policial federal e conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública&comma; Roberto Uchôa&comma; defendeu que é preciso colocar o governo federal na liderança do combate às facções criminosas e organizações hoje transnacionais&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Já ficou mais do que evidente que os governos estaduais&comma; todos eles&comma; não conseguem mais resolver sozinhos os seus problemas de segurança pública&period; Não é sobre tirar a autonomia dos estados&comma; é liderar um processo que pode envolver&comma; por exemplo&comma; em uma investigação&comma; dois&comma; três&comma; quatro estados”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Maioridade penal<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>O relator da PEC da Segurança afirmou ainda que quer incluir no texto da proposta de emenda constitucional a previsão de um referendo&comma; a ser realizado em 2028&comma; para redução da maioridade penal&comma; de 18 para 16 anos&comma; para autores de crimes violentos&comma; hediondos ou para membros de facções<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Esse é um tema que já foi debatido&comma; foi votado na Câmara dos Deputados&comma; mas não avançou no Senado&period; Então&comma; nada melhor do que a população possa responder a essa tese”&comma; afirmou o parlamentar a jornalistas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em outubro deste ano&comma; o Senado aprovou e enviou à Câmara projeto que&comma; sem reduzir a maioridade penal&comma; aumenta o tempo de internação de jovens em conflito com a lei&comma; dos atuais três anos de internação&comma; para até dez anos de privação de liberdade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a assessoria do parlamentar&comma; a previsão do referendo ainda está em discussão com os líderes para definir se entra&comma; ou não&comma; no relatório final a ser lido amanhã na Comissão Especial&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-12&sol;pec-relator-quer-proibir-bloqueio-de-verbas-para-area-da-seguranca">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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