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<p>A chegada da <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://brasilescola.uol.com.br/pascoa" target="_blank" rel="noopener">Páscoa</a> altera a rotina alimentar das famílias e pode trazer desafios para crianças com seletividade alimentar. A combinação de novos sabores, como peixes e chocolates, exige atenção dos responsáveis para garantir segurança, equilíbrio e uma experiência positiva.</p>
<p>Especialmente em <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://ideiasus.fiocruz.br/wp-content/uploads/2025/04/pratica-CRIANCAS-NEURODIVERGENTES.pdf" target="_blank" rel="noopener">crianças neurodivergentes</a>, como as com Transtorno do Espectro Autista, a adaptação alimentar pode ser mais sensível. Nesses casos, respeitar o tempo da criança é essencial para evitar rejeições e desconfortos.</p>
<h4><strong>Atenção aos peixes no cardápio</strong></h4>
<p>Durante a Páscoa, pescados e frutos do mar ganham destaque nas refeições familiares. Além de nutritivos, eles são fontes importantes de proteínas e gorduras boas. No entanto, é fundamental ter cuidado com a presença de espinhas.</p>
<figure id="attachment_8700" aria-describedby="caption-attachment-8700" style="width: 339px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8700" class="wp-caption-text">Imagem: Freepik</figcaption></figure>
<p>“<strong>Pescados, como bacalhau, e frutos do mar estão no menu dos encontros familiares pascais. O peixe é um alimento nutritivo, excelente fonte de proteínas de alto valor biológico e gorduras boas, mas é importante ter cuidado com as espinhas, especialmente quando falamos da alimentação infantil</strong>“, explica a nutricionista Geysa Staudinger, especialista da Clínica Mundos, rede terapêutica para neurodivergentes.</p>
<p>Segundo a especialista, a escolha e o preparo fazem diferença na aceitação alimentar. “Para crianças pequenas ou com maior sensibilidade alimentar, é interessante optar por peixes com sabores suaves e texturas macias como tilápia, pescada amarela e a merluza, já limpos em filé. Isso reduz riscos e torna a experiência alimentar mais segura e tranquila”, acrescenta.</p>
<p>Além disso, a presença de espinhas pode impactar negativamente a relação da criança com o alimento. “Quando a criança encontra uma espinha inesperadamente, ela pode desenvolver receio ou rejeição ao peixe. Para quem já tem seletividade alimentar, isso pode reforçar ainda mais a resistência ao alimento”, afirma Geysa Staudinger.</p>
<h4><strong>Seletividade alimentar e sensibilidade sensorial</strong></h4>
<p>Crianças e adolescentes neurodivergentes podem apresentar maior sensibilidade a sabores, texturas, cheiros e cores. Essa característica pode gerar sobrecarga sensorial durante as refeições.</p>
<p>Por isso, a orientação é evitar imposições.</p>
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<p>“<strong>O melhor caminho é respeitar o tempo da criança. Não é necessário forçar o consumo de novos alimentos durante a celebração. A exposição gradual e o exemplo da família são estratégias muito mais eficazes”</strong>, informa Geysa Staudinger.</p>
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<p>Além disso, incluir a criança no preparo pode favorecer a aceitação.”Quando a criança participa da cozinha, observa os ingredientes e ajuda no preparo, ela cria uma relação mais positiva com o alimento.”</p>
<h4><strong>Consumo de chocolate exige moderação</strong></h4>
<p>Os ovos de chocolate são símbolos tradicionais da Páscoa e fazem parte da celebração. No entanto, o consumo excessivo pode provocar desconfortos gastrointestinais. “Chocolate em excesso pode provocar dor abdominal, náusea, alterações intestinais e até irritabilidade em algumas crianças”, alerta a nutricionista.</p>
<figure id="attachment_8697" aria-describedby="caption-attachment-8697" style="width: 346px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8697" class="wp-caption-text">Imagem: Freepik</figcaption></figure>
<p>A recomendação é simples: equilíbrio ao longo dos dias. “A Páscoa não precisa ser um momento de proibição, mas de equilíbrio. A criança pode consumir chocolate, mas em pequenas porções e distribuídas ao longo dos dias”.</p>
<h4><strong>Alimentação também é afeto</strong></h4>
<p>Mais do que o cardápio, o ambiente alimentar influencia diretamente a experiência da criança. Um espaço acolhedor e respeitoso favorece a construção de uma relação saudável com a comida. “A<strong> alimentação também tem um papel afetivo nas datas comemorativas. O importante é que a criança se sinta acolhida e respeitada nas suas preferências e limites”.</strong></p>
<p>Cada criança possui um ritmo próprio de adaptação. Por isso, respeitar esse processo é fundamental. “Quando respeitamos o tempo da criança e oferecemos um ambiente tranquilo, as chances de ampliar o repertório alimentar são muito maiores”, finaliza Geysa Staudinger.</p>
<figure id="attachment_8699" aria-describedby="caption-attachment-8699" style="width: 335px" class="wp-caption alignnone"><figcaption id="caption-attachment-8699" class="wp-caption-text">Imagem: Freepik</figcaption></figure>
<h4><strong>Dicas para uma Páscoa equilibrada</strong></h4>
<p>• Verifique sempre a presença de espinhas no peixe antes de servir<br />• Prefira peixes em filé ou com menos espinhas<br />• Evite forçar novos alimentos em crianças com seletividade alimentar<br />• Permita que a criança participe do preparo das refeições<br />• Ofereça chocolate em pequenas quantidades<br />• Distribua o consumo de doces ao longo dos dias<br />• Mantenha refeições equilibradas durante a celebração<br />• Observe possíveis desconfortos digestivos após exageros</p>
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<h4 style="text-align: center;"><strong>O equilíbrio entre tradição e cuidado pode transformar a Páscoa em um momento mais leve, seguro e acolhedor para toda a família.</strong></h4>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/pascoa-como-lidar-com-seletividade-alimentar-infantil/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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