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MP investiga contratos de concessão de parques da zona oeste de São Paulo

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>A notícia encaminhada à promotoria diz que a concessionária estaria permitindo a realização de eventos privados e a ocupação comercial de diversas áreas dos parques Villa-Lobos e Cândido Portinari<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">Reprodução&sol;MP-SP<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;05&sol;ministerio-publico-do-estado-de-sao-paulo-mp-sp-345x194&period;jpg"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2026&sol;05&sol;ministerio-publico-do-estado-de-sao-paulo-mp-sp-750x423&period;jpg"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Ministério Público do Estado de São Paulo &lpar;MP-SP&rpar;<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>O <strong>Ministério Público de São Paulo &lpar;MP-SP&rpar; abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades<&sol;strong> nos contratos de concessão firmados em 2022 pelo governo paulista com a empresa Reserva Novos Parques Urbanos&comma; responsável pela administração dos Parques Estaduais Villa-Lobos e Cândido Portinari&comma; ambos na zona oeste da capital&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <strong>abertura do inquérito foi oficializada na última segunda-feira &lpar;18&rpar; por meio de uma portaria assinada pelo promotor Paulo Destro<&sol;strong>&comma; a partir de uma representação feita pela Associação dos Amigos do Alto de Pinheiros &lpar;SAAP&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No documento&comma; o promotor afirma que a investigação apura possível prática de improbidade administrativa envolvendo os responsáveis pela concessão&comma; diante da hipótese de &OpenCurlyDoubleQuote;exploração econômica excessiva” dos parques e de supostas falhas na fiscalização contratual pela Arsesp&comma; agência responsável pela supervisão&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Em nota&comma; a Arsesp informou que não foi notificada sobre o inquérito instaurado pelo MP-SP<&sol;strong> e afirmou estar à disposição para prestar esclarecimentos&period; A agência disse ainda que atua para garantir que a exploração econômica dos parques ocorra em conformidade com as regras previstas em contrato e &OpenCurlyDoubleQuote;com respeito à finalidade pública” dos espaços&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Procurada&comma; a empresa Reserva Novos Parques Urbanos disse que não recebeu &OpenCurlyDoubleQuote;qualquer comunicação oficial ou notificação formal por parte das autoridades mencionadas”&period; <strong>Alega&comma; ainda&comma; que houve um procedimento encerrado e arquivado em março de 2026&comma; no qual não foram constatados indícios de irregularidades na gestão dos Parques&period;<&sol;strong> &OpenCurlyDoubleQuote;Reafirmamos nosso compromisso com a legalidade&comma; a transparência e o cumprimento das obrigações contratuais”&comma; termina o texto&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Eventos privados e sem fiscalização<&sol;h2>&NewLine;<p>A notícia de fato encaminhada à promotoria sustenta que a concessionária estaria permitindo a realização de eventos privados e a ocupação comercial de diversas áreas dos parques Villa-Lobos e Cândido Portinari&period; Segundo a denúncia&comma; a montagem e a desmontagem das estruturas utilizadas nessas atividades acabam restringindo o acesso dos frequentadores e limitando a ocupação de espaços públicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O <strong>documento também aponta possível deficiência na atuação fiscalizatória dos agentes públicos da Arsesp&comma;<&sol;strong> &OpenCurlyDoubleQuote;especialmente quanto ao controle e acompanhamento das intervenções permanentes e provisórias realizadas nos parques concedidos&comma; incluindo estruturas comerciais&comma; ativações privadas e eventos promovidos pela Concessionária Reserva Novos Parques Urbanos S&period;A&period;”&comma; diz trecho da representação apresentada pela associação&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Com base na denúncia&comma; o Ministério Público instaurou o inquérito para apurar as acusações<&sol;strong> e solicitou esclarecimentos à Arsesp e à Reserva Novos Parques Urbanos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para a Arsesp&comma; a promotoria pediu cópias de processos administrativos&comma; informações sobre procedimentos de fiscalização do contrato de concessão dos parques&comma; além de detalhes sobre os mecanismos de regulação&comma; controle&comma; monitoramento e auditoria adotados pela agência para acompanhar as concessões&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No mesmo comunicado enviado à reportagem&comma; a Arsesp afirmou que a realização de eventos nos parques Villa-Lobos e Cândido Portinari está prevista no Contrato de Concessão e nos instrumentos de gestão dos parques&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;desde que compatível com suas finalidades de lazer&comma; esporte&comma; cultura e recreação”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a agência&comma; <strong>o contrato permite a delimitação temporária de áreas<&sol;strong> e a instalação de estruturas provisórias para eventos&comma; sem prejuízo às demais atividades dos parques&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nos casos de eventos de grande porte&comma; a realização depende de aprovação prévia do Conselho de Orientação e da Arsesp&period; Além disso&comma; a concessionária deve observar regras como os horários mínimos de funcionamento dos parques e os limites de ruído previstos na legislação”&comma; disse a nota&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Para a Reserva Novos Parques&comma; o MP solicitou a relação de eventos realizados nos parques desde 2024<&sol;strong>&comma; os períodos de montagem e desmontagem&comma; a relação de estruturas permanentes e temporárias instaladas&comma; os contratos firmados com terceiros relacionados à exploração econômica dos parques&comma; entre outras informações relacionadas às operações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também foram oficiados diferentes órgãos e agentes do governo de São Paulo&comma; incluindo a Secretaria de Meio Ambiente&comma; Infraestrutura e Logística&comma; a Secretaria de Relações Institucionais e a Secretaria de Investimentos&comma; além do Controlador-Geral do Estado de São Paulo&comma; do Tribunal de Contas do Estado e também da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento da capital paulista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Todos terão<strong> prazo de 30 dias para se manifestar<&sol;strong> e enviar as informações ao Ministério Público&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;mp-investiga-contratos-de-concessao-de-parques-da-zona-oeste-de-sao-paulo&period;html">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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