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Ministra defende regras objetivas na avaliação de servidor em reforma

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A ministra da Gestão e Inovação &lpar;MGI&rpar;&comma; Esther Dweck&comma; defendeu&comma; nesta quarta-feira &lpar;27&rpar;&comma; a regulação da avaliação de desempenho para servidores na reforma administrativa&comma; mas ponderou que a questão é &OpenCurlyDoubleQuote;como cobrar essa avaliação” e sugeriu que ela não deve estar restrita a análise da chefia imediata&period;  <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Na nossa visão&comma; a estabilidade foi pensada como uma proteção ao Estado brasileiro&comma; de eventuais desvios éticos para o profissional&comma; quanto à possibilidade de denunciar malfeitos&period; Mas ela não pode ser uma proteção ao mau servidor”&comma; avaliou a ministra&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Para Esther Dweck&comma; apesar de necessária&comma;<&sol;strong> <strong>a avaliação de desempenho deve ter métricas variadas e objetivas para não depender apenas do chefe imediato&period;<&sol;strong>  <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;&lbrack;São necessárias&rsqb; métricas que não passem apenas pela avaliação do chefe imediato&period; Poder ter métricas mais objetivas que permitam uma boa avaliação do desempenho sem depender do chefe imediato porque a gente sabe que existe uma dificuldade&period; A natureza inerente do chefe imediato é fazer uma avaliação mais contundente sobre o seu subordinado”&comma; avaliou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Por outro lado&comma; Esther apresentou dúvidas sobre a proposta da reforma administrativa do pagamento de bônus por produtividade e ponderou que a contratação de funcionários temporários é uma realidade que precisa de regulamentação&period; A <strong>ministra do MGI disse ainda que aguarda versão final da proposta para avaliação final do governo&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A análise da chefa do Ministério da Gestão foi exposta em debate com o relator da reforma administrativa&comma; o deputado Pedro Paulo &lpar;MDB-RJ&rpar;&period; Reforma essa que é motivo de preocupação de sindicatos de servidores públicos que temem retrocessos&period; <&sol;p>&NewLine;<p>O encontro entre Esther e Pedro Paulo foi promovido por veículos do Grupo Globo e apoiado por organizações do mercado financeiro&comma; como a Federação Brasileira de Bancos &lpar;Febraban&rpar;&period; O evento contou ainda com a participação do presidente da Câmara&comma; <strong>deputado Hugo Motta &lpar;Republicanos-PB&rpar;&comma; que defendeu uma reforma que entregue um Estado mais &OpenCurlyDoubleQuote;eficiente” e &OpenCurlyDoubleQuote;enxuto” para população&period;  <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O seminário também contou com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar;&comma; Roberto Barroso&comma; que <strong>defendeu que decisões judiciais levem em conta o impacto fiscal para o Estado&comma; mas evitou comentar a proposta que reduz de 60 para 30 dias o período de férias dos magistrados&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h2>Mudanças <&sol;h2>&NewLine;<p>Apesar do texto ainda não ter sido apresentado&comma; algumas mudanças foram divulgadas pelo relator Pedro Paulo&comma; entre elas&comma; o estabelecimento de regras para avaliação de desempenho de servidores para progressão na carreira&semi; o bônus de produtividade por cumprimento de metas&semi; a regulação da contratação temporária de funcionários no serviço público&semi; e a digitalização de todo serviço público&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Outras mudanças seriam&colon; dispositivos para combater os supersalários&semi; para limitar o trabalho remoto a um dia por semana&semi; acabar com a aposentadoria compulsória para magistrados expulsos do serviço por irregularidades&semi; regras gerais para realização de concursos&semi; o estabelecimento de&comma; no mínimo&comma; 20 níveis na carreira das categorias&semi; e salário de ingresso limitado a metade do vencimento do final da carreira&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Avaliação de desempenho<&sol;h2>&NewLine;<p>Atualmente&comma; a avaliação de desempenho dos servidores é realizada&comma; ou não&comma; de acordo com critérios e regras de cada instituição&period; A <strong>reforma administrativa regulamentaria o mecanismo para toda a administração pública&comma; nos Três Poderes&comma; e em todos os entes federados&comma; condicionando a progressão da carreira à avaliação de desempenho&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Na visão da ministra Esther Dweck&comma; a progressão na carreira deve permitir outros mecanismos além da avaliação de desempenho&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Concordamos que a avaliação de desempenho tem que ser um dos critérios&comma; mas a gente propõe outros&comma; que não só o tempo de serviço”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Posição diferente tem o relator Pedro Paulo&comma; que defende o fim da progressão de carreira por tempo de serviço&comma; vinculando a progressão&comma; necessariamente&comma; à avaliação de desempenho&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A avaliação de desempenho&comma; que está na proposta&comma; é a avaliação individual do servidor&comma; que ela vai ser fundamental para a progressão da carreira porque nós vamos acabar na reforma com a progressão por tempo de serviço”&comma; destacou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Bônus por produtividade<&sol;h2>&NewLine;<p>Ainda no encontro desta quarta-feira&comma; a ministra <strong>Esther Dweck apresentou dúvidas em relação a proposta de pagamento de bônus de produtividade&comma; temendo que isso gere aumento de despesas que a União não poderia arcar&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A <strong>minha preocupação sempre é essa de não botar obrigações que têm um impacto fiscal&comma; embora no mérito&comma; a proposta seja boa”&comma; disse Esther<&sol;strong>&comma; acrescentando dúvidas sobre como as metas estabelecidas considerariam o contexto em que os serviços públicos são prestados&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Uma escola que fica dentro de um ambiente conflagrado&comma; de uma comunidade extremamente violenta&comma; onde metade do ano não tem aula por violência&comma; como é que você pode dizer que aquela escola teve mal desempenho&quest; Como faz uma diferenciação de bonificação levando em conta o contexto&quest;”&comma; ponderou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O <strong>relator da reforma&comma; deputado Pedro Paulo&comma; justificou que o bônus por produtividade será opcional e vai depender das regras fiscais que limitam os gastos públicos&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É compartilhar com o servidor o bom resultado a partir de um sistema de indicadores&comma; de metas que foram definidas&period; É um indicador coletivo que vai estimular que o órgão cumpra aquela meta&period; Não acredito que isso vai gerar esse impacto porque ele é opcional e porque ele respeita as regras do cúmplice pessoal”&comma; explicou o parlamentar&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Contratos temporários<&sol;h2>&NewLine;<p>Outro tema de destaque da reforma administrativa é a regulação das regras para contratos temporários de funcionários para o serviço público&period; <strong>Sindicatos de servidores alegam que a prática&comma; se disseminada&comma; mina a estabilidade do servidor ao substituir o concursado por empregados temporários&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O relator da proposta na Câmara justificou que a contratação temporária é uma realidade e precisa de regulação mínima a nível nacional&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;&lbrack;Alguns sindicatos&rsqb; acreditam que o vínculo estatutário é o único possível&period; Mas eu acredito que tem que ter uma lei nacional disciplinando contratos temporários&period; Estamos dizendo que qualquer ente&comma; qualquer Poder que quiser fazer uma contratação temporária&comma; tem que ter uma regra mínima”&comma; disse o deputado Pedro Paulo&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Esther Dweck concordou com o relator de que são necessárias regras mínimas para o contrato temporário&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O regime temporário é importante&period; Isso é uma realidade em Estados e municípios ainda muito mais ampla do que no Executivo federal&comma; mas também existe no Executivo Federal”&comma; comentou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Alinhados<&sol;h2>&NewLine;<p>A ministra Esther Dewck informou que teve acesso ao texto original da proposta&comma; mas que aguarda a nova versão do relator Pedro Paulo com as sugestões das bancadas partidárias&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a ministra&comma; o <strong>Executivo está alinhado com o relator em alguns objetivos anunciados&comma; mas rejeitou medidas no &OpenCurlyDoubleQuote;espírito” da Proposta de Emenda à Constituição 32 de 2020&comma; apresentada no governo anterior&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Combater os privilégios&comma; aumentar a capacidade de entregas &lbrack;do Estado&rsqb; e melhorar a possibilidade dos servidores fazerem um bom trabalho&comma; com a própria lógica de que os servidores são o centro da capacidade de entrega do Estado&comma; com todas as ferramentas digitais de organização&comma; esse é o nosso objetivo e estamos alinhados em conseguir fazer isso”&comma; comentou a ministra&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Já o <strong>relator Pedro Paulo disse que a reforma administrativa deve sair em acordo com o Executivo federal e que recebeu mais de 100 propostas do governo federal&period;  <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não tem hipótese de a gente aprovar uma reforma administrativa que esteja em conflito entre Executivo e Legislativo&period; Isso não vai acontecer&period; Nós vamos convergir no final&period; Antigamente&comma; quando a gente falava de PEC 32&comma; estavam tacando o copo um no outro&comma; era briga”&comma; brincou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-08&sol;ministra-defende-regras-objetivas-na-avaliacao-de-servidor-em-reforma">Fonte&colon; 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Redação

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