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<p>Representante do MP esclarece que o vencimento em questão era apenas indicativo e não uma obrigação legal; segundo a instituição, não houve descumprimento de regras processuais que impedisse o depoimento de Leniel</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">MAURICIO ALMEIDA/W9 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2022/02/1000x600-18.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2022/02/1000x600-18.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Monique Medeiros durante audiência do caso Henry Borel, seu filho assassinado aos quatro anos de idade<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"????></p>
<p>Uma controvérsia sobre prazos legais gerou incerteza sobre a participação de Leniel Borel, pai do menino <strong>Henry Borel</strong>, no julgamento de Monique Medeiros e do ex-vereador Jairo Souza, que são acusados de tortura e homicídio. A questão surgiu após uma interpretação inicial da Justiça do <strong>Rio de Janeiro</strong> sugerir que o <strong>Ministério Público</strong> (MP) teria perdido o prazo para a inclusão de novas diligências e testemunhas.</p>
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<p>Apesar da preocupação, um representante do MP esclareceu que o prazo em questão era apenas indicativo e não uma obrigação legal. Segundo a instituição, não houve descumprimento de regras processuais que impedisse o depoimento de Leniel, uma peça-chave no caso. O pai de Henry, por sua vez, demonstrou confiança na atuação de seus advogados e na justiça. O crime, ocorrido em 2021, segue sem uma sentença final, com a mãe e o padrasto da criança permanecendo presos.</p>
<p><em>*Com informações de Rodrigo Viga</em></p>
<p>*Reportagem produzida com auxílio de IA</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/ministerio-publico-perde-prazo-e-pai-de-henry-borel-pode-nao-testemunhar-em-julgamento.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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