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Mercado frustrado com corte e dúvidas com Trump explicam dólar recorde

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O dólar chegou a bater R&dollar; 6&comma;10 no início desta sexta-feira &lpar;29&rpar;&period; Desde quarta-feira &lpar;27&rpar;&comma; a moeda norte-americana tem acumulado recordes de alta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para economistas consultados pela <strong>Agência Brasil<&sol;strong>&comma; uma das explicações para esse aumento é a incerteza do cenário internacional marcado&comma; entre outros fatores&comma; pelo futuro governo de Donald Trump&comma; nos Estados Unidos&comma; que promete taxar concorrentes comerciais&period; Outro fator predominante foram os anúncios de corte de gastos e de reforma tributária sobre o Imposto de Renda &lpar;IR&rpar; anunciados pelo governo federal&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;406966&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;406966 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta"><&excl;--copyright&equals;406966-->Brasília &lpar;DF&rpar; 28&sol;11&sol;2024 &&num;8211&semi; Anúncio do pacote de cortes de gastos do governo federal&period; <strong>Foto&colon;<&sol;strong> <strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom&sol; Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;406966--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Os principais agentes do mercado financeiro esperavam um corte maior que os R&dollar; 70 bilhões em dois anos e os R&dollar; 327 bilhões em cinco anos propostos pelo Executivo&comma; segundo avaliação do diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional &lpar;FMI&rpar; e professor de economia licenciado da Universidade de Brasília &lpar;UnB&rpar;&comma; André Roncaglia&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O mercado esperava um pacote de cortes e o que veio foi um pacote de contenção do crescimento dos gastos&period; O mercado ficou frustrado porque esperava um caminho mais austero no sentido de efetivamente reduzir a quantidade de dinheiro gasto no agregado pelo governo e o que o governo entregou foi diminuir o quanto vai aumentar o gasto”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O economista e professor da UnB&comma; César Bergo&comma; avaliou à <strong>Agência Brasil <&sol;strong>que é preciso considerar ainda o cenário global marcado por incertezas&comma; em especial&comma; devido a gestão de Donald Trump&comma; eleito presidente dos EUA&comma; que tem prometido aumentar a taxação das importações&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Sobretudo em função das medidas que Trump vem anunciando&comma; com o protecionismo e a questão da taxação dos comércios e seu discurso de fortalecimento do dólar&period; Tudo isso tem afetado o preço do dólar&period; Contribui também a política monetária americana&comma; que na dúvida não reduz a taxa de juros&comma; então também fortalece o dólar no mundo inteiro”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Instabilidade do real<&sol;h2>&NewLine;<p>O professor André Roncaglia também alerta para o fator externo&comma; em especial&comma; a instabilidade do real no mundo que&comma; segundo o especialista&comma; é a terceira moeda mais usada no mercado de derivativos&comma; que é um tipo de ativo financeiro ligado à especulação&period; O real fica atrás apenas do dólar e do euro nesse mercado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Isso faz do real uma moeda excessivamente volátil&period; Qualquer espirro que aconteça no plano internacional se traduz aqui com um resfriado&comma; uma gripe ou até algo mais grave como uma pneumonia”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-grande&lowbar;6colunas type-image atom-align-right">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;163556&colon;grande&lowbar;6colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;163556 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta"><&excl;--copyright&equals;163556-->Eleito presidente dos EUA&comma; Donald Trump promete gestão protecionista &&num;8211&semi; <strong>Foto&colon;<&sol;strong> <strong>REUTERS&sol;Eric Thayer&sol;Direitos Reservados<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;163556--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Para Roncaglia&comma; como há uma incerteza em relação à política dos Estados Unidos&comma; os juros por lá tendem a se manter elevados&period;  <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Quando os juros nos EUA estão altos a gente tende a perder muito mais dólares proporcionalmente aos nossos pares da periferia do sistema por essa característica específica do real&period; Ou seja&comma; a combinação desses elementos externos faz com que a reação associada ao pacote fiscal interno agrave um processo que já está ocorrendo no plano internacional&comma; que é o dólar se valorizar perante todas as moedas&comma; particularmente as moedas dos países em desenvolvimento”&comma; enfatizou&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Renda dos ricos<&sol;h2>&NewLine;<p>Para o economista Paulo Gala&comma; professor da Fundação Getúlio Vargas &lpar;FGV&rpar; de São Paulo &lpar;SP&rpar; e economista-chefe do Banco Master&comma; além do corte ter sido mais tímido do que o mercado financeiro queria&comma; os agentes entraram em &OpenCurlyDoubleQuote;pânico” quando conheceram a proposta de isentar os trabalhadores que ganham até R&dollar; 5 mil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O ajuste no arcabouço fiscal demorou quatro semanas e quando veio&comma; veio junto com uma medida que pode onerar os cofres públicos em mais R&dollar; 50 bilhões se nenhuma medida compensatória for feita&period; Ou seja&comma; se misturou um pacote de isenção de tributação&comma; que não estava no radar&comma; e foi uma surpresa&period; Agora&comma; fica o medo de que nem venha o corte de gastos e&comma; se vier&comma; ele seja compensado com corte de imposto”&comma; destacou em uma rede social&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O governo federal sustenta que toda isenção de IR dos que ganham até R&dollar; 5 mil será compensada com o aumento da tributação dos que ganham acima de R&dollar; 50 mil&period; De acordo com o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&comma; a reforma da renda será neutra&comma; ou seja&comma; não terá impacto sobre a arrecadação do governo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após a alta do dólar desta sexta&comma; o presidente do Senado&comma; Rodrigo Pacheco &lpar;PSD-MG&rpar;&comma; veio a público afirmar que a isenção do IR dependerá das condições fiscais do país&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Só poderá acontecer se&comma; e somente se&comma; tivermos condições fiscais para isso&period; Se não tivermos&comma; não vai acontecer”&comma; disse o senador&period; <&sol;p>&NewLine;<p>Para o economista André Roncaglia&comma; essa foi uma reação defensiva dos principais agentes de ativos financeiros do mercado que temem ter que pagar mais impostos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A mensagem foi mal recebida por parte do mercado financeiro que&comma; de repente&comma; estava pedindo corte de gastos e viu que vai ter que participar do ajuste por meio de um aumento na tributação sobre os rendimentos do topo da pirâmide&period; Os investidores acabam jogando contra o real&comma; não porque eles querem jogar contra a moeda&comma; mas porque é uma reação defensiva&comma; já que eles não sabem para onde vai a política tributária”&comma; explicou&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2024-11&sol;mercado-frustrado-com-corte-e-duvidas-com-trump-explicam-dolar-recorde">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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