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Marinho pede solução do Supremo contra uso irregular do MEI

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>O Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; tem a responsabilidade de impedir o uso indevido do registro de microempreendedor individual &lpar;MEI&rpar; como forma de substituir contratos formais de trabalho&comma; disse nesta quarta-feira &lpar;24&rpar; o ministro do Trabalho e Emprego&comma; Luiz Marinho&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A declaração foi feita durante a apresentação da nova Relação Anual de Informações Sociais &lpar;Rais&rpar; Mensalizada&comma; em Brasília&period; Segundo Marinho&comma; a contratação de profissionais como pessoa jurídica em situações que apresentam características de emprego formal pode configurar fraude trabalhista&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Limites do MEI<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Marinho defende que o MEI seja usado apenas por trabalhadores autônomos que exerçam atividades de empreendedorismo real&comma; e não como alternativa para empresas evitarem obrigações trabalhistas&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o ministro&comma; algumas funções não teriam perfil de atividade empresarial quando exercidas dentro da estrutura de uma empresa&comma; como jornalistas&comma; enfermeiros e cargos de gerência&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&&num;8220&semi;Não se pode utilizar o MEI como forma de uma fraude trabalhista&&num;8221&semi;&comma; ressalta&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O Ministério do Trabalho considera irregular a contratação via MEI quando estão presentes elementos típicos de vínculo empregatício&comma; como subordinação&comma; pessoalidade&comma; habitualidade e pagamento fixo&period;<&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;whatsapp&period;com&sol;channel&sol;0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target&equals;"&lowbar;blank">&gt&semi;&gt&semi; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<h2>Debate no Supremo<&sol;h2>&NewLine;<p>A manifestação ocorre enquanto o STF analisa ações relacionadas à chamada &&num;8220&semi;pejotização&&num;8221&semi;&comma; que envolve a contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas e a definição dos limites para reconhecimento de vínculo empregatício&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para Marinho&comma; permitir o uso indiscriminado de pessoas jurídicas em substituição a empregados formais poderia enfraquecer direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho &lpar;CLT&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Horas extras<&sol;h2>&NewLine;<p>Durante o evento&comma; o ministro também comentou sobre o pagamento de horas extras e afirmou esperar que empresas estejam cumprindo a legislação trabalhista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Pelas regras atuais&comma; a jornada regular é de até 44 horas semanais&period; Quando esse limite é ultrapassado&comma; o trabalhador deve receber a remuneração adicional&comma; salvo situações previstas em acordos de compensação ou banco de horas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Marinho afirmou que empresas que deixarem de contabilizar ou pagar corretamente as horas extras poderão ser alvo de fiscalização e multas&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Jornada formal<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Dados da Rais Mensalizada apresentados no evento mostram que grande parte dos trabalhadores formais tem jornadas superiores a 41 horas semanais<&sol;strong>&period; Atualmente&comma; o limite no Brasil corresponde a 44 horas semanais&comma; mas pode cair para 40 horas caso o Congresso aprove o fim da escala 6 por 1&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Principais números&colon;<&sol;h2>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>37&comma;11 milhões de trabalhadores têm jornada acima de 41 horas semanais&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>9&comma;24 milhões de trabalhadores cumprem entre 31 e 40 horas por semana&semi;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<p>O ministro afirmou acreditar que a maior parte das empresas cumpre as regras&comma; mas destacou que a fiscalização continuará atuando em casos de descumprimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2026-06&sol;marinho-pede-solucao-do-supremo-contra-uso-irregular-do-mei">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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