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Mais brincadeira, menos tela: Confira dicas para uma infância saudável

<p><&sol;p>&NewLine;<p>Em uma era hiper conectada&comma; sono&comma; boa alimentação e brincar ao ar livre são fundamentais <&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte"> Marcelo Camargo&sol;Agência Brasil<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;10&sol;imagem-jvp-44-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;10&sol;imagem-jvp-44-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre&comma; hoje se mistura com as telas do celular&comma; notificações e interações online<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>Se o mundo se transformou com a internet&comma; <strong>redes sociais<&sol;strong> e a massificação dos dispositivos móveis&comma; a infância também&period; Em uma era hiper conectada&comma; o contato com a natureza&comma; as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica&period; Com 29 anos de prática em consultório&comma; Renata Aniceto&comma; membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de <strong>Pediatria <&sol;strong>&lpar;SBP&rpar;&comma; destaca que já prescreve em suas orientações&comma; além de alimentação saudável e vacinação&comma; tempo de convívio entre pais e filhos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu quero que no final de semana vocês tenham duas horas de brincadeiras no parque&comma; de vivências em casa&comma; que levem as crianças para cozinhar&comma; para fazer jogos de tabuleiro&period; É um retrocesso&period; Essa geração de pais não sabe como brincar com os filhos porque eles já vêm de uma fase conectada com as telas”&comma; alerta&period; Ela conta que observou uma mudança comportamental gigantesca&comma; principalmente com a entrada das telas&comma; do celular e do tablet no cotidiano das famílias&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Houve uma desconexão entre pais e filhos&period; Porque não só as crianças estão mais tempo em tela&comma; os pais também&period; No consultório&comma; passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade e depressão&comma; quadros que nós nem estudávamos na nossa formação &lbrack;em pediatria&rsqb; e hoje precisamos lidar&period; É um momento muito conectado e desconectado ao mesmo tempo&comma; com essa desconexão humana”&comma; diz a pediatra&period; Angela Uchoa Branco&comma; professora do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília &lpar;UnB&rpar;&comma; reforça a importância das brincadeiras presenciais&comma; face a face com outras crianças e adultos&period; Para as mais velhas&comma; recomenda jogos como os de tabuleiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Jogos e brincadeiras livres são fundamentais para o desenvolvimento da criança&period; Contação de histórias dialogadas&comma; ler para a criança antes de dormir&comma; deixar livrinhos infantis disponíveis para desenvolver a criatividade e o gosto pela leitura&period; E&comma; sempre que possível&comma; levar a criança para brincar ao ar livre e conviver com a natureza”&comma; afirma Angela&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para este <strong>Dia das Crianças<&sol;strong>&comma; com médicos&comma; psicólogos e especialistas reúnem dicas para uma infância mais saudável&period; Confira&colon;<&sol;p>&NewLine;<h3 style&equals;"padding-left&colon; 40px&semi;"><strong>Mais brincadeira&comma; menos tela<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre&comma; hoje se mistura com as telas do celular&comma; notificações e interações online&period; Renata destaca que&comma; para além da perda nas interações e do convívio&comma; o excesso de telas pode prejudicar também o desenvolvimento do cérebro e da cognição&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades&comma; como foco&comma; atenção&comma; memória&comma; resolução de problemas&period; São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem&period; Além disso&comma; se eu mexo menos o corpo&comma; então haverá maior incidência de obesidade”&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No ano passado&comma; a Sociedade Brasileira de Pediatria &lpar;SBP&rpar; atualizou as orientações sobre o tempo de telas adequado para cada faixa etária&period;<&sol;p>&NewLine;<p style&equals;"padding-left&colon; 40px&semi;">De 0 a 2 anos&colon; sem telas&comma; mesmo que passivamente&semi;<br &sol;>De 2 a 5 anos&colon; uma hora por dia&comma; com supervisão dos pais ou responsáveis&semi;<br &sol;>De 6 a 10 anos&colon; uma a duas horas por dia&comma; no máximo&comma; e sempre com supervisão&semi;<br &sol;>Entre 11 e 18 anos&colon; de duas a três horas por dia&comma; e nunca deixar &OpenCurlyDoubleQuote;virar a noite”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A diretora executiva da ONG Vaga Lume&comma; Lia Jamra&comma; que há 25 anos atua com educação nos nove estados da Amazônia Legal&comma; ressalta a importância do incentivo à leitura&comma; em oposição ao digital&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É muito importante pais e cuidadores terem iniciativa de ler para a criança para ajudar a sair da tela&period; A leitura traz um impacto socioemocional muito grande na formação de repertório&comma; visão de mundo&comma; possibilidade de sonhar&period; A infância na Amazônia é mais saudável&period; Várias brincadeiras fora de casa fazem parte da rotina dessa criança&comma; como um mergulho no rio”&comma; diz Lia&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Sono<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>O sono de qualidade é um dos pilares fundamentais para o bom desenvolvimento infantil&period; O descanso adequado está diretamente ligado ao desenvolvimento físico&comma; cognitivo e emocional&period; Também nesse aspecto&comma; Renata aponta que as telas podem atuar como vilãs da saúde das crianças&semi; &OpenCurlyDoubleQuote;Se usar telas no período noturno&comma; fica com a luz da tela no meu cérebro mais tempo&comma; o que diminui a produção de melatonina&comma; hormônio responsável pela indução inicial do sono&period; Assim&comma; a criança vai ter mais dificuldade para pegar no sono e despertares noturnos mais frequentes”&comma; destaca&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A médica explica que o sono não é só para descansar&comma; mas trata-se de um período em que processos neurológicos acontecem&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A fixação de aprendizados adquiridos durante o dia é feita nesse período noturno&period; Muitos hormônios são secretados durante a noite&comma; como o hormônio do crescimento&comma; os hormônios controladores de fome e saciedade&comma; que podem impactar no apetite e ganho de peso”&comma; afirma&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Diálogo<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>A professora da UnB&comma; Angela Uchoa&comma; também destaca a importância de estabelecer diálogos respeitosos para promover uma educação que estabeleça limites&comma; mas que reforce a autoestima dos pequenos&comma; sem punições físicas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É necessário sempre escolher o momento certo para conversar e estabelecer limites&comma; dialogando&period; Devemos ter tolerância zero para agressões&comma; mas manter uma atitude respeitosa e dando exemplo de como se deve agir quando algo nos desagrada&period; Respeito gera respeito&comma; é necessário demonstrar afeto para que a criança se sinta amada e elogiar aquilo que ela sabe fazer bem&period; Isso fortalece a sua autoestima&comma; essencial para seu pleno desenvolvimento como ser humano” completa a professor da UnB&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Alimentação<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>Aos 6 meses de vida&comma; quando os primeiros dentinhos em geral aparecem&comma; o bebê inicia a chamada introdução alimentar&period; A fase é considerada primordial na formação dos futuros hábitos alimentares da criança&comma; destaca a professora Diana Barbosa Cunha&comma; do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro &lpar;Uerj&rpar;&period; Ela destaca que hábitos ruins na infância podem manter-se ao longo da vida&comma; tornando-se fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as cardíacas&comma; hipertensão arterial&comma; diabetes tipo 2&comma; entre outras&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Essa fase deve ser tranquila&comma; pensando que o objetivo da introdução alimentar é que o bebê conheça os alimentos&period; Nessa fase&comma; o leito materno ainda é o alimento mais importante&period; A recomendação é que a introdução alimentar se inicie aos 6 meses e a gente espera que&comma; aos 2 anos&comma; a criança esteja plenamente adaptada à alimentação da família”&comma; diz a professora&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"cta-model cta-model2" name&equals;"model2">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-general">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-model2" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"container-image-text" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"container-img"><&sol;div>&NewLine;<p>&NewLine; <span id&equals;"cta-text" editable&equals;"true" name&equals;"Conteúdo&colon;">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp&excl;<&sol;span>&NewLine; <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Diana destaca que é muito importante que a família esteja se alimentando de forma adequada&comma; dando o exemplo&comma; tendo como base os alimentos minimamente processados&comma; como cereais&comma; leguminosas&comma; carnes&comma; frutas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Deve-se restringir o consumo de alimentos ultraprocessados&period; É fundamental estimular a autonomia da criança escolhendo as opções saudáveis que o responsável vai apresentar&period; Levar as crianças para a feira para ela escolher os alimentos&period; Levar a criança para o preparo dos alimentos como lavá-los&comma; cortá-los&period; Isso favorece a relação com a alimentação”&comma; conclui a professora&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;Com informações da Agência Brasil <&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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