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Lei que estabelece percentual mínimo de cacau vai beneficiar produtores baianos | SECOM

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Aprovado pelo Senado Federal na última quarta-feira &lpar;15&rpar; e já encaminhado para sanção presidencial&comma; o Projeto de Lei nº 1&period;769&sol;2019&comma; que estabelece regras para a produção e comercialização de derivados do cacau no Brasil&comma; deve beneficiar diretamente a cacauicultura baiana&period; A proposta foi articulada em conjunto com o Governo do Estado&comma; por meio de um grupo de trabalho com a participação da Secretaria da Agricultura&comma; Pecuária&comma; Irrigação&comma; Pesca e Aquicultura &lpar;Seagri&rpar;&comma; produtores e representantes de órgãos e entidades do setor&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A iniciativa busca valorizar a produção nacional — majoritariamente conduzida por pequenos produtores —&comma; estimular a geração de emprego e renda ao longo da cadeia produtiva e garantir maior qualidade aos produtos oferecidos ao consumidor&period; A medida também deve contribuir para o aumento do consumo de cacau produzido no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Essa é uma importante conquista para os produtores de cacau&comma; que vêm enfrentando a crise provocada pelos baixos preços no mercado internacional e pela concorrência de países como a Costa do Marfim&period; O cacau baiano se destaca pela qualidade&comma; pelo rigor fitossanitário e pela sustentabilidade do sistema cabruca&comma; que contribui para a preservação da Mata Atlântica — características que precisam ser mais valorizadas&period; Além disso&comma; milhares de famílias que integram essa cadeia produtiva serão beneficiadas direta e indiretamente”&comma; avalia o secretário da Seagri&comma; Vivaldo Gois&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O projeto define parâmetros técnicos para a produção de derivados do cacau&period; Entre eles&comma; estabelece o mínimo de 32&percnt; de sólidos totais de cacau para chocolate em pó&semi; 10&percnt; de manteiga de cacau em relação à matéria seca e&comma; no máximo&comma; 9&percnt; de umidade para o cacau em pó&semi; além de 15&percnt; de sólidos de cacau ou 15&percnt; de manteiga de cacau para achocolatados&comma; coberturas sabor chocolate e produtos similares&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outra exigência é que rótulos&comma; embalagens e peças publicitárias informem o percentual total de cacau presente nos produtos&comma; sejam eles nacionais ou importados&comma; ampliando a transparência e assegurando maior qualidade aos itens comercializados&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Números<&sol;strong><br &sol;>O Brasil ocupa atualmente a sexta posição na produção mundial de cacau&comma; tendo a Bahia como um dos principais estados produtores&comma; responsável por mais de 137 mil toneladas colhidas&period; Segundo o IBGE&comma; a estimativa do valor bruto da produção para 2025 é de R&dollar; 6&comma;5 bilhões&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para 2026&comma; a previsão é de que o cacau se consolide como um dos motores do crescimento agrícola da Bahia&comma; com aumento de 5&comma;3&percnt; em relação a 2025&period; Apenas em março deste ano&comma; a produção atingiu 125&period;360 toneladas&comma; volume 5&comma;6&percnt; superior ao registrado no mesmo período de 2025&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O sul do estado concentra a produção tradicional&comma; e já estão em andamento discussões para a consolidação da Indicação Geográfica &lpar;IG&rpar; do cacau Cabruca da região&period; Já o oeste baiano surge como nova fronteira agrícola para a cultura&comma; com ganhos de produtividade impulsionados pelo uso da irrigação e pela integração com culturas como soja e algodão&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Um dos principais produtos derivados do cacau&comma; o chocolate mantém altos índices de consumo no Brasil&period; De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates&comma; Amendoim e Balas &lpar;Abicab&rpar;&comma; o consumo médio foi de 3&comma;9 kg por habitante em 2024&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em><strong>Fonte&colon; Ascom&sol;Seagri<&sol;strong><&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"http&colon;&sol;&sol;www&period;ba&period;gov&period;br&sol;comunicacao&sol;noticias&sol;2026-04&sol;380877&sol;lei-que-estabelece-percentual-minimo-de-cacau-vai-beneficiar-produtores">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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