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<p>Para o pai de Henry, a nova decisão do TJRJ reforça o entendimento de que não há fundamentos capazes de impedir a realização do júri</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">VITOR BRUGGER/AM PRESS&;IMAGES/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2021/04/amp20210408001.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2021/04/amp20210408001.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Vereador Dr. Jairinho quando foi preso pela polícia com a namorada por suspeita de matar enteado<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) <strong>negou nesta segunda-feira (18) um novo pedido da defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Jairinho,</strong> sobre o julgamento do caso do menino Henry Borel, que está marcado para o dia 25 de maio.</p>
<p>A defesa de Jairinho alegava <strong>“ausência de acesso integral a dados de um notebook apreendido durante as investigações e incluído no conjunto probatório desde o início do processo, em 2021”.</strong> No entanto, em decisão nesta segunda-feira, o desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, relator da 7ª Câmara Criminal do TJRJ, afastou a existência de qualquer ilegalidade ou urgência que justificassem o pedido liminar.</p>
<p>“O inusitado pedido para que seja franqueado acesso direto aos equipamentos <strong>não encontra amparo legal, tampouco a habilitação de assistente técnico neste momento processual surge aceitável</strong>, já que ultrapassadas há muito todas as fases de diligências”, destacou o magistrado.</p>
<p>Para Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação, a nova decisão do TJRJ <strong>reforça o entendimento de que não há fundamentos capazes de impedir a realização do júri.</strong></p>
<p>“Trata-se de um processo com amplo conjunto probatório, construído ao longo de anos de investigação e instrução processual. As defesas apresentaram inúmeros recursos e questionamentos ao longo de todas as fases do processo, já apreciados pelas instâncias competentes. Inclusive, decisões recentes de ministros do STF destacaram a necessidade de celeridade no julgamento diante da gravidade dos fatos e dos riscos processuais apontados nos autos”, afirma.</p>
<h2><strong>Relembre o crime </strong></h2>
<p><strong>Henry morreu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padastro, Dr. Jaririnho</strong>, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio. O menino ainda chegou a ser levado a um hospital particular na Barra da Tijuca, onde o casal alegou que a criança teria sofrido<strong> um acidente doméstico.</strong></p>
<p>No entanto, o laudo da necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que <strong>Henry sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo laceração hepática e hemorragia interna.</strong></p>
<p>As investigações da Polícia Civil concluíram que<strong> Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões.</strong></p>
<p>Os réus foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.</p>
<p>A denúncia aponta que no dia do crime, Jairo Santos Júnior, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente exercida contra a vítima, causou-lhe<strong> lesões corporais que foram a causa única de sua morte</strong>, tendo a mãe, Monique Medeiros, garantidora legal da vítima, se omitido de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para o crime de homicídio de seu filho.</p>
<p>De acordo com o MPRJ, em outras três ocasiões, no mês de fevereiro de 2021, Jairinho submeteu Henry Borel a sofrimentos físico e mental com emprego de violência.</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/justica-nega-novo-pedido-da-defesa-de-jairinho-para-adiar-julgamento-do-caso-henry.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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