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<p>Ministro do STF Gilmar Mendes havia decidido na sexta-feira (17) o reestabelecimento da prisão preventiva da mãe do menino; crime aconteceu em 2021</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Tomaz Silva / Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/toms1014-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/03/toms1014-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, e advogados de defesa durante Tribunal do Júri, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no centro da capital fluminense<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>A mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, se <strong>entregou à polícia do Rio de Janeiro</strong> na manhã desta segunda-feira (20). Acusada, junto com Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, de ser <strong>responsável pela morte do filho</strong>, em 2021, ela se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu. A informação foi confirmada pela <strong>Jovem Pan</strong>.</p>
<p>Na sexta-feira (17), o ministro <strong>Gilmar Mendes,</strong> do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu <strong>reestabelecer a prisão preventiva</strong> de Monique.</p>
<p data-yield-master-placement-inserted="">A decisão de Gilmar atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), após o pai da criança, Leniel Borel, questionar a decisão da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro que <strong>soltou Monique após o adiamento do julgamento do caso.</strong> A Segunda Turma do STF votou a favor da prisão por unanimidade.</p>
<p><strong>Gilmar argumentou que o excesso de prazo da prisão aconteceu apenas porque a defesa de Jairinho não se apresentou</strong> no julgamento. “Quando o retardamento da marcha processual decorre de atos da própria defesa ou de incidentes por ela provocados, resta afastada a configuração de constrangimento ilegal”, afirmou o ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>A decisão de liberar Monique foi da juíza Elizabeth Machado Louro, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). “Entendo que, diante de tal quadro processual, a custódia da ré agora figura-se manifestamente ilegal por excesso claramente despropositado de prazo na prisão, razão pela qual relaxo a prisão de Monique Medeiros”, afirmou a juíza em março.</p>
<p>A <strong>defesa de Jairinho argumentou que não teve acesso a todas as provas do caso</strong> e pediu para que o julgamento fosse adiado. Com a negativa da juíza, os advogados <strong>abandonaram o júri, o que levou ao adiamento.</strong></p>
<p>De acordo com os advogados do ex-vereador do Rio, a<strong> defesa não teve acesso ao conteúdo completo extraído de um notebook do pai de Henry</strong>. Diante da conduta dos advogados, a magistrada determinou a suspensão da sessão e remarcou o julgamento para o dia 22 de junho.</p>
<p>“É conduta que fere os princípios que norteiam as sessões de julgamento, além dos direitos dos acusados e da família da vítima (…) Declaro como ato atentatório contra a dignidade da Justiça a conduta dos referidos patronos. Condeno os cinco advogados presentes a esta sessão ao ressarcimento dos prejuízos causados pelo adiamento”, declarou a magistrada.</p>
<h2><strong>Relembre o crime </strong></h2>
<p><strong>Henry morreu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padastro, Dr. Jaririnho</strong>, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio. O menino ainda chegou a ser levado a um hospital particular na Barra da Tijuca, onde o casal alegou que a criança teria sofrido<strong> um acidente doméstico.</strong></p>
<p>No entanto, o laudo da necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que <strong>Henry sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo laceração hepática e hemorragia interna.</strong></p>
<p>As investigações da Polícia Civil concluíram que<strong> Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões.</strong></p>
<p>Os réus foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.</p>
<p>A denúncia aponta que no dia do crime, Jairo Santos Júnior, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente exercida contra a vítima, causou-lhe<strong> lesões corporais que foram a causa única de sua morte</strong>, tendo a mãe, Monique Medeiros, garantidora legal da vítima, se omitido de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para o crime de homicídio de seu filho.</p>
<p>De acordo com o MPRJ, em outras três ocasiões, no mês de fevereiro de 2021, Jairinho submeteu Henry Borel a sofrimentos físico e mental com emprego de violência.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/caso-henry-borel-monique-medeiros-se-entrega-a-policia-do-rj.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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