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Justiça mantém presos instrutores após morte de jovem em salto em SP

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas&comma; de 21 anos&comma; durante um salto de rope jump na conhecida Ponte do Esqueleto&comma; em Limeira&comma; interior de São Paulo&comma; ganhou novos desdobramentos judiciais&period; Em audiência de custódia realizada neste domingo &lpar;14&rpar;&comma; a Justiça converteu em prisão preventiva a detenção dos três instrutores responsáveis pela atividade&comma; após apontar indícios de tentativa de fuga&comma; alteração de vestimentas e negligência grave na condução do procedimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os investigados&comma; Luis Felipe Feliciano Egoroff&comma; Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra&comma; foram presos em flagrante após o acidente ocorrido no sábado &lpar;13&rpar;&period; Segundo as investigações iniciais&comma; Maria Eduarda foi lançada na modalidade conhecida como &&num;8220&semi;aviãozinho&&num;8221&semi;&comma; mas não estava presa à corda de segurança no momento do salto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Imagens gravadas por participantes da atividade mostram a jovem sendo segurada pelos instrutores instantes antes da queda&period; Logo após o salto&comma; pessoas que acompanhavam a experiência perceberam que o equipamento de segurança não havia sido conectado ao corpo da vítima&period; Ela sofreu múltiplas fraturas e morreu no local&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na decisão&comma; o juiz Paulo Henrique Stahlberg Natal destacou cinco fatores que justificam a manutenção da prisão dos acusados&period; Entre eles estão a gravidade da morte de uma jovem em circunstâncias consideradas evitáveis&comma; a suposta negligência na execução de uma atividade de alto risco&comma; a ausência de protocolos adequados de segurança&comma; a vulnerabilidade da vítima diante da confiança depositada nos organizadores e a alegada tentativa de fuga após o ocorrido&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote class&equals;"instagram-media" style&equals;"background&colon; &num;FFF&semi; border&colon; 0&semi; border-radius&colon; 3px&semi; box-shadow&colon; 0 0 1px 0 rgba&lpar;0&comma;0&comma;0&comma;0&period;5&rpar;&comma;0 1px 10px 0 rgba&lpar;0&comma;0&comma;0&comma;0&period;15&rpar;&semi; margin&colon; 1px&semi; max-width&colon; 540px&semi; min-width&colon; 326px&semi; padding&colon; 0&semi; width&colon; calc&lpar;100&percnt; - 2px&rpar;&semi;" data-instgrm-captioned&equals;"" data-instgrm-permalink&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;instagram&period;com&sol;reel&sol;DZihc8xDDCo&sol;&quest;utm&lowbar;source&equals;ig&lowbar;embed&amp&semi;utm&lowbar;campaign&equals;loading" data-instgrm-version&equals;"14"><&sol;blockquote>&NewLine;<p>De acordo com o magistrado&comma; testemunhas relataram que os instrutores teriam trocado de roupa e seguido em direção a uma área de vegetação após o acidente&period; Um policial que participou da ocorrência afirmou que foi necessário acionar reforço e até mesmo o helicóptero Águia para auxiliar nas buscas pelos suspeitos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os três investigados negam qualquer tentativa de fuga&period; Em depoimento à Polícia Civil&comma; Luis Felipe Egoroff afirmou que apenas trocou de camiseta porque a roupa estava molhada e suja devido às condições do local&period; Segundo ele&comma; todos os responsáveis permaneceram nas proximidades da ponte até a chegada dos policiais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Maicon Fernandes Cintra também negou ter deixado a cena e afirmou não saber explicar como ocorreu a falha que resultou na ausência da amarração da vítima&period; O instrutor declarou que normalmente participa da checagem dos equipamentos&comma; mas disse não se recordar dos procedimentos realizados especificamente com Maria Eduarda&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além dos elementos relacionados ao acidente&comma; a decisão judicial menciona o risco de reiteração da atividade considerada perigosa&period; Para o juiz&comma; os investigados atuavam regularmente com a prática de rope jump&comma; o que justificaria a necessidade da prisão para preservar a ordem pública e garantir o andamento das investigações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A delegada Andréa Dantas&comma; responsável pelo registro da ocorrência&comma; afirmou que a Ponte do Esqueleto já foi cenário de diversos acidentes e mortes ao longo dos anos&comma; incluindo quedas acidentais&comma; suicídios e falhas em atividades de aventura&period; No entanto&comma; segundo a autoridade policial&comma; o caso envolvendo Maria Eduarda apresenta características inéditas&comma; uma vez que a vítima teria sido lançada sem qualquer conexão ao sistema de segurança&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As investigações também apuram o desaparecimento da câmera utilizada pela jovem durante a experiência&period; Conforme a polícia&comma; Maria Eduarda pagou R&dollar; 180 pelo salto e outros R&dollar; 150 pela gravação em vídeo com equipamento de filmagem em 360 graus&period; O aparelho ainda não foi localizado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outro ponto que deverá ser analisado é a responsabilidade sobre a fiscalização da área onde ocorreu o acidente&period; Em nota&comma; a Prefeitura de Limeira afirmou que a manutenção&comma; o controle de acesso e a fiscalização da Ponte do Esqueleto são atribuições do Governo Federal&period; O município informou que pretende adotar medidas judiciais para cobrar providências dos órgãos responsáveis&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A administração municipal também destacou que&comma; desde o início de 2025&comma; vinha encaminhando solicitações formais pedindo melhorias na segurança do local&period; Segundo a prefeitura&comma; a Câmara Municipal&comma; por iniciativa da vereadora Bruna Magalhães&comma; também encaminhou ofícios alertando sobre os riscos existentes na estrutura&comma; sem que medidas efetivas fossem adotadas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O inquérito segue em andamento e deverá reunir depoimentos&comma; imagens&comma; laudos periciais e documentos relacionados às condições de funcionamento da atividade de aventura&period; Após a conclusão da investigação&comma; o caso será encaminhado ao Ministério Público para análise das eventuais responsabilidades criminais&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;177455&sol;justica-mantem-presos-instrutores-apos-morte-de-jovem-em-salto-em-sp">Fonte&colon; 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Redação

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