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Justiça acende alerta para tentáculos de facções nas eleições de 2026

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A escalada do crime organizado sobre o processo eleitoral brasileiro tornou-se&comma; oficialmente&comma; a maior preocupação do Judiciário para as eleições de 2026&period; As últimas decisões judiciais e operações da Polícia Federal evidenciaram a conexão de políticos com facções como o Comando Vermelho &lpar;CV&rpar; e outros grupos que tentam influenciar&comma; financiar e até blindar interesses criminosos na disputa pelo poder&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O alerta não é novo&comma; mas ganhou intensidade após o pleito municipal de 2024&comma; quando a presidente do Tribunal Superior Eleitoral&comma; ministra Cármen Lúcia&comma; e a OEA ampliaram os sinais de preocupação&period; À época&comma; ambas as instituições já apontavam o avanço das facções sobre o capital político&comma; sobre o financiamento de campanhas e sobre redes de influência montadas para capturar resultados eleitorais&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>Judiciário vê ameaça &OpenCurlyDoubleQuote;real” ao processo democrático<&sol;h3>&NewLine;<p>Cármen Lúcia&comma; em diversas ocasiões&comma; avisou que a infiltração do crime organizado &OpenCurlyDoubleQuote;não pode ser subestimada”&period; Para ela&comma; há um risco real de que essas estruturas criminosas avancem para as esferas estaduais e até nacionais&comma; com potencial de interferir na produção legislativa em benefício direto de suas atividades&period; Um cenário que&comma; segundo a ministra&comma; ameaça o centro vital da democracia&colon; o voto livre&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Missão de Observação da OEA&comma; em seu relatório sobre as eleições de 2024&comma; identificou episódios como coerção a eleitores e uso de recursos provenientes do tráfico para turbinar campanhas&period; O documento alertou para o crescimento da violência política&comma; pedindo medidas urgentes para impedir que o quadro se agrave até 2026&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>Procurador eleitoral fala em &OpenCurlyDoubleQuote;ruína” do Estado se facções impuserem regras<&sol;h3>&NewLine;<p>Em novembro&comma; durante a abertura de um curso da magistratura eleitoral&comma; o procurador-geral eleitoral Paulo Gonet foi direto&colon; não há Estado Democrático de Direito possível quando facções disputam com o poder público a autoridade sobre direitos básicos da cidadania&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo Gonet&comma; a atuação de quadrilhas que decidem quem pode entrar ou não em determinados territórios&comma; quem pode se manifestar e até em quem se pode votar cria um cenário de &OpenCurlyDoubleQuote;ruína” institucional&period; Para ele&comma; a imposição de regras por grupos armados na dinâmica eleitoral destrói qualquer noção de segurança jurídica — elemento essencial para a legitimidade das urnas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar do tom duro&comma; o procurador reforçou que o enfrentamento às facções deve se dar dentro dos limites constitucionais&comma; mantendo vigilância sobre abusos de poder e preservando a proteção mínima necessária para a lisura das eleições&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>2026 terá o maior monitoramento da história<&sol;h3>&NewLine;<p>Com o avanço das redes criminosas e sua capacidade financeira para penetrar na política&comma; autoridades do Judiciário&comma; do Ministério Público e das Forças de Segurança já projetam que as eleições de 2026 terão o maior esquema de monitoramento e prevenção contra interferências do crime organizado&period; A preocupação central é impedir que facções transformem o território eleitoral em campo de influência e intimidação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O recado das instituições é claro&colon; o país não pode permitir que grupos paralelos passem a ditar as regras da democracia&period; O combate será duro&comma; constante e&comma; como reforçam as autoridades&comma; absolutamente imprescindível para proteger a soberania do voto&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;168065&sol;justica-acende-alerta-para-tentaculos-de-faccoes-nas-eleicoes-de-2026">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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