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Juros subiram para famílias e empresas em janeiro, mostra BC

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Os juros médios para as famílias e empresas continuaram subindo em janeiro deste ano&period; Para as pessoas físicas&comma; a taxa média de juros alcançou 61&percnt; ao ano&comma; com acréscimos de 0&comma;9 ponto percentual &lpar;p&period;p&period;&rpar;&comma; no mês&comma; e de 6&comma;7 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&comma; de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito&comma; divulgadas nesta quarta-feira &lpar;25&rpar;&comma; pelo Banco Central &lpar;BC&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Um dos destaques é a elevação da taxa das operações de cartão de crédito parcelado&comma; com alta de 6&comma;8 p&period;p&period;&comma; no mês&comma; e de 17&comma;7 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&comma; alcançando 194&comma;9&percnt; ao ano&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Após 30 dias de utilização do crédito rotativo&comma; as instituições financeiras parcelam a dívida do cartão de crédito seguindo essa modalidade de juros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda assim&comma; a carteira de cartão de crédito rotativo ainda opera com os juros mais elevados do mercado&period; <strong>Apesar do recuo de 13&comma;7 p&period;p&period;&comma; no mês&comma; e de 26&comma;3 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&comma;<&sol;strong> <strong>a taxa do cartão rotativo ficou em 424&comma;5&percnt; ao ano em janeiro&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O crédito rotativo dura 30 dias e é tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão de crédito&period; Ou seja&comma; contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outros destaques nas operações para pessoas físicas&comma; em janeiro&comma; são as altas nas taxas de crédito pessoal não consignado &lpar;1&comma;5 p&period;p&period;&rpar;&comma; financiamento para aquisição de veículos &lpar;1&comma;3 p&period;p&period;&rpar; e crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor privado &lpar;1&comma;2 p&period;p&period;&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>No caso das operações com empresas&comma; a taxa média situou-se em 25&comma;2&percnt; ao ano no fim de janeiro&comma; com acréscimo de 1&comma;6 p&period;p&period;&comma; no mês&comma; e 1&comma;1 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Em janeiro&comma; esse desempenho foi influenciado&comma; basicamente&comma; pelo aumento sazonal das taxas médias de desconto de duplicatas e outros recebíveis &lpar;0&comma;9 p&period;p&period;&rpar; e pelo incremento de outras modalidades&comma; como capital de giro com prazo superior a 365 dias &lpar;1&comma;8 p&period;p&period;&rpar;&comma; cheque especial &lpar;25&comma;9 p&period;p&period;&rpar; e cartão rotativo &lpar;63&comma;9 p&period;p&period;&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Essas são as taxas no crédito livre&comma; nas quais os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já o crédito direcionado &HorizontalLine; com regras definidas pelo governo &HorizontalLine; é destinado basicamente aos setores habitacional&comma; rural&comma; de infraestrutura e ao microcrédito&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No caso do crédito direcionado&comma; a taxa média para pessoas físicas ficou em 11&comma;2&percnt; ao ano&comma; estável no mês e com redução de 0&comma;1 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&period; Para empresas&comma; os juros subiram 0&comma;8 p&period;p&period;&comma; no mês&comma; e caíram 0&comma;7 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&comma; para 13&percnt; ao ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;58358&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;58358 --><&sol;div>&NewLine;<p><h6 class&equals;"meta">Crédito rotativo do cartão de crédito continua a ter a maior taxa do mercado financeiro &&num;8211&semi; <strong>Arquivo Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;58358--><&sol;h6>&NewLine;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<h2>Juros em alta<&sol;h2>&NewLine;<p>Considerando recursos livres e direcionados&comma; <strong>a taxa média de juros das novas contratações de crédito chegou&comma; em janeiro de 2026&comma; a 32&comma;8&percnt; ao ano&comma; para famílias e empresas<&sol;strong>&period; Houve incremento de 0&comma;7 p&period;p&period;&comma; no mês&comma; e de 2&comma;9 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Como esperado&comma; a alta dos juros bancários acompanha o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia&comma; a Selic&comma; mantida em 15&percnt; ao ano pelo Comitê de Política Monetária &lpar;Copom&rpar; do BC&period; A Selic é o principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao aumentar a taxa&comma; o BC visa esfriar a demanda e conter a inflação&comma; porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança&comma; fazendo com que as pessoas consumam menos&comma; e com que os preços subam menos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A taxa básica de juros está no maior nível desde julho de 2006&comma; quando atingiu 15&comma;25&percnt; ao ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já o spread bancário das novas contratações situou-se em 21&comma;9 p&period;p&period;&comma; com acréscimo de 0&comma;8 p&period;p&period;&comma; no mês&comma; e de 3&comma;5 p&period;p&period;&comma; em 12 meses&period; Esse termo diz respeito à diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e as taxas médias cobradas dos clientes&period; O spread é uma margem que cobre custos operacionais&comma; riscos de inadimplência&comma; impostos e outros gastos e resulta&comma; assim&comma; no lucro dos bancos&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Saldo do crédito<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>No mês passado&comma; as concessões de crédito chegaram a R&dollar; 651&comma;5 bilhões&comma; resultado de um aumento de 1&comma;5&percnt; no mês&comma; com ajuste sazonal&period;<&sol;strong> Houve elevações de 2&comma;2&percnt; nas operações com pessoas jurídicas e de 1&comma;6&percnt; nas operações pactuadas com pessoas físicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No acumulado em 12 meses até janeiro de 2026&comma; as concessões nominais variaram 9&comma;4&percnt;&comma; sendo 9&comma;7&percnt; nas operações com empresas e 9&comma;1&percnt; com famílias&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com isso&comma; o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos do Sistema Financeiro Nacional &lpar;SFN&rpar; ficou em R&dollar; 7&comma;115 trilhões&comma; o que representa uma redução de 0&comma;2&percnt;&comma; em janeiro&comma; e uma alta de 10&comma;1&percnt;&comma; em 12 meses&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As carteiras de crédito para pessoas jurídicas e famílias&comma; respectivamente&comma; fecharam o mês com saldos de R&dollar; 2&comma;654 trilhões e de R&dollar; 4&comma;460 trilhões&comma; nessa ordem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já o crédito ampliado ao setor não financeiro &HorizontalLine; que é o crédito disponível para empresas&comma; famílias e governos&comma; independentemente da fonte &lpar;bancário&comma; mercado de títulos ou dívida externa&rpar; &HorizontalLine; alcançou R&dollar; 20&comma;812 trilhões&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Foi constatado um ligeiro recuo de 0&comma;3&percnt;&comma; no mês&comma; principalmente devido à redução de 3&comma;4&percnt; dos saldos dos empréstimos externos&comma; impactados pela valorização de 4&comma;95&percnt; do real&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na comparação interanual&comma; o crédito ampliado cresceu 12&comma;6&percnt;&comma; prevalecendo as elevações da carteira de empréstimos do SFN&comma; em 9&comma;9&percnt;&comma; e dos títulos públicos de dívida&comma; em 19&comma;1&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Endividamento das famílias<&sol;h2>&NewLine;<p>Segundo os números do Banco Central&comma; a inadimplência também vem aumentando e foi de 4&comma;2&percnt; em janeiro&period; São considerados&comma; nesse caso&comma; os atrasos acima de 90 dias nos pagamentos&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>No segmento empresarial&comma; o percentual situou-se em 2&comma;6&percnt; e&comma; no crédito às famílias&comma; a inadimplência atingiu 5&comma;2&percnt;&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O endividamento das famílias ficou em 49&comma;7&percnt; em dezembro do ano passado&comma; fechando 2025 com aumento de 1&comma;3 p&period;p&period; no ano&period; Esse número considera a relação entre o saldo das dívidas e a renda familiar acumulada em 12 meses&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com a exclusão do financiamento imobiliário&comma; que pega um montante considerável da renda&comma; o endividamento ficou em 31&comma;2&percnt; no último mês de 2025&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já o comprometimento da renda &HorizontalLine; relação entre o valor médio a ser pago em dívidas e a renda média apurada no período &HorizontalLine; ficou em 29&comma;2&percnt; em dezembro&comma; com aumento de 1&comma;7 p&period;p&period; no ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O endividamento e comprometimento de renda são indicadores apresentados com uma defasagem maior&comma; pois o Banco Central usa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio &lpar;Pnad&rpar;&comma; do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &lpar;IBGE&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2026-02&sol;juros-subiram-para-familias-e-empresas-em-janeiro-mostra-bc">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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