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<p>A 6ª fase da operação, deflagrada nesta quinta-feira (14), executou sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Marcelo Camargo/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/05/imagem-jvp-2026-05-12t070047.498-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/05/imagem-jvp-2026-05-12t070047.498-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, desempenhava um papel estrutural e de liderança na organização<br /></span></div>
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<p>A <strong>6ª fase da Operação Compliance Zero</strong>, deflagrada nesta quinta-feira (14), <strong>executou sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão</strong>, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A nova etapa da investigação que apura fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e uma organização criminosa liderada por Daniel Vorcaro e seu pai, <strong>Henrique Vorcaro, preso nesta quinta</strong>, teve como objetivo <strong>aprofundar as investigações</strong> do grupo suspeito de praticar condutas de <strong>intimidação</strong>, <strong>coerção</strong>, <strong>obtenção de informações sigilosas</strong> e <strong>invasões a dispositivos informáticos</strong>, segundo a própria PF.</p>
<p><strong>Henrique Vorcaro desempenhava um papel estrutural e de liderança na organização,</strong> atuando especificamente em relação ao núcleo presencial conhecido como “A Turma”.</p>
<p>O empresário atuava ao lado de seu filho na solicitação direta de serviços criminosos prestados pelo grupo, que <strong>incluíam intimidações presenciais, obtenção de dados sigilosos e acompanhamento de desafetos</strong>.</p>
<p>A Polícia Federal identificou<strong> dois núcleos operacionais distintos</strong>: “A Turma”, focado em coação física, ameaças e obtenção de dados sigilosos, e “Os Meninos”, especializado em crimes cibernéticos e monitoramento digital ilegal.</p>
<h2><strong>Presos do núcleo ‘Os Meninos’</strong></h2>
<p>O núcleo “Os Meninos” funcionava como o braço com perfil eminentemente tecnológico e digital da organização criminosa investigada. Sob a gerência geral de Felipe Mourão (conhecido como “Sicário”) e com o objetivo de atender aos comandos de Daniel Bueno Vorcaro, este grupo era vocacionado para a prática de <strong>ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis nas redes sociais e monitoramento telefônico e digital ilegal</strong>.</p>
<p>A investigação detalhou a estrutura interna do núcleo, que reunia agentes com perfil hacker remunerados para executar essas <strong>atividades clandestinas</strong>.</p>
<p><strong>David Henrique Alves:</strong> É apontado como o líder do núcleo tecnológico, especializado em ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis em redes sociais e monitoramento digital ilegal.</p>
<ul>
<li>Era remunerado mensalmente em cerca de R$ 35.000,00 por Felipe Mourão, gerente do grupo</li>
<li>A prisão também se fundamentou em indícios de fuga e tentativa de destruição de provas, pois foi abordado na noite em que a 3ª fase da operação foi deflagrada conduzindo um veículo cheio de computadores, notebooks e malas.</li>
</ul>
<p><strong>Victor Lima Sedlmaier:</strong> Operador auxiliar e prestador contínuo de serviços técnicos de desenvolvimento para David Henrique Alves.</p>
<ul>
<li>Logo após a fuga apressada de David, Victor ingressou na residência do líder e retornou com um caminhão de mudança para retirar móveis e pertences, em um aparente esforço logístico para ocultar vestígios</li>
<li>Além disso, um documento de identidade ideologicamente falso com a sua fisionomia foi encontrado no veículo usado por David na fuga</li>
</ul>
<p><strong>Rodrigo Pimenta Franco Avelar Campos:</strong> Atuava como colaborador técnico e logístico subordinado a David Henrique Alves.</p>
<ul>
<li>Era responsável por executar tarefas práticas em ambiente digital, como o pagamento de boletos e a aquisição de domínios na internet para a infraestrutura das ações ilícitas</li>
<li>Ele também atuou presencialmente ao lado de Victor no esvaziamento do imóvel de David após o início da 3ª fase da operação</li>
</ul>
<h2>Presos do núcleo ‘A Turma’</h2>
<p>O núcleo “A Turma” funcionava como o braço de atuação presencial e policial-informacional da organização criminosa investigada.</p>
<p>Diferente do núcleo “Os Meninos”, que atuava estritamente no ambiente cibernético, “A Turma” era estruturada para realizar ameaças, <strong>intimidações presenciais,</strong> coerções, levantamentos clandestinos, obtenção de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais.</p>
<p><strong>Manoel Mendes Rodrigues:</strong> Descrito na investigação como um “operador do jogo do bicho”, exercia a liderança de um braço local do grupo no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<ul>
<li>Ele funcionava como o executor presencial da organização, fornecendo “mão de obra” para realizar ameaças, intimidação física, coerção e acompanhamento de pessoas consideradas desafetas do núcleo central, a exemplo de episódios de intimidação direta ocorridos em Angra dos Reis-RJ</li>
</ul>
<p><strong>Anderson Wander da Silva Lima:</strong> Trata-se de um policial federal da ativa, lotado no Rio de Janeiro, que atuava como agente infiltrado da organização dentro da Polícia Federal.</p>
<ul>
<li>Ele utilizava seu acesso institucional para realizar consultas indevidas em bancos de dados oficiais e repassar informações sigilosas aos líderes do grupo</li>
<li>A investigação aponta que ele não fazia isso como um favor informal, mas recebia contrapartidas financeiras, transferências via Pix e presentes por essa colaboração</li>
</ul>
<p><strong>Sebastião Monteiro Júnior:</strong> É um policial federal aposentado e integrante operacional do grupo.</p>
<ul>
<li>Ele mantinha articulação constante com as lideranças do grupo, utilizando técnicas de ocultação, como o uso de um terminal telefônico internacional (dos Estados Unidos) e mensagens temporárias</li>
<li>Participava de encontros presenciais reservados com o líder tático para receber demandas e atualizar as ações oriundas do núcleo central</li>
</ul>
<h2>Participação da PF</h2>
<p>A decisão do ministro André Mendonça, do STF, ainda revela o envolvimento de outros policiais federais da ativa e aposentados que facilitavam o acesso indevido a sistemas governamentais para proteger os interesses do grupo.</p>
<p>O trabalho consistia principalmente na infiltração institucional para a obtenção ilícita de dados sigilosos, coordenação de atividades criminosas e quebra de sigilo funcional.</p>
<p><strong>Valéria Vieira Pereira da Silva (Delegada de Polícia Federal) e Francisco José Pereira da Silva (Agente da Polícia Federal aposentado):</strong> O casal atuava de maneira coordenada para burlar rastros institucionais.</p>
<ul>
<li>A delegada Valéria acessou indevidamente o Inquérito Policial nº 2023.0064343 no sistema e-Pol, procedimento com o qual ela não tinha qualquer relação funcional. Seu marido, Francisco, assumia o papel de intermediário, recebendo as informações da esposa e repassando-as a Marilson Roseno, reduzindo assim a exposição direta da delegada.</li>
</ul>
<p><strong>Marilson Roseno da Silva (Policial Federal aposentado):</strong> Era o líder operacional do núcleo “A Turma”</p>
<ul>
<li>Ele recebia demandas do comando central da organização para executar ameaças, intimidações e acessar dados governamentais restritos. Valendo-se de sua rede de contatos na PF, Marilson solicitava consultas indevidas e, de forma agravante, continuou recebendo informações sobre investigações mesmo após ter sido preso em março.</li>
</ul>
<h2>Compliance Zero</h2>
<p>Na 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada no último dia 7, policiais federais cumpriram um mandado de <strong>prisão temporária</strong> e <strong>10 mandados de busca e apreensão</strong>.</p>
<p>O <strong>senador Ciro Nogueira</strong> (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, está <strong>entre os investigados</strong>.</p>
<p>Já na 4ª fase, deflagrada em 16 de abril, foram presos, em caráter preventivo, o <strong>ex-presidente do banco público do Distrito Federal Paulo Henrique Costa</strong> e o advogado Daniel Monteiro, apontado como operador jurídico-financeiro do esquema fraudulento montado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, que está detido desde o início de março.</p>
<p>Nas quatro primeiras fases da Compliance Zero, a PF cumpriu <strong>96 mandados de busca e apreensão</strong> em seis unidades federativas (Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo).</p>
<p>A pedido da própria corporação e do Ministério Público, a Justiça determinou o sequestro ou o bloqueio de bens patrimoniais de suspeitos até o limite de R$ 27,7 bilhões e o afastamento dos investigados de eventuais cargos públicos.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/infiltracao-na-pf-coacao-e-hackers-o-que-revela-nova-fase-da-compliance-zero.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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