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Comissão do Código Civil encerra debates com foco em propriedade e contratos

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;3 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A Comissão Temporária para Reforma do Código Civil &lpar;CTCivil&rpar; realizou nesta quinta-feira &lpar;14&rpar; a 18ª e última audiência pública&comma; dedicada aos temas de direito das coisas e direito empresarial&period; Desde setembro de 2025 o grupo tem se reunido para analisar o Projeto de Lei &lpar;PL&rpar; 4&sol;2025 &comma; de autoria do senador Rodrigo Pacheco &lpar;PSB-MG&rpar;&comma; que visa modernizar o Código Civil de 2002&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao abrir a reunião&comma; a senadora Tereza Cristina &lpar;PP-MS&rpar;&comma; que presidiu a comissão&comma; afirmou que os debates das últimas semanas consolidaram consensos sobre pontos sensíveis da proposta&comma; especialmente em relação à segurança jurídica&comma; ao crédito e à preservação da autonomia do direito empresarial&period;<&sol;p>&NewLine;<p>— A nossa responsabilidade aqui como Parlamento não é proteger nenhuma redação&comma; seja nova&comma; seja antiga&period; Não pretendemos tampouco fazer o novo Código Civil&comma; mas sim entregar ao Brasil uma atualização adequada&comma; com responsabilidade e segurança jurídica — declarou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre os temas destacados pela senadora estiveram a preocupação com mudanças na desapropriação judicial privada por posse e trabalho e os possíveis impactos sobre a ocupação de terras e o pagamento de indenizações&period; Ela também ressaltou a importância da propriedade fiduciária para o crédito no país e defendeu cautela em alterações que possam fragilizar o instituto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a parlamentar&comma; houve ainda apoio às atualizações sobre posse&comma; condomínio edilício e hospedagem atípica&comma; embora pontos como a boa-fé do possuidor e os efeitos processuais da posse ainda permaneçam em debate&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>Segurança jurídica e contratos<&sol;h3>&NewLine;<p>Os debatedores concentraram parte das manifestações na necessidade de preservar previsibilidade jurídica e segurança para investimentos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Representante da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais &lpar;Anbima&rpar;&comma; Soraya Albernaz Alves Figlioli alertou para os efeitos de mudanças na regulamentação dos fundos de investimento e da alienação fiduciária&period;<&sol;p>&NewLine;<p>— Uma eventual percepção de que você não consegue ter acesso à garantia impacta diretamente no crédito&period; A previsibilidade dessas operações e dessas relações jurídicas é extremamente relevante — ponderou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O professor Rodrigo Xavier Leonardo&comma; da Universidade Federal do Paraná &lpar;UFPR&rpar;&comma; defendeu maior objetividade na função social do contrato para evitar insegurança jurídica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>— A liberdade de contratar tem que ser exercida nos limites do ordenamento jurídico&comma; independentemente de um critério subjetivo de função social — disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também houve críticas à ampliação de cláusulas abertas no texto&period; O advogado Pedro Zanette Alfonsin&comma; conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil &lpar;OAB&rpar;&comma; afirmou que o direito de propriedade deve permanecer como núcleo de estabilidade e demonstrou preocupação com regras para empresas estrangeiras&period;<&sol;p>&NewLine;<p>— Nós devemos dizer muito obrigado para esse dinheiro novo que vem à nação — falou&comma; ao defender menos barreiras para investimentos estrangeiros no país&period;<&sol;p>&NewLine;<h3>Propriedade&comma; posse e população vulnerável<&sol;h3>&NewLine;<p>As discussões sobre posse e propriedade também mobilizaram os participantes&period; O professor Luciano de Souza Godoy&comma; da Fundação Getulio Vargas &lpar;FGV&rpar; Direito São Paulo&comma; avaliou que mudanças no direito das coisas exigem cautela por afetarem patrimônio e investimentos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>— O Código Civil é um núcleo de estabilidade e deve ser mudado com muito cuidado — enfatizou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já a defensora pública-geral de São Paulo&comma; Luciana Jordão&comma; defendeu que a reforma considere os impactos sobre famílias vulneráveis e ocupações urbanas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>— Uma norma pode ser tecnicamente correta&comma; mas produzir efeitos negativos na prática se não considerar a realidade — afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também participaram da audiência o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e relator parcial do livro de direito das coisas do anteprojeto&comma; Marco Aurélio Bezerra de Melo&semi; a professora titular de direito comercial da Universidade de São Paulo e relatora parcial do livro de direito empresarial do anteprojeto&comma; Paula Andrea Forgioni&semi; a relatora-geral da comissão de juristas criada pelo Senado para atualização do Código Civil&comma; Rosa Maria de Andrade Nery&semi; o relator-geral da comissão de juristas&comma; Flávio Tartuce&semi; o advogado Leonardo Corrêa&semi; o advogado Mario Luiz Delgado&semi; e o especialista em direito empresarial Gustavo Moraes Stolagli&comma; representante do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No encerramento da reunião&comma; os debatedores apontaram a necessidade de equilíbrio entre atualização legislativa&comma; proteção à propriedade&comma; preservação do ambiente de negócios e atenção às demandas sociais&period; Com a audiência desta quinta-feira&comma; a comissão concluiu o ciclo de debates públicos sobre a proposta de reforma do Código Civil&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;acessepolitica&period;com&period;br&sol;noticia&sol;176078&sol;comissao-do-codigo-civil-encerra-debates-com-foco-em-propriedade-e-contratos">Fonte&colon; 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Redação

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