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Haddad proporá a Lula mudanças no formato de pisos de Saúde e Educação

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Diante do descolamento dos pisos das pastas de Saúde e Educação dos demais gastos do novo arcabouço fiscal&comma; a equipe econômica do governo federal pretende propor&comma; no Orçamento do próximo ano&comma; mudanças no formato dos gastos mínimos para as duas áreas&comma; disse nesta terça-feira &lpar;11&rpar; o ministro da Fazenda&comma; Fernando Haddad&period;<img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;ebc&period;gif&quest;id&equals;1599291&amp&semi;o&equals;node" style&equals;"width&colon;1px&semi; height&colon;1px&semi; display&colon;inline&semi;"&sol;><&sol;p>&NewLine;<p>O ministro afirmou que levará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugestões de novas fórmulas de cálculo na elaboração do Orçamento Geral da União do próximo ano&comma; que terá de ser enviado ao Congresso até 30 de agosto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Vamos levar algumas propostas para o presidente&comma; que pode aceitar ou não&comma; dependendo da avaliação que ele fizer”&comma; declarou o ministro em relação a uma reportagem do jornal <em>Folha de S&period;Paulo<&sol;em> que apontou que o governo pretende limitar a 2&comma;5&percnt; o crescimento real &lpar;acima da inflação&rpar; dos pisos para a saúde e a educação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar da mudança dos cálculos&comma; Haddad descartou o risco de perda de recursos para as duas áreas&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Não se trata disso&comma; ninguém tem perda”&comma; garantiu o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A mudança tem o objetivo de evitar o colapso do novo arcabouço fiscal porque os pisos para a Saúde e a Educação cresceriam mais que os gastos discricionários &lpar;não obrigatórios&rpar; dos ministérios nos próximos anos&period; O próprio Tesouro Nacional estima que o espaço para as despesas livres do governo será comprimido ano a ano&comma; até se extinguir em 2030&comma; caso as regras para os limites mínimos de Saúde e Educação não sejam alteradas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Pelas contas do Tesouro&comma; de 2025 a 2033&comma; o governo terá R&dollar; 504 bilhões a menos para gastos discricionários&comma; que incluem os investimentos &lpar;obras e compra de equipamentos&rpar;&period; &OpenCurlyDoubleQuote;São vários cenários que estão sendo discutidos pelas áreas técnicas&comma; mas nenhum foi levado ainda à consideração do presidente”&comma; disse Haddad&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Descompasso<&sol;h2>&NewLine;<p>O descompasso ocorre porque&comma; enquanto os pisos mínimos para a Saúde e a Educação são calculados com base num percentual das receitas&comma; os demais gastos do arcabouço fiscal obedecem ao limite de 70&percnt; do crescimento real &lpar;acima da inflação&rpar; da receita no ano anterior&period; Com o fim do teto federal de gastos&comma; no ano passado&comma; os pisos voltaram a ser 15&percnt; da receita corrente líquida para a saúde e 18&percnt; da receita líquida de impostos para a educação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No ano passado&comma; durante as discussões do novo arcabouço fiscal&comma; o secretário do Tesouro Nacional&comma; Rogério Ceron&comma; defendeu uma reavaliação do cálculo dos pisos mínimos no Orçamento de 2025&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Entendemos que há critérios que podem ser melhores que a mera indexação &lbrack;em relação às receitas&rsqb;”&comma; disse Ceron na época&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também no ano passado&comma; Haddad tinha dito que a equipe econômica pretendia incluir uma regra de transição no arcabouço fiscal&comma; mas a proposta não foi levada adiante na elaboração nem na discussão do novo marco para as contas públicas&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2024-06&sol;haddad-propora-lula-mudancas-no-formato-de-pisos-de-saude-e-educacao">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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