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<p>Para alertar sobre a importância da detecção e acompanhamento da mulher na gestação e no puerpério, a Rede Cegonha, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), promoveu uma Jornada sobre a Mortalidade Materna com a presença de 100 profissionais da rede municipal de saúde. O evento ocorreu nesta terça-feira (11), na Escola de Saúde Pública de Salvador, no Comércio, com aulas teóricas e práticas.</p>
<p>O objetivo é discutir e pensar estratégias para a prevenção da mortalidade, trazendo à tona duas datas lembradas no mês de maio: Dia Mundial da Pré-eclâmpsia, em 22 de maio, e o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna, em 28 de maio. Um dos temas debatidos foi a pré-eclâmpsia, que é um quadro clínico de altos níveis de pressão arterial em mulheres grávidas e contribui para 10% a 15% dos casos de morte materna em todo mundo.</p>
<p>De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (RBEHG), estima-se que anualmente a doença seja responsável por 80 mil mortes maternas e 500 mil óbitos fetais. Organizadora da Jornada, a técnica referência da Rede Cegonha da SMS, Renata Barbosa, explicou que o tema é de extrema relevância e precisa ser amplamente discutido entre profissionais de saúde.</p>
<p>“Estamos debatendo aqui quais são as causas potenciadoras ameaçadoras de vida, porque a gente percebeu, ao longo dos últimos anos, um aumento dessa mortalidade materna”, disse. Durante a fala, a profissional de saúde fez questão de destacar que os profissionais de saúde têm papel fundamental tanto na prevenção quanto no diagnóstico precoce e encaminhamento das pacientes identificadas com a doença.</p>
<p>“Essa informação precisa ser levada ao médico que está na ponta. É ‘abrir o olho’ mesmo para ele visualizar melhor essa paciente”, declarou, acrescentando que uma segunda jornada será realizada em setembro debatendo mais uma vez o tema. Atualmente, a rede municipal conta com 160 unidades que dispõem de 370 equipes no atendimento à saúde básica, incluindo os serviços ofertados a gestantes durante o pré-natal e pós-parto.</p>
<p><strong>Prevenção</strong> ;– Palestrante do evento, a médica Lorena Gomes chamou atenção para a mortalidade materna relacionada a causas evitáveis. “As doenças hipertensivas da gestação podem ser controladas com acompanhamento multidisciplinar e remédios”, afirmou. A especialista ressaltou ainda a importância do olhar sensível para a detecção.</p>
<p>“É preciso reconhecer os fatores de risco dessa mulher, como obesidade e sobrepeso. Então quando a gente se depara com esse tipo de situação, é preciso ter um outro olhar. É fundamental formar as pessoas que estão cuidando dessas gestantes, passando por médicos, enfermeiros e técnicos”, destacou a médica.</p>


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