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governo quer integrar polícias e penas duras contra facções| Agência Brasil

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>Classificar as facções criminosas ou as milícias que atuam no Brasil de terroristas não combate o crime organizado&comma; ao mesmo tempo que pode servir de pretexto para interferências estrangeiras&comma; argumenta o líder do governo no Congresso Nacional&comma; senador Randolfe Rodrigues &lpar;PT-AP&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não há nenhum problema em rotular &lbrack;de terrorismo&rsqb;&period; Se querem rotular&comma; deem o nome que tiverem que dar para isso&comma; desde que o rótulo não comprometa a soberania nacional&period; O que nós não queremos é dar brecha para qualquer nação estrangeira intervir no Brasil&period; O problema do crime organizado vai ser resolvido por nós&comma; brasileiros”&comma; disse a liderança governista&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Randolfe conversou nesta quinta-feira &lpar;6&rpar; com a <strong>Agência Brasil<&sol;strong> sobre os projetos de lei em tramitação no Legislativo que tratam das organizações criminosas e que viraram motivo de disputa entre governo e oposição&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>A liderança governista destacou que o Executivo não tem problema em rotular as organizações criminosas como terroristas&comma; apesar de avaliar que a medida é inócua para avançar no combate ao crime organizado&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Eu não quero debater rótulo&comma; eu quero debater o conteúdo &lbrack;das políticas&rsqb; para derrotar o crime&period; Não é o rótulo que vai derrotar o crime organizado&period; Não é chamar o outro de feio que vai derrotá-lo&period; O horror não se combate chamando-o de horror&period; Tem que aumentar a pena para membro de facção&comma; tem que combater o fluxo financeiro das facções&comma; tem que ter coordenação de forças policiais”&comma; justificou&period;  <&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;whatsapp&period;com&sol;channel&sol;0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target&equals;"&lowbar;blank">&gt&semi;&gt&semi; Siga o canal da <strong>Agência Brasil <&sol;strong>no WhatsApp<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<p>O governo e a oposição travam uma disputa na Câmara dos Deputados sobre qual projeto deve prevalecer para combater as organizações criminosas&comma; se o PL das facções&comma; assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva&comma; ou se o <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;camara&period;leg&period;br&sol;proposicoesWeb&sol;prop&lowbar;mostrarintegra&quest;codteor&equals;2874202&amp&semi;filename&equals;PL&percnt;201283&sol;2025" target&equals;"&lowbar;blank">PL do Terrorismo &lbrack;1&period;283&sol;2025&rsqb;<&sol;a>&comma; do deputado Danilo Forte &lpar;União-CE&rpar;&comma; que equipara as facções e milícias ao terrorismo&period; Há ainda a possibilidade de juntar os dois projetos em um só&period; <strong>O presidente da Câmara&comma; Hugo Motta&comma; informou que a Casa deve decidir sobre o tema até o final da próxima semana&period;<&sol;strong> <&sol;p>&NewLine;<p>Prevista para esta semana&comma; a votação do PL do terrorismo foi adiada na Comissão de Constituição e Justiça &lpar;CCJ&rpar; da Câmara&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Essa decisão é do presidente &lbrack;Hugo Motta&rsqb;&period; O rito é ele que vai decidir&period; Pode ser que venha para a CCJ&period; Pode ser que ele apense &lbrack;juntando os dois projetos em disputa sob a mesma relatoria&rsqb;”&comma; explicou à <strong>Agência Brasil<&sol;strong> o presidente da CCJ&comma; deputado Paulo Azi &lpar;União-BA&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Especialistas tem alertado que equiparar as fações e milícias ao terrorismo expõe o Brasil à estratégia intervencionista dos Estados Unidos na América Latina&period;<&sol;strong> <&sol;p>&NewLine;<h2>Proselitismo<&sol;h2>&NewLine;<p>Para o líder do governo Randolfe Rodrigues&comma; o PL que equipara as organizações criminosas ao terrorismo serve a certo discurso político-ideológico&period;  <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Vamos parar de proselitismo e de ideologização da questão e tratar como uma questão de Estado para ser enfrentada por todos os lados&comma; direita&comma; esquerda&comma; governo e oposição”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Randolfe argumentou que o governo brasileiro apresentou a Proposta de Emenda à Constituição &lpar;PEC&rpar; da Segurança e o PL Antifacção para combater o crime com aumento de penas para os membros da organização criminosa&comma; integração das polícias e aposta na inteligência das forças de segurança&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não basta você ter uma operação contra o crime organizado em uma área de favela e depois deixar a área para que outros recrutados do crime organizado continuem fazendo o que o PCC&comma; o que Comando Vermelho e outras organizações fazem&period; As medidas que o governo encaminha são baseadas no binômio coordenação das forças de polícia para enfrentar uma guerra e aumento de penas para o combate às facções”&comma; completou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Terrorismo<&sol;h2>&NewLine;<p>O autor do projeto de lei que equipara as facções ao terrorismo&comma; deputado Danilo Fortes&comma; justificou que a medida é importante para dar condições da polícia enfrentar as organizações criminosas sem medo da Corregedoria&comma; que é o órgão responsável por monitorar e aplicar sanções contra policiais que violam as regras&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O PL dá condição para você criar situações extralegais de poder fazer o enfrentamento&comma; inclusive ações preventivas&period; Eu não estou entrando na seara política ou ideológica&period; Eu estou entrando na questão das condutas que o crime organizado está tendo no Brasil&comma; que são condutas de terrorismo&period; Quando você provoca medo coletivo&comma; são ações de terrorismo”&comma; disse à <strong>Agência Brasil<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>O deputado ainda rejeitou a tese de que a medida poderia abrir brecha para intervenção estrangeira no Brasil&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Os Estados Unidos não podem invadir&period; Isso é &lbrack;responsabilidade&rsqb; da ONU&period; A soberania só é ferida se tiver algum acordo bilateral ou multilateral&comma; o que não existe&period; E quem vai fazer a definição é o Poder Executivo&period; Nós estamos perdendo a soberania para o crime&comma; internamente”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-11&sol;randolfe-governo-quer-integrar-policiais-e-penas-duras-contra-faccoes">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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