Categories: Economia

Fim da escala 6×1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p><strong>As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil&comma; em <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;airbnb&period;com&period;br&sol;rooms&sol;1669576755189197289&quest;check&lowbar;in&equals;2026-09-04&amp&semi;check&lowbar;out&equals;2026-09-07&amp&semi;guests&equals;3&amp&semi;search&lowbar;mode&equals;regular&lowbar;search&amp&semi;source&lowbar;impression&lowbar;id&equals;p3&lowbar;1777303165&lowbar;P31Oh2-dgXJcPxv1&amp&semi;previous&lowbar;page&lowbar;section&lowbar;name&equals;1000&amp&semi;federated&lowbar;search&lowbar;id&equals;a6147f1d-f75c-4673-8ae7-ae63961633a5" target&equals;"&lowbar;blank">tramitação no Congresso Nacional<&sol;a>&comma; têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia&comma; a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso&comma; a chamada 6&&num;215&semi;1&period;  <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>De um lado&comma; estudos de entidades que representam o empresariado&comma; as chamadas confederações patronais&comma; projetam queda no Produto Interno Bruto &lpar;PIB&rpar; e alta da inflação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por outra perspectiva&comma; análises da Universidade Estadual de Campinas &lpar;Unicamp&rpar; e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada &lpar;Ipea&rpar; desenham um cenário diferente&comma; com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores&comma; além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB&period;  <&sol;p>&NewLine;<p>Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira&comma; a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico&comma; mas político&period;  <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem&comma; como regra&comma; que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará&comma; inevitavelmente&comma; à redução da produção e da renda – ignorando&comma; assim&comma; os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”&comma; aponta&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-medio&lowbar;4colunas type-image atom-align-right">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;460764&colon;medio&lowbar;4colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;460764 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Para a professora da Unicamp Marilane Teixeira&comma; a diferença entre as pesquisas ocorre porque o debate é político&period; <strong>Foto&colon; Pedro França&sol;Agência Senado<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;460764--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Membro do <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;econtents&period;sbu&period;unicamp&period;br&sol;inpec&sol;index&period;php&sol;rbest&sol;article&sol;view&sol;20820&sol;14938" target&equals;"&lowbar;blank">Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho &lpar;Cesite&rpar;<&sol;a>&comma; Marilene defende que a resistência à redução da jornada&comma; por parte dos empregadores&comma; pode levar a projeções alarmistas&period;  <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Do ponto de vista dos empregadores&comma; é claro que&comma; qualquer mudança é vista a partir do seu negócio&period; Eles não olham a economia como um todo&comma; mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”&comma; acredita&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Previsões  <&sol;h2>&NewLine;<p><strong>A <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;static&period;portaldaindustria&period;com&period;br&sol;portaldaindustria&sol;noticias&sol;media&sol;filer&lowbar;public&sol;36&sol;1b&sol;361b1ce0-cb7d-415e-bf85-b89709f64845&sol;nota&lowbar;tecnica&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank">pesquisa<&sol;a> da Confederação Nacional da Indústria &lpar;CNI&rpar; calcula uma perda de R&dollar; 76 bilhões no PIB brasileiro &lpar;-0&comma;7&percnt;&rpar; com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas&period;<&sol;strong> No caso da indústria&comma; o PIB cairia 1&comma;2&percnt;&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional&comma; a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”&comma; destaca o presidente da CNI&comma; Ricardo Alban&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens&comma; Serviços e Turismo &lpar;CNC&rpar;&comma; que reúne empresários desses setores&comma; <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;portal-bucket&period;azureedge&period;net&sol;wp-content&sol;2026&sol;02&sol;Jornada6x1&lowbar;Geade&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank">afirma<&sol;a> que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21&percnt;&period; <strong>A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13&percnt;&period; <&sol;strong> Já a CNI aponta para altas nos preços de 6&comma;2&percnt;&comma; em média&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Sem redução dos salários nominais&comma; espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”&comma; diz a CNC&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Custos x benefícios <&sol;h2>&NewLine;<p>Já o <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;repositorio&period;ipea&period;gov&period;br&sol;server&sol;api&sol;core&sol;bitstreams&sol;7083c3f2-81ee-48e6-a525-c9fe4b56d5e7&sol;content" target&equals;"&lowbar;blank">estudo do Ipea<&sol;a> afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores&comma; a partir da redução da jornada&comma; não passaria dos 10&percnt;&comma; no caso dos setores mais impactados&period; Na média&comma; a previsão é de um custo extra do trabalho de 7&comma;8&percnt;&period;   <&sol;p>&NewLine;<p><strong>Porém&comma; considerando o custo total das empresas&comma; conta que engloba o conjunto de gastos&comma; o impacto da redução da jornada varia de 1&percnt;&comma; em setores como comércio e indústria&comma; a até 6&comma;6&percnt;&comma; no caso do ramo de vigilância e segurança&period; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho&comma; ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”&comma; diz o estudo do Ipea&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores&comma; que empregam cerca de 25&percnt; dos assalariados formais do país&period; Segundo o Ipea&comma; esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho&period;   <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-medio&lowbar;4colunas type-image atom-align-left">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;286681&colon;medio&lowbar;4colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;286681 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;286681-->Autor do estudo do Ipea&comma; Felipe Pateo afirma que o levantamento da CNC não demonstra&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;de forma transparente”&comma; como eles chegaram ao aumento de 21&percnt; no custo do trabalho&period;  <strong>Foto&colon;<&sol;strong> <strong>Valter Campanato&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;286681--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Um dos autores do estudo do Ipea&comma; Felipe Pateo&comma; afirma que o levantamento da CNC não demonstra&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;de forma transparente”&comma; como eles chegaram ao aumento de 21&percnt; no custo do trabalho&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si&comma; a gente mostra que&comma; matematicamente&comma; não tem como esse aumento ser maior do que 10&percnt; porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”&comma; afirmou&period; <&sol;p>&NewLine;<p>A A<strong>gência Brasil<&sol;strong> procurou a CNC para comentar as divergências&comma; mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Inflação dos preços <&sol;h2>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;44565&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;44565 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Setor de comércio calcula aumento dos custos com redução da jornada  &&num;8211&semi; <strong>Tânia Rêgo&sol;Arquivo&sol;Agência Brasil&sol;Arquivo<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;44565--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Projeções de aumento de preços com o fim da escala 6&&num;215&semi;1 são destaque nos estudos de entidades patronais como CNC e <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;static&period;portaldaindustria&period;com&period;br&sol;portaldaindustria&sol;noticias&sol;media&sol;filer&lowbar;public&sol;04&sol;f0&sol;04f04592-0f48-4da1-bd33-7343e8e04706&sol;impacto&lowbar;da&lowbar;reducao&lowbar;da&lowbar;escala&lowbar;de&lowbar;trabalho&lowbar;nos&lowbar;precos&lowbar;ao&lowbar;consumidor&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank">CNI<&sol;a>&comma; que argumentam que o aumento do custo da mão de obra será repassado ao consumidor final&period;   <&sol;p>&NewLine;<p>O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tem aumento de custo porque o valor do salário-hora aumentou&comma; então vai ter aumento de custo&period; Todos os produtos vão ter aumento&period; Isso é um efeito que vai se acumulando porque cada setor tem o mesmo problema”&comma; explica&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Por sua vez&comma; o economista do Ipea Felipe Pateo avalia que o impacto inflacionário será limitado&comma; lembrando que os empresários podem ainda absorver essa diferença com redução de lucros&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O aumento no custo operacional é de 1&percnt;&period; Se o empresário repassar integralmente esse aumento&comma; vai ser um aumento de 1&percnt; no preço do produto”&comma; afirma Pateo&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Já a economista da Unicamp&comma; Marilane Teixeira&comma; avalia que não há risco de aumento generalizado de preços&period; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Se fosse assim&comma; então&comma; toda vez que eleva o salário mínimo&comma; você teria um aumento da inflação exponencial porque o salário mínimo tem impacto para o conjunto da economia”&comma; compara&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>Ela acrescenta que praticamente todos os setores da economia atuam com capacidade ociosa&comma; que permite aumentar a oferta em caso de pressão no lado da demanda&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Essa ideia de que uma elevação marginal no custo do trabalho pela contratação gera inflação&comma; não se sustenta&period; O impacto disso no custo total é tão marginal que é óbvio que não vai impactar no preço do produto&period; E se a empresa compete&comma; ele não vai reajustar preço porque corre o risco de perder cliente para o concorrente”&comma; justifica&period; <&sol;p>&NewLine;<p><strong>A nota técnica do Ipea sustenta que a redução da jornada terá efeito semelhante a de aumentos do salário mínimo e afirma que as projeções que preveem redução do PIB e do emprego não são respaldadas por estudos que analisam a experiência histórica brasileira&period; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Aumentos reais &lbrack;do salário mínimo&rsqb;&comma; que chegaram a 12&percnt; em 2001&comma; 7&comma;6&percnt; em 2012 e 5&comma;6&percnt; em 2024&comma; não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego”&comma; diz a nota técnica do Ipea&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Divergências <&sol;h2>&NewLine;<p><strong>A divergência entre as pesquisas ocorre porque os levantamentos partem de pressupostos e premissas diferentes para calcular os impactos sobre o PIB e inflação&comma; por exemplo&period;  <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O estudo da Unicamp parte da premissa de que a redução da jornada vai incentivar os empregadores a contratar mais&period; Em contrapartida&comma; o estudo da CNI parte do pressuposto de que a redução do total de horas trabalhadas diminuiria o total do produto final&period; <&sol;p>&NewLine;<p>O gerente de análise econômica da CNI&comma; Marcelo Azevedo&comma; explicou à <strong>Agência Brasil<&sol;strong> que os estudos de projeções econômicas simplificam a realidade e precisam definir hipóteses para fazer projeções de impactos da mudança&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Você pode assumir que vai ter ganho de produtividade&comma; você pode assumir que não vai ter ganho de produtividade&period; E tudo bem&period; Isso faz parte dos estudos&comma; desde que bem explicitados que tipo de hipótese você está assumindo&period; Não à toa você tem visões diferentes e não necessariamente erradas&comma; mesmo que conflitantes”&comma; pondera&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Marilene ressalta que a diferença entre as pesquisas não é resultado de uma manipulação das evidências&period;<&sol;strong> A partir dos mesmos dados&comma; pode-se chegar a resultados distintos em razão da perspectiva política&comma; econômica e social que o pesquisador tem do contexto que se analisa&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É um conflito que chamamos de conflito distributivo&period; É uma disputa para definir para onde canalizar os lucros&comma; a renda do trabalho&comma; o salário e o consumo&period; O que está em disputa são os ganhos da produtividade”&comma; completa&period; <&sol;p>&NewLine;<h2>Produtividade <&sol;h2>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;99193&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;99193 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Trabalhador da indústria- <strong>Amanda Oliveira&sol;GovBA<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;99193--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>O estudo da CNI aponta que a redução da jornada de trabalho vai impactar a competitividade das empresas&period;<strong> Ele avalia como improvável o aumento da produtividade para compensar a redução das horas trabalhadas&period; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-medio&lowbar;4colunas type-image atom-align-right">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;460763&colon;medio&lowbar;4colunas &lbrace;"additionalClasses"&colon;""&rcub; --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;460763 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;460763-->O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta &&num;8211&semi; <strong>Foto&colon;<&sol;strong> <strong>José Paulo Lacerda&sol;CNI<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;460763--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Ao aumentar a produtividade&comma; uma empresa pode produzir o mesmo com menos tempo de trabalho&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A gente&comma; infelizmente&comma; e por diversas razões que não são simples de contornar&comma; está com uma produtividade estagnada há muito tempo&period; Ela é baixa frente aos outros países&period; Acho difícil apostar numa melhora significativa de produtividade”&comma; explicou à <strong>Agência Brasil<&sol;strong> o gerente de análise econômica da CNI&comma; Marcelo Azevedo&period; <&sol;p>&NewLine;<p>A economista Marilane Teixeira aponta que&comma; mesmo com uma jornada relativamente extensa como a brasileira&comma; a produtividade se mantém estagnada&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Portanto&comma; não é a jornada de trabalho que vai resolver o problema da produtividade&period; Talvez&comma; até reduzindo a jornada de trabalho&comma; você possa melhorar a produtividade porque as pessoas vão estar mais descansadas”&comma; completa&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>O técnico do Ipea Felipe Pateo afirma que há muitas possibilidades para adequação das empresas frente a redução da jornada&comma; não sendo possível antecipar uma queda no PIB&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A hora liberada do trabalhador pode gerar também maior produção&comma; maior consumo&period; Pode fazer com que as outras atividades&comma; no tempo livre&comma; tenham uma dinâmica positiva na economia”&comma; explica&period;   <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Evolução histórica <&sol;h2>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;124021&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;124021 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p>Presidente da Assembleia Nacional Constituinte&comma; Ulysses Guimarães&comma; ao promulgar a nova Constituição Federal de 1988&period; &&num;8211&semi; <strong>Arquivo Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;124021--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>Em 1988&comma; a Constituição brasileira reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais&period; Em 2002&comma; economistas da PUC Rio e da Universidade de São Paulo &lpar;USP&rpar; publicaram estudo que não identificou efeitos negativos no nível de emprego&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;As mudanças relacionadas à jornada de trabalho em 1988 não aumentaram a probabilidade de o trabalhador afetado perder o emprego e diminuíram a sua probabilidade de sair da força de trabalho no ano seguinte à mudança regulatória”&period; <&sol;p>&NewLine;<p>O economista da CNI Marcelo Azevedo questiona a comparação da redução atual da jornada com a que foi realizada durante a Constituição de 1988&comma; alegando que a economia mudou muito nesses 40 anos&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A economia era mais fechada&comma; não tinha globalização como tem hoje&comma; não tinha o comércio eletrônico de hoje&period; Era mais fácil absorver os custos com uma inflação elevadíssima como a daquela época”&comma; rebate Azevedo&period; <&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2026-04&sol;fim-da-escala-6-1-estudos-divergem-sobre-impactos-no-pib-e-inflacao">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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