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<p>O caso ocorreu em 21 de abril na comunidade de União de Vila Nova, bairro na Subprefeitura de São Miguel Paulista, na zona leste da capital</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">FABIO GIANNELLI/AGIF &#8211; AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/11/design-sem-nome-72-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/11/design-sem-nome-72-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Delegado Osvaldo Nico Gonçalves <br /></span></div>
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<p><strong>O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Nico Gonçalves, disse neste domingo, 3,</strong> que em mais de quatro décadas atuando nas forças de segurança do Estado,<strong> não tinha se deparado com algo tão terrível quanto o caso do estupro coletivo de duas crianças.</strong> Os agressores filmaram as violências e divulgaram os vídeos em redes sociais.</p>
<p>“Em 45 anos de polícia, não consegui ver o vídeo até o fim, cena terrível, inesquecível, vai ficar no meu subconsciente por muito tempo”.</p>
<p><strong>De acordo com o secretário, um adolescente envolvido ainda não foi localizado pela polícia</strong>. “Tem uma pessoa foragida ainda, que é o Christian (adolescente agressor). Mas temos equipes negociando com a família nesse momento para ele se entregar, que é melhor pra ele.”</p>
<p><strong>Três adolescentes foram apreendidos.</strong> No final da tarde de sábado, 2, o único adulto envolvido foi encontrado após fugir para a Bahia. Eles vão responder pelos crimes de estupro de vulnerável, divulgação de imagem de menor, corrupção de menores.</p>
<p>Segundo a delegada Janaína da Silva Dziadowczyk, responsável pela investigação, o caso primeiro repercutiu nas redes sociais, mas a ocorrência não tinha sido apresentada na delegacia.</p>
<p>“Assim que tomamos conhecimento, os investigadores saíram a campo, conseguiram localizar as vítimas, porque as vítimas estavam sendo pressionadas para não registrassem o boletim de ocorrência na delegacia. Embora na internet estivesse sendo divulgado os vídeos, a família não havia registrado o boletim.”</p>
<p>Janaína afirma que a<strong> irmã de uma das vítimas, que não mora mais na comunidade, recebeu os vídeos, reconheceu e levou o caso à delegacia.</strong> Mas ela não tinha informações sobre onde e quando os crimes ocorreram.</p>
<p><strong>As famílias foram pressionadas para não acionar a polícia</strong>. “A família foi pressionada pela comunidade. Eles queriam resolver entre eles e não queriam que a polícia tomasse conhecimento.”</p>
<p>A investigação aponta que os <strong>agressores conviviam com as vítimas</strong> e se aproveitaram dessa relação para cometer os crimes.</p>
<p>“Eles eram vizinhos, e eles conviviam. As crianças tinham confiança neles. Foram soltar pipa. Eles foram atraídos para esse imóvel (de um dos adolescentes) porque eles passaram e falaram: ‘vamos soltar pipa? Ah, entra aqui que tem uma linha’ ”</p>
<p>“Um dos adolescentes falou que inicialmente era uma brincadeira que acabou escalando. Mas a iniciativa de gravar os vídeos foi do maior. Foi ele que começou as brincadeiras, segundo eles. E ele começou a gravar no celular dele. E depois ele pediu para que outro menor gravasse.”</p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p><strong>O caso ocorreu em 21 de abril na comunidade de União de Vila Nova</strong>, bairro na Subprefeitura de São Miguel Paulista, na zona leste da capital.</p>
<p>“A família, por receio, não teve coragem de denunciar. O conselho tutelar e a polícia só tomaram conhecimento em 24 de abril”, afirma o subprefeito Divaldo Rosa, em vídeo publicado nas redes sociais. Ele só se pronunciou sobre o caso nesta quinta, 30.</p>
<p><strong>Os agressores gravaram o estupro de vulneráveis e compartilharam as imagens em uma rede social.</strong> Em um dos vídeos, de 63 segundos, as crianças choram, gritam e falam ao menos nove vezes “para” e cinco vezes “eu não quero”. Enquanto isso, os violadores riem, insistem no ato e agridem as vítimas.</p>
<p>O Estadão não conseguiu contato com a defesa dos adolescentes, nem do foragido. A reportagem procurou o Ministério Público e a Defensoria Pública, mas não teve retorno</p>
<p><strong>À reportagem, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) definiu o caso como “terrível”.</strong> “As crianças foram acolhidas pelos equipamentos da Prefeitura. Uma está com a mãe em uma Vila Reencontro. A outra está com os dois irmãos no Serviço Institucional para Criança e Adolescente, porque o Conselho Tutelar verificou que não havia condições de continuarem com a mãe, que é dependente química, onde viviam.”</p>
<p><strong>As vítimas estão sendo acompanhadas pelo Conselho Tutelar de São Miguel Paulista,</strong> por assistentes sociais e profissionais de saúde e pelo Projeto Bem-Me-Quer, programa de acolhimento do governo estadual a vítimas de violência sexual.</p>
<p>“Este caso é revoltante, ele choca e ele não pode ser tratado como algo normal. Os abusadores agem na maioria das vezes na sombra do medo, da omissão e da falta de denúncia aos órgãos públicos”, afirmou o subprefeito Divaldo Rosa.</p>
<p>“Se você souber de algum caso de abuso contra a criança, faça uma denúncia anônima pelo disque 100. Você pode estar salvando uma vida. Proteger as crianças é dever de todos nós.”</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/estupro-coletivo-de-criancas-em-sp-nao-consegui-ver-o-video-ate-o-fim-terrivel-diz-nico.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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