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<p>Em um cenário marcado pela redução da presença da estatal Infraero, grupos de sete países atuam em 25 dos 29 aeroportos com maior movimentação anual de passageiros nas capitais do país</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Rovena Rosa/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/04/0g0a9203-311x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/04/0g0a9203-676x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">Por outro lado, a espanhola Aena lidera o mercado, com sete aeroportos, incluindo Congonhas (SP) e o Galeão (RJ), segundo e terceiro mais movimentados do Brasil.<br /></span></div>
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<p>A presença de operadores estrangeiros em aeroportos brasileiros supera a observada em outros setores de infraestrutura e <strong>já domina os principais terminais do País</strong>. Hoje, empresas internacionais controlam cerca de 90% dos aeroportos localizados em capitais, segundo levantamento do Broadcast (sistema de noticiais em tempo real do Grupo Estado) com dados da Aeroportos do Brasil (ABR).</p>
<p>cA predominância estrangeira reflete fatores regulatórios e operacionais, além do histórico de concessões, segundo especialistas.</p>
<p>O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, relaciona <strong>a forte presença estrangeira ao processo de concessões que classifica como “bem-sucedido”,</strong> iniciado em 2011. “Não havia empresas brasileiras desenvolvidas para gerir esses ativos. As concessões abriram espaço para grupos estrangeiros com expertise”, afirmou à Broadcast.</p>
<p>A maior padronização do setor também favorece a atuação de operadores globais, segundo a sócia do BMA Advogados, Ana Cândida. “A regulação do transporte aéreo tem forte coordenação internacional, o que traz maior uniformidade e reduz incertezas para o investidor. Isso não acontece em outros setores de infraestrutura, como saneamento e rodovias, que têm características mais locais”, explicou.</p>
<p><strong>Apenas quatro aeroportos em capitais não são controlados por operadores estrangeiros: Santos Dumont (RJ), Belém (PA), Cuiabá (MT) e Macapá (AP).</strong> O terminal no Rio de Janeiro é o único sob gestão exclusiva da estatal Infraero, enquanto os demais são operados por grupos privados brasileiros, como a Norte da Amazônia Airports (NOA) e a Centro-Oeste Airports (COA).</p>
<p>Por outro lado, a espanhola Aena lidera o mercado, com sete aeroportos, incluindo Congonhas (SP) e o Galeão (RJ), segundo e terceiro mais movimentados do Brasil. Controlada pelo governo da Espanha, a concessionária ampliou presença no País nos últimos anos e, recentemente, venceu a relicitação do terminal fluminense, em disputa com a suíça Zurich Airport e a concessionária anterior, Changi Airports International, de Cingapura.</p>
<p><strong>Já o grupo mexicano Asur controla seis terminais em capitais brasileiras após adquirir parte dos ativos da Motiva no Paí</strong>s, incluindo os aeroportos de Palmas, São Luís, Teresina, Goiânia, Belo Horizonte e Curitiba. A francesa Vinci Airports, por sua vez, administra cinco terminais e ocupa a sétima posição no ranking por movimentação.</p>
<h2>Infraero</h2>
<p>O avanço dos operadores estrangeiros ocorreu em paralelo à redução da Infraero. Em 2010, a estatal gerenciava 67 aeroportos no País. Com o início das concessões, perdeu representatividade e <strong>hoje controla 23 aeroportos, sendo apenas 10 com voos regulares.</strong></p>
<p>Nas primeiras rodadas, a estatal compartilhava as concessões com construtoras nacionais, que atuavam como parceiras dos operadores estrangeiros. Com a saída desses grupos, em meio aos impactos da Operação Lava Jato e à reestruturação das empresas, a presença nacional nos consórcios foi reduzida.</p>
<p>Esse movimento ganhou novo impulso com a saída da estatal da concessão do Galeão (RJ), na qual detinha 49% de participação, após a relicitação do ativo. Na avaliação do sócio do VLR Advogados, Luís Felipe Valerim, a tendência é de continuidade desse encolhimento. “A Infraero caminha para um papel cada vez mais residual no setor”, disse.</p>
<p><strong>A estatal ainda mantém participação em concessões relevantes, como na concessionária GRU Airport (Guarulhos) e no Aeroporto de Brasília</strong>. No entanto, a relicitação em andamento para o terminal da capital federal prevê a saída da estatal do ativo. Com isso, o Santos Dumont deve se manter como último ativo mais relevante no portfólio da Infraero.</p>
<h2>Perspectivas</h2>
<p>No início de abril, o Tribunal de Contas da União (TCU)<strong> aprovou o processo de solução consensual para a concessão do Aeroporto de Brasília</strong> e determinou a inclusão de 10 aeroportos regionais do programa AmpliAR no novo contrato. A expectativa é que o leilão ocorra ainda neste ano.</p>
<p>O modelo tende a reforçar a presença dos operadores já estabelecidos, segundo Valerim. “Ao incorporar aeroportos regionais a contratos existentes, o programa amplia a escala das concessões e favorece grupos já instalados, o que pode concentrar ainda mais a operação”, afirmou.</p>
<p>Apesar do número limitado de ativos, <strong>há espaço para novos entrantes</strong>, segundo Ana Cândida, que cita como exemplo a venda de ativos da Motiva. “Ainda há oportunidades no mercado secundário, mas os grandes grupos tendem a concentrar os ativos”, reforçou.</p>
<p>*Estadão Conteúdo</p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/estrangeiros-operam-90-dos-aeroportos-em-capitais-e-infraero-encolhe.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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