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<p>Mais de 2,4 milhões de brasileiros estão dentro do <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://bvsms.saude.gov.br/transtorno-do-espectro-autista-tea-autismo/" target="_blank" rel="noopener">Transtorno do Espectro Autista (TEA)</a>, segundo o <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/43464-censo-2022-identifica-2-4-milhoes-de-pessoas-diagnosticadas-com-autismo-no-brasil" target="_blank" rel="noopener">Censo TEA 2022, realizado pelo IBGE</a>. Apesar da crescente conscientização, muitas famílias ainda enfrentam dificuldades para obter um diagnóstico precoce e acessar um acompanhamento sensível e integrado. As consequências podem se estender por toda a infância — e impactar diretamente a vida adulta.</p>
<p>As histórias de Guilherme, João Victor e Benjamin mostram como o olhar atento da família e o envolvimento de uma rede de apoio comprometida podem mudar completamente uma trajetória.</p>
<p><strong>QUANDO ALGUÉM FINALMENTE ENXERGA VOCÊ</strong><br />A professora Maiara de Oliveira Pereira começou a perceber, ainda nos primeiros meses de vida do filho Guilherme, que algo não ia bem. “<strong>Ele dormia pouco, tinha refluxos constantes, não reagia ao nome e apresentava comportamentos repetitivos</strong>”, conta. Mesmo buscando ajuda profissional, sentia que o atendimento era mecânico e impessoal. A confirmação do diagnóstico de TEA, além de TDAH e Transtorno Opositivo Desafiador (TOD), veio por volta dos 3 anos, após a observação cuidadosa de uma professora na escola pública.</p>
<figure id="attachment_7202" aria-describedby="caption-attachment-7202" style="width: 270px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7202" class="wp-caption-text">Guilherme</figcaption></figure>
<p>A transformação começou quando ela encontrou uma equipe acolhedora e integrada. “Pela primeira vez, alguém viu a mim e ao Guilherme. Isso me deu forças. Fiz uma pós em Análise do Comportamento e passei a entender melhor o que ele precisava. Hoje, somos parceiros nessa jornada.” Atualmente, Guilherme tem 6 anos, lê, escreve, participa das aulas e é uma criança feliz. “<strong>Só conseguimos isso porque alguém nos acolheu com escuta, conhecimento e respeito</strong>”, diz Maiara.</p>
<p><strong>RESPEITAR O TEMPO DE CADA CRIANÇA</strong><br />A pedagoga Cristina Oliveira Mazzei enfrentou um longo caminho até garantir o suporte adequado ao filho João Victor, hoje com 9 anos.</p>
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<h5>“<strong>O acolhimento que recebemos foi fundamental. Meu filho pôde se desenvolver com segurança e sem pressões. A diferença está em quem entende que cada criança tem seu tempo, sua forma de aprender, de expressar e de se relacionar</strong>”, relata.</h5>
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<p>Assim como Maiara, Cristina também se especializou em Análise do Comportamento para compreender melhor o universo do filho.</p>
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<h4>“<strong>Nenhuma família deveria passar por isso sozinha. Quando nos sentimos acompanhados, tudo se torna mais possível.</strong>”</h4>
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<figure id="attachment_7203" aria-describedby="caption-attachment-7203" style="width: 263px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7203" class="wp-caption-text">João Victor</figcaption></figure>
<p><strong>ESCUTA QUE TRANSFORMA</strong><br />Aos 4 anos, Benjamin também carrega uma história marcada pela atenção precoce. Desde os primeiros meses, sua mãe, Monique Priscila da Fonseca Oliveira, notou comportamentos diferentes: ele não sentava, quase não engatinhava e não respondia ao nome. Junto ao pai, Lincon Reis Oliveira, procurou ajuda e, mesmo antes de um diagnóstico fechado, iniciou terapias com uma equipe multidisciplinar.</p>
<p>Hoje, Benjamin frequenta o ensino regular, está desfraldado, reconhece cores, números e letras, tem boa coordenação motora e se comunica de forma funcional.</p>
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<h4>“<strong>Nosso maior objetivo é que ele seja feliz e tenha as mesmas oportunidades que qualquer outra criança. A gente luta por isso todos os dias</strong>”, afirmam Monique e Lincon.</h4>
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<figure id="attachment_7204" aria-describedby="caption-attachment-7204" style="width: 399px" class="wp-caption aligncenter"><figcaption id="caption-attachment-7204" class="wp-caption-text">Benjamin</figcaption></figure>
<p><strong>MUITO ALÉM DA TÉCNICA</strong><br />A neuropsicopedagoga Silvia Kelly Bosi, que acompanha Benjamin desde o início, reforça que o vínculo e a escuta ativa são tão importantes quanto o conhecimento técnico.</p>
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<h4>“<strong>A identificação precoce pode mudar o rumo da vida de uma criança. Mas, para isso, precisamos de profissionais comprometidos em enxergar para além do laudo e da estatística</strong>.”</h4>
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<p>Silvia também é mãe atípica e defende a atuação em rede como essencial. “Família, escola e profissionais precisam caminhar juntos. A construção do desenvolvimento passa pelo cotidiano”.</p>
<p><strong>ORGULHO QUE INSPIRA</strong><br />O Dia do Orgulho Autista, celebrado em 18 de junho, é um convite à reflexão sobre inclusão, respeito e pertencimento. Mais do que uma data simbólica, é uma oportunidade de dar visibilidade às potências únicas de cada criança e à importância de políticas públicas e serviços de qualidade para a infância neurodivergente.</p>
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<h4>“<strong>Cada história como a do Guilherme, do João Victor ou do Benjamin mostra que, quando há escuta, cuidado e uma rede que apoia, o desenvolvimento acontece. E com ele, a esperança</strong>”, conclui Silvia.</h4>
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<p><a href="https://comsaudebahia.com.br/escuta-acolhimento-e-intervencao-precoce-transformam-vidas-de-criancas-com-autismo/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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