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Entenda como fica o IOF após decisão de ministro do STF

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar;&comma; Alexandre de Moraes&comma; de restabelecer quase a totalidade do decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras &lpar;IOF&rpar;  <strong>provocou a quarta mudança nas alíquotas em quase dois meses&period; Com exceção do risco sacado&comma; as alíquotas que vigoravam até 25 de junho&comma; quando o Congresso Nacional derrubou o decreto do governo&comma; voltaram a vigorar&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Sem as receitas do IOF do risco sacado&comma; o governo perderá R&dollar; 450 milhões em arrecadação neste ano e R&dollar; 3&comma;5 bilhões em 2026&comma; segundo o Ministério da Fazenda&period; <strong>Embora Alexandre de Moraes tenha autorizado o governo a cobrar retroativamente a 11 de junho&comma; a Receita Federal informou que pretende retomar a cobrança a partir desta quinta-feira &lpar;17&rpar;&comma; avaliando eventuais casos de pessoas que pagaram o imposto neste período&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Para o cidadão e as empresas&comma; as mudanças voltam a apertar o bolso&comma; com alíquotas maiores sobre as operações de câmbio e de empréstimo para empresas&period; Contribuintes ricos &&num;8211&semi; que recebem mais de R&dollar; 1&comma;2 milhão por ano &lpar;R&dollar; 100 mil por mês&rpar; &&num;8211&semi; serão tributados nas transferências para a previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre &lpar;VGBL&rpar;&period; <&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Moraes restabeleceu a terceira versão do decreto&comma; em que o governo tinha desidratado parte das mudanças instituídas em maio&period; Como não tinham sido objeto de nenhuma das versões do decreto&comma; o IOF de crédito para pessoas físicas&comma; para o Pix e para modalidades isentas não foi alterado&period;<&sol;p>&NewLine;<p><a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;whatsapp&period;com&sol;channel&sol;0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target&equals;"&lowbar;blank">&gt&semi;&gt&semi; Siga o canal da <strong>Agência Brasil <&sol;strong>no WhatsApp<&sol;a><&sol;p>&NewLine;<h2>Entenda os efeitos da derrubada do decreto sobre seu bolso&colon;<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Viagens ao exterior<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Como estavam<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>•     1&comma;1&percnt; para compra de moeda em espécie&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     3&comma;38&percnt; nas outras transações &lpar;cartões de crédito&comma; débito&comma; débito internacional e pré-pago&rpar;&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Para operações não especificadas&comma; a alíquota voltou aos 0&comma;38&percnt;&comma; sendo cobrada uma única vez&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Remessas ao exterior e empréstimo de curto prazo &lpar;inferior a um ano&rpar; voltam a ter alíquota de 1&comma;1&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Como voltaram a ficar<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>As alíquotas voltam a ser as mesmas de antes do decreto&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>Unificação do IOF sobre operações de câmbio em 3&comma;5&percnt;&period; A nova alíquota incide sobre&colon;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Transações de câmbio com cartões de crédito e débito internacional&comma; compra de moeda em espécie&comma; cartão pré-pago internacional e cheques de viagem para gastos pessoais&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Empréstimos externos para operações com prazo inferior a 365 dias&comma; para tomadas de empréstimos feitas do Brasil no exterior&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Para operações não especificadas&comma; a alíquota passou a ser de 0&comma;38&percnt; na entrada &lpar;do dinheiro no país&rpar; e 3&comma;5&percnt; na saída&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Isenção para retorno de investimentos estrangeiros diretos &lpar;que geram emprego&rpar; no Brasil&period; Saída de recursos pagava 3&comma;5&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>O decreto não tinha alterado as seguintes operações cambiais&colon;<&sol;h2>&NewLine;<p>•     Operações interbancárias&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Importação e exportação&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Ingresso e retorno de recursos de investidor estrangeiro&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Remessa de dividendos&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Juros sobre capital próprio para investidores estrangeiros&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Crédito para empresas<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Como estava<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>•     O teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral era 1&comma;88&percnt; ao ano&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     No caso de empresas do Simples Nacional&comma; a cobrança máxima obedecia ao limite de 0&comma;88&percnt; ao ano&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     As compras de cotas primárias do FIDC estavam isentas&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Como voltou a ficar<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A tomada de crédito por qualquer pessoa jurídica tinha passado a pagar mais imposto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Risco sacado continua isento&comma; porque Moraes não considerou modalidade como operação de crédito&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     O teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral volta a subir para 3&comma;38&percnt; ao ano&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Para empresas do Simples Nacional&comma; a cobrança aumenta para 1&comma;95&percnt; ao ano&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Fundo de Investimento em Direitos Creditórios &lpar;FIDC&rpar;&colon; alíquota de 0&comma;38&percnt; sobre compra de cotas primárias&comma; inclusive por bancos&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Previdência VGBL<&sol;h2>&NewLine;<p><strong>Como estava<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>•     Alíquota zero para aportes mensais de qualquer valor&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Como voltou a ficar<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>•     Isenção para aportes de até R&dollar; 300 mil ao ano &lpar;R&dollar; 25 mil por mês&rpar; até o fim de 2025 e de aportes anuais de até R&dollar; 600 mil &lpar;R&dollar; 50 mil por mês&rpar; a partir de 2026&period; Acima desse valor&comma; cobrança de 5&percnt;&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>•     Isenção para a contribuição patronal &lpar;do empregador&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Bets&comma; fintechs e investimentos incentivados<&sol;h2>&NewLine;<p>No início de junho&comma; o governo reverteu parte das elevações do IOF&comma; mas editou uma medida provisória &lpar;MP&rpar; que aumenta outros tributos&period; Embora enfrente resistências no Congresso Nacional&comma; a MP continua em vigor pelos próximos quatro meses&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>Caso a MP&comma; que não trata do IOF&comma; seja aprovada&comma; o aumento da contribuição das <em>bets<&sol;em> de 12&percnt; para 18&percnt; entrará em vigor nos próximos três meses&period; Da mesma forma&comma; a elevação de 9&percnt; para 15&percnt; da alíquota das <em>fintechs<&sol;em> &lpar;<em>startups<&sol;em> do setor financeiro&rpar; e o endurecimento das regras de compensações tributárias &lpar;ressarcimento de impostos supostamente pagos a mais&rpar; por grandes empresas&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"dnd-widget-wrapper context-cheio&lowbar;8colunas type-image">&NewLine;<div class&equals;"dnd-atom-rendered"><&excl;-- scald&equals;407851&colon;cheio&lowbar;8colunas --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- END scald&equals;407851 --><&sol;div>&NewLine;<div class&equals;"dnd-caption-wrapper">&NewLine;<p><&excl;--copyright&equals;407851--> Ministro Alexandre de Moraes provocou a quarta mudança nas alíquotas em quase dois meses&period;<strong> <&sol;strong>Foto&colon;  <strong>Bruno Peres&sol;Agência Brasil<&sol;strong><&excl;--END copyright&equals;407851--><&sol;p>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>Outras medidas de aumento de Imposto de Renda &lpar;IR&rpar; para a população mais rica só entrarão em vigor em 2026&comma; caso a MP seja aprovada&period; Estão nessa situação o fim da isenção para títulos privados incentivados &lpar;LCI&comma; LCA&comma; CRI&comma; CRA e debêntures&rpar; e a elevação de 15&percnt; para 20&percnt; do Imposto de Renda dos Juros sobre Capital Próprio &lpar;JCP&rpar;&comma; tipo de remuneração paga aos acionistas de empresa&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;economia&sol;noticia&sol;2025-07&sol;entenda-como-fica-iof-apos-decisao-de-ministro-do-stf">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

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