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Desastre de Mariana completa 10 anos e moradores ainda buscam justiça

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<p>Após uma década&comma; dor e visão dos escombros estão nítida&semi; tragédia matou 19 pessoas e deixou mais de 600 desabrigadas<&sol;p>&NewLine;<div wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"post&lowbar;image"><span class&equals;"image&lowbar;fonte">© Antonio Cruz&sol; Agência Brasil<br &sol;>&NewLine;<&sol;span><picture><source media&equals;"&lpar;max-width&colon; 799px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;11&sol;imagem-jvp-4-1-345x207&period;png"><source media&equals;"&lpar;min-width&colon; 800px&rpar;" srcset&equals;"https&colon;&sol;&sol;jpimg&period;com&period;br&sol;uploads&sol;2025&sol;11&sol;imagem-jvp-4-1-750x450&period;png"><&sol;source><&sol;source><&sol;picture><span class&equals;"image&lowbar;credits">Outras comunidades afetadas foram Paracatu de Baixo&comma; Paracatu de Cima&comma; Pedras&comma; Águas Claras e Campinas<br &sol;><&sol;span><&sol;div>&NewLine;<p><&quest;xml encoding&equals;"UTF-8"&quest;&quest;&quest;><&sol;p>&NewLine;<p>Auxiliar em um consultório odontológico&comma; Mônica Santos&comma; então com 30 anos&comma; moradora do distrito de Bento Rodrigues&comma; em<strong> Mariana &lpar;MG&rpar;<&sol;strong>&comma; saiu de casa para o trabalho naquele dia 5 de novembro perto das 6h da manhã&period; Era preciso sair cedo para chegar na hora&period; Ela não imaginava que só veria sua casa de novo 24 horas depois coberta de lama e que dez anos depois ainda lutaria por justiça&period; Mesmo passado uma década&comma; a dor e a visão dos escombros ainda estão nítidas em sua memória&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É como se estivesse tudo acontecendo agora”&comma; disse à Agência Brasil a líder comunitária&period; Atualmente&comma; Mônica está desempregada&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Naquele dia&comma; a barragem do Fundão&comma; operada pela empresa <strong>Samarco<&sol;strong>&comma; se rompeu liberando cerca de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração&period; O desastre matou 19 pessoas e deixou mais de 600 desabrigadas&period; Outras comunidades afetadas foram Paracatu de Baixo&comma; Paracatu de Cima&comma; Pedras&comma; Águas Claras e <strong>Campinas<&sol;strong>&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Casa coberta por lama<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>No caso de Mônica&comma; ela recorda que recebeu a ligação de uma prima naquela tarde&comma; avisando o que havia ocorrido&period; Desesperada&comma; buscou a mãe no trabalho e tentou ir no caminho de casa&period; Passou a tarde e a madrugada na estrada&period; O sol apontava no horizonte quando chegou a um local mais alto e conseguiu enxergar o que seria a própria casa&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Foi nesse momento que a ficha caiu&period; Eu não tinha mais nada”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na casa&comma; Mônica morava apenas com a mãe&period; Segundo ela&comma; a empresa sempre deixou muito claro que a comunidade poderia dormir tranquilamente&comma; já que a barragem era monitorada 24 horas por dia&period; Mônica lamenta que&comma; no desastre&comma; tenha perdido cinco amigos muito próximos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; ela reside no reassentamento da comunidade de Novo Bento Rodrigues&comma; entregue pela Samarco&period; Fica a cerca de 13 quilômetros da antiga comunidade&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Mas a nossa casa ainda está cheia de problemas&period; A gente não pode falar que foi entregue 100&percnt;&period; Uma vez que ainda tem casa sendo construída e ainda tem morador desabrigado que nem projeto de casa tem”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A líder comunitária diz que é preciso lutar por justiça&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Enquanto eu tiver força&comma; vou lutar para fazer com que as pessoas sejam de fato indenizadas e restituídas”&period; Ela relata que a casa entregue pela Samarco não está ainda no nome dos desabrigados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A principal esperança da líder comunitária é ver os conterrâneos reassentados em uma casa&comma; que todas as vítimas sejam indenizadas e que haja responsabilização dos envolvidos&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Se tivesse acontecido a punição&comma; não teria ocorrido a tragédia de Brumadinho &lpar;em janeiro de 2019 e que deixou 272 mortos&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<h3><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Projetos antidemocráticos”<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>Para Márcio Zonta&comma; integrante da direção nacional do Movimento pela Soberania Popular na Mineração&comma; o desastre é um reflexo de como as decisões minerárias não estão ligadas à população&period; &OpenCurlyDoubleQuote;São projetos antidemocráticos em que as empresas não levam em consideração as organizações e populações”&comma; avaliou&period; Ele entende que não há&comma; em geral&comma; um nível de reparação mínimo ao sofrimento das pessoas e que não existe um projeto nacional de mineração para o Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O Brasil tem 916 barragens&comma; sendo que 74 delas teriam maior risco de colapso e 91 estão em situação de alerta&period; O ativista entende que desastres como esse ainda podem se repetir&comma; particularmente em Minas Gerais &lpar;onde há 31 barragens&rpar;&period; &OpenCurlyDoubleQuote;É onde a Vale iniciou o que ela chama de Sistema Sul de Mineração&period; O Sistema Norte está na Amazônia e o Sistema Sul é iniciado em Itabira”&period; Zonta pondera que os episódios de Mariana e Brumadinho também representam o colapso do sistema sul de <strong>mineração da Vale&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<h3><strong>Indenizações<&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>À Agência Brasil&comma; a empresa informou que&comma; desde 2015&comma; foram destinados R&dollar; 68&comma;4 bilhões para as ações de reparação e compensação&period; Nesse valor&comma; estão R&dollar; 32&comma;1 bilhões pagos em 735 mil acordos de indenização individual&period; A empresa defende que esses recursos &OpenCurlyDoubleQuote;têm transformado a realidade econômica da bacia&comma; estimulando o comércio&comma; fortalecendo cadeias produtivas e gerando empregos”&period;<&sol;p>&NewLine;<div class&equals;"cta-model cta-model2" name&equals;"model2">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-general">&NewLine;<div class&equals;"cta-container-model2" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"container-image-text" wp&lowbar;automatic&lowbar;>&NewLine;<div class&equals;"container-img"><&sol;div>&NewLine;<p>&NewLine; <span id&equals;"cta-text" editable&equals;"true" name&equals;"Conteúdo&colon;">Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp&excl;<&sol;span>&NewLine; <&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p>O agricultor Francisco de Paula Felipe tem esperança que tudo melhore na nova moradia&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Tem dois meses que eu consegui mudar para a minha casa aqui no assentamento novo&period; A gente recebeu parte da indenização no começo&period; Parte está na Justiça ainda para ser resolvida&period; Não foi fácil a gente viver esses dez anos”&comma; disse&period; Ele espera ter saúde para encarar a vida&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Acabar de terminar de criar minhas duas filhas&comma; ver elas estudarem e conseguir tomar o rumo da vida delas”&comma; afirma&period;<&sol;p>&NewLine;<p><em>&ast;Com informações da Agência Brasil <&sol;em><&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;jovempan&period;com&period;br&sol;noticias&sol;brasil&sol;desastre-de-mariana-completa-10-anos-e-moradores-ainda-buscam-justica&period;html">Fonte&colon; 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Redação

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