<!-- WP QUADS Content Ad Plugin v. 3.0.4 -->
<div class="quads-location quads-ad1" id="quads-ad1" style="float:none;margin:0px;">

</div>
<p></p>
<div>
<p><strong>A indústria da construção civil no Brasil ocupava 2,5 milhões de pessoas em 2024 e pagava remuneração média de 2,1 salários mínimos. Eram 191 mil empresas que injetavam R$ 95,6 bilhões nos bolsos dos trabalhadores.</strong></p>
<p>Os dados fazem parte da <strong>Pesquisa Anual da Indústria da Construção</strong>, divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O levantamento traz informações de empresas de três grandes grupos de atividade: construção de edifícios (inclui residenciais, comerciais, industriais e reformas); obras de infraestrutura, como pontes, rodovias e praças; e serviços especializados para construção, que englobam pintura e instalação elétrica, por exemplo.</p>
<p>A edição de 2024 do levantamento absorveu mudanças de metodologia, de forma que o IBGE não aplica comparações com anos anteriores. A série histórica anterior era iniciada em 2007.</p>
<h2>Onde estão os empregos</h2>
<p><strong>O levantamento revela que as empresas classificadas no grupo construção de edifícios são as maiores empregadoras. Nesses empreendimentos estão 894,8 mil pessoas, o que representa 35,7% dos ocupados.</strong></p>
<p>Logo em seguida figuram as firmas de serviços especializados, com 34,4% da mão de obra do setor. Já as obras de infraestrutura empregavam 29,9% dos trabalhadores em 2024.</p>
<p><strong>Apesar de estarem no grupo com o menor número de ocupados, as empresas de obras de infraestrutura têm a maior média de funcionários por empresa: 39 pessoas.</strong></p>
<p>Nos empreendimentos destinados à construção de edifícios, o contingente médio é de 13 trabalhadores. Nos de serviços especializados, oito funcionários.</p>
<h2>Salários</h2>
<p><strong>As companhias que trabalham com obras de infraestrutura são as que pagam maiores remunerações, com média de 2,6 salários mínimos.</strong></p>
<p>As empresas de atuam na construção de edifícios pagaram 1,9 salário mínimo, à frente das de serviços especializados (1,8). Em 2024, o salário mínimo nacional era R$ 1.412.<br /> </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=465332:cheio_8colunas --></p>
<p> <!-- END scald=465332 --></div>
</div>
<h2>Valor de obra</h2>
<p>Os pesquisadores do IBGE chegaram ao valor total de incorporações, obra e serviços de construção, que alcançou R$ 522,5 bilhões em 2024.</p>
<p>Veja o valor de obra por segmento:</p>
<ul>
<li>Infraestrutura: R$ 200,9 bilhões;</li>
<li>Construção de edifícios: R$ 1989 bilhões;</li>
<li>Serviços especializados: R$ 122,8 bilhões.</li>
</ul>
<p>Com os dados sobre valor de obra, a pesquisa chegou ao RC8, indicador que aponta o tamanho do mercado abocanhado (grau de concentração) pelas oito principais empresas do setor, que ficou em 3,1%. Esse patamar indica uma indústria pouco concentrada, sem monopólios.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre a pesquisa no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil</strong></p>
<p><amp-youtube data-videoid="-ObWfjvsrz8" layout="responsive" width="1000" height="563"></amp-youtube></p>
<h2>Obras entregues</h2>
<p>A pesquisa revela os principais empreendimentos entregues no país pelo setor de construção civil em relação ao valor de obra. Confira o <em>ranking</em>:</p>
<ul>
<li>Rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras de arte especiais: 22,8%;</li>
<li>Obras residenciais: 22,2%;</li>
<li>Serviços especializados para construção: 19,2%</li>
<li>Obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos: 12,8%;</li>
<li>Edificações industriais, comerciais e outras edificações não residenciais: 10,7%;</li>
<li>Construção de outras obras de infraestrutura: 10,5%;</li>
<li>Incorporação de imóveis construídos por outras empresas: 1,9%.</li>
</ul>
<h2>Custos</h2>
<p>Sob a ótima dos custos, <strong>a mão de obra é o que mais pesa no orçamento das empresas, com 30,7% do total.</strong></p>
<p>Logo em seguida, a maior fatia ficou com o chamado &#8220;consumo intermediário&#8221;, que reúne despesas operacionais como combustíveis, manutenção, aluguéis de máquinas e serviços prestados por terceiros (excetuando materiais e empreiteiras), respondendo por 22,5%.</p>
<p>Os demais custos foram materiais de construção (22,3%), demais despesas ─ compostas por impostos, taxas, custos com terrenos, depreciação e gastos financeiros ─ (14,7%) e obras e serviços contratados a terceiros (9,7%).</p>
<h2>Contratantes de obras</h2>
<p>De acordo com o IBGE, <strong>de cada R$ 3 em valor de obra em 2024, R$ 1 foi demandado pelo setor público, ou seja, 33%, cabendo 67% à iniciativa privada.</strong></p>
<p>No caso específico das obras de infraestrutura, o setor público representa 48,2% da demanda por construção. Na atividade construção de edifícios, a participação dos governos como contratante se reduz a 22,9%. Em serviços especializados, 19,5%.</p>
<p>Para o analista do IBGE Marcelo Miranda Freire de Melo,<strong> esses dados revelam a relevância do setor público para a construção civil no país.</strong></p>
<p>“Essa demanda está muito concentrada no segmento de obras de infraestrutura, onde quase metade da demanda é feita pelo setor público. Nos outros dois segmentos, essa relevância do setor público é um pouco menor, a grande parte é o setor privado”, avalia.</p>
<p> <!-- Relacionada --></p>
<p> <!-- Relacionada -->
 </div>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/construcao-empregou-25-milhoes-e-pagou-media-de-21-salarios-minimos">Fonte: Clique aqui</a></p>


Diferença é de cerca de 16 mil votos; candidata da direita à Presidência do país…
O Bahia não só venceu, como também aplicou uma goleada em jogo de volta das…
A rede estadual de saúde na região Norte da Bahia ganhou um importante reforço neste…
Proposta obteve número de assinaturas necessárias após atacante brasileiro relatar ter sido alvo de insultos…
A tradicional camisa da Seleção Brasileira voltou ao centro do debate político e se transformou…
Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade A OAB…