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<p>Cena de guerra choca o Rio de Janeiro no dia seguinte à operação policial mais letal da história do estado; número de vítimas pode ser ainda maior do que o divulgado oficialmente</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO<br />
</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/10/design-sem-nome-17-1-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/10/design-sem-nome-17-1-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Moradores da comunidade transportam dezenas de corpos para a Praça São Lucas<br /></span></div>
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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">O saldo da operação policial mais letal da história do <strong>Rio de Janeiro</strong> pode ser drasticamente maior do que o anunciado. Após o governo estadual confirmar 64 mortes na ação de terça-feira (28), moradores do Complexo da Penha passaram a madrugada e a manhã desta quarta-feira (29) recolhendo dezenas de outros corpos em uma área de mata, elevando a contagem total da tragédia para mais de 130 vítimas.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">Durante a noite, cerca de 70 corpos foram encontrados na região da Serra da Misericórdia, onde ocorreram os confrontos mais intensos, e levados pelos próprios moradores em caminhonetes para a Praça São Lucas, no centro da comunidade.</span><span class="ng-star-inserted"> A cena, descrita como brutal e chocante, transformou o local em um velório a céu aberto, com dezenas de corpos enfileirados e cobertos por lonas e lençóis, enquanto familiares tentavam fazer o difícil reconhecimento.</span></p>
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<p id="caption-attachment-2072641" class="wp-caption-text">Moradores da comunidade transportam dezenas de corpos para a Praça São Lucas</p>
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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">Ainda não há uma confirmação oficial se essas vítimas já estavam incluídas no balanço inicial da “Operação Contenção”, que registrou 60 suspeitos e quatro policiais mortos. </span><span class="ng-star-inserted">O secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, afirmou que a corporação vai investigar a situação.</span><span class="ng-star-inserted"> No entanto, lideranças comunitárias e ativistas que acompanham o caso afirmam que os corpos encontrados na mata não faziam parte da contagem oficial, o que, se confirmado, praticamente dobraria o número de mortos.</span></p>
<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A pedido dos familiares, os corpos foram exibidos à imprensa antes de serem cobertos, como forma de denúncia e para registrar a violência da ação policial.</span><span class="ng-star-inserted"> Ativistas que atuam na região classificaram o episódio como “o maior massacre da história do Rio de Janeiro”.</span></p>
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<p class="ng-star-inserted"><span class="ng-star-inserted">A megaoperação, deflagrada para cumprir mandados de prisão contra integrantes de uma facção criminosa nos complexos da Penha e do Alemão, mobilizou cerca de 2.500 agentes e resultou em 81 prisões e na apreensão de 72 fuzis.</span><span class="ng-star-inserted"> A ação mergulhou a cidade em um cenário de caos, com vias interditadas e transportes públicos impactados.</span><span class="ng-star-inserted"> O presidente <strong>Lula</strong> convocou uma reunião de emergência para discutir a crise de segurança no Rio.</span></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/com-os-64-corpos-colocados-em-praca-publica-numero-de-mortos-na-operacao-chega-a-128.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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