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<p>Tripulação interpreta relevo em tempo real e muda forma de analisar o satélite</p>
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<p data-start="39" data-end="548">A missão Artemis 2, que levou astronautas de volta à órbita da Lua depois de mais de 50 anos, retornou à Terra na 6ª feira (10.abr.2026) e marcou uma mudança na forma de estudar o satélite. Durante o sobrevoo, a tripulação não só <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.nasa.gov/news-release/nasa-welcomes-record-setting-artemis-ii-moonfarers-back-to-earth/">registrou mais de 7.000 imagens</a>, segundo a Nasa, mas também interpretou o relevo em tempo real, descrevendo formações, ajustando o foco das observações e contribuindo diretamente para a leitura científica da superfície —algo que não ocorre em missões exclusivamente robóticas.</p>
<p data-start="550" data-end="933">A nave Orion levou um conjunto de 32 câmeras e dispositivos ópticos, entre equipamentos internos e externos, usados para registrar tanto o ambiente da cabine quanto a superfície lunar e o desempenho da própria espaçonave. As imagens não servem só como registro visual: ajudam na navegação, no monitoramento dos sistemas e na análise científica do terreno observado, segundo a <a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.nasa.gov/missions/nasa-answers-your-most-pressing-artemis-ii-questions/">Nasa</a>.</p>
<h2 data-section-id="1bcf17m" data-start="935" data-end="962">Observação direta da Lua</h2>
<p data-start="964" data-end="1372">Durante o sobrevoo da Artemis 2, os astronautas acompanharam regiões distintas da Lua sob diferentes condições de iluminação, incluindo áreas próximas ao polo sul e trechos da face oculta. O registro do chamado <em>“terminador”</em> —a linha entre luz e sombra —permite identificar com mais precisão relevos como crateras e cadeias montanhosas, além de facilitar a leitura geológica da superfície.</p>
<p data-start="1374" data-end="1829">A observação direta também trouxe elementos que não aparecem com a mesma clareza em missões robóticas. A tripulação descreveu o terreno como irregular e de difícil leitura, com áreas que mudam de aparência conforme a incidência de luz. Em alguns momentos, os astronautas chegaram a sugerir nomes para formações observadas, o que reforça o papel ativo da presença humana na interpretação dos dados, segundo reportagens do <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.theguardian.com/science/2026/apr/07/artemis-ii-lunar-flyby-blackouts-five-key-moments">The Guardian</a></em> e do <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://nypost.com/2026/04/06/us-news/artemis-ii-flys-by-moon-in-first-historic-look-at-the-lunar-dark-side/">New York Post</a></em>.</p>
<h2 data-section-id="1ncpg9m" data-start="1831" data-end="1866">Tecnologias e impacto científico</h2>
<p data-start="1868" data-end="2258">Outro ponto central da Artemis 2 foi o uso de um sistema de comunicação a laser, capaz de transmitir imagens e vídeos em alta qualidade com maior velocidade que os sistemas tradicionais de rádio. A tecnologia amplia o volume de dados enviados à Terra e é considerada estratégica para futuras missões tripuladas e possíveis bases na superfície lunar, segundo a revista <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.scientificamerican.com/article/nasas-artemis-ii-laser-communications-system-is-beaming-4k-video-from-the/">Scientific American</a></em>.</p>
<p data-start="2260" data-end="2612">Apesar do alto nível tecnológico, parte dos registros foi feita com equipamentos comerciais, como câmeras fotográficas convencionais e até modelos mais antigos de ação. O uso desses dispositivos amplia a flexibilidade da missão e permite capturar imagens sob diferentes condições, com custos menores e operação simplificada, segundo o site <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.techradar.com/cameras/action-cameras/nasa-used-a-12-year-old-gopro-to-capture-a-sight-called-the-greatest-gift-by-artemis-ii-pilot-and-it-used-one-extreme-setting-to-get-the-shot">TechRadar</a></em>.</p>
<p data-start="2614" data-end="3001">As imagens obtidas pela missão Artemis 2 incluem registros de regiões já conhecidas, mas sob novos ângulos e condições de luz, além de fenômenos como possíveis flashes associados a impactos na superfície. Ainda que não representem descobertas inéditas isoladas, os dados ampliam a compreensão do terreno lunar ao combinar visão humana com instrumentação científica, segundo o <em><a rel="nofollow" target="_blank" href="https://www.lemonde.fr/en/science/article/2026/04/08/stunning-footage-from-nasa-s-artemis-ii-mission-over-the-moon_6752226_10.html">Le Monde</a></em>.</p>
<p data-start="3003" data-end="3351">Além do registro visual, a missão também reuniu informações sobre o comportamento da tripulação em ambiente de espaço profundo, incluindo padrões de sono, exposição à radiação e respostas do organismo. Esses dados são considerados fundamentais para o planejamento de futuras missões de longa duração, como as previstas para Marte, segundo a Nasa.</p>
<p data-start="3353" data-end="3815">Entre as imagens divulgadas pela Artemis 2, destacam-se enquadramentos que mostram a Terra vista a partir da órbita lunar e fenômenos como eclipses observados do espaço, reforçando o caráter simbólico e científico da missão. A combinação entre presença humana, novos sistemas de transmissão e capacidade de observação direta marca uma mudança na forma como a Lua volta a ser estudada —agora com participação ativa de astronautas em tempo real, segundo a Nasa.</p>
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		</script></p>
<p><a href="https://www.poder360.com.br/poder-internacional/com-mais-de-7-000-imagens-artemis-2-retoma-estudo-humano-da-lua/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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