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<p>Precipitações superiores a 100 milímetros causam enchentes, deslizamentos, quedas de árvores, bloqueios de rodovias e evacuações emergenciais nas mesmas regiões de 2024</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte"> Foto: CELLO OLIVER/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/imagem-jvp-63-345x207.png"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2025/06/imagem-jvp-63-750x450.png"></source></source></picture><span class="image_credits">Ruas alagadas em vários bairros de Porto Alegre (RS), após fortes chuvas <br /></span></div>
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<p>Duas mortes e um desaparecimento foram confirmados pelas autoridades do Rio Grande do Sul, em decorrência das chuvas que atingem o Estado desde segunda-feira (16). O cenário repete o do ano passado: destruição, medo e urgência e nos mesmos municípios As <strong>precipitações </strong>superam os 100 milímetros em diversas cidades e 300 milímetros em alguns locais, provocando enchentes, deslizamentos, quedas de árvores, bloqueios de rodovias e evacuações emergenciais. Entre os rios que transbordaram estão Jaguari, Ibicuí, Vacacaí e Vacacaí Mirim. O Jacuí também superou a cota de inundação. Diversas cidades, como Canoas, voltaram a viver o temor das enchentes. Uma nova cheia do Guaíba, na região metropolitana, não está descartada.</p>
<p>Em Candelária, no Vale do Rio Pardo, uma mulher de 54 anos, identificada como Geneci da Rosa, morreu após o carro onde estava ser levado pela força da correnteza de um arroio. O marido, de 65 anos, que também estava no veículo, segue desaparecido. O corpo de Geneci foi localizado pelos bombeiros anteontem. Já na Serra Gaúcha, Mário César Trielweiler Gonçalves, de 22 anos, morreu depois que o carro em que dirigia foi arrastado pelas águas do Rio Caí – o corpo d’água atingiu ontem o nível de inundação, com 10 metros, e ainda ontem subia 14 centímetros por hora. A morte ocorreu pela manhã, na ponte que liga a Linha Sebastopol, em Caxias do Sul, ao município de Nova Petrópolis. Fragilizada desde os danos causados nas enchentes de maio de 2024, a cabeceira da estrutura teve uma parte destruída pela força do rio.</p>
<p>A ligação entre os dois municípios pela BR-116 já havia sido comprometida anteriormente. A nova cheia fez com que a base da ponte voltasse a ser atingida com intensidade, comprometendo ainda mais a estrutura e interrompendo o tráfego local. Segundo levantamento da Defesa Civil estadual, até o momento ao menos 58 municípios já registram prejuízos relacionados ao temporal. Casas alagadas, famílias desalojadas, pontes destruídas e escolas com aulas suspensas marcam o rastro de destruição provocado pela chuva constante e volumosa. Equipes de Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e das prefeituras atuam em regime de emergência, enquanto o Estado permanece em alerta máximo.</p>
<p>A força das chuvas obrigou seis municípios a acionar planos de contingência diante da elevação rápida do nível do Rio Taquari. As cidades de Bom Retiro do Sul, Taquari, Cruzeiro do Sul, Arroio do Meio, Estrela e Lajeado iniciaram ações preventivas nas últimas horas. As informações são das Defesas Civis dos Vales do Taquari e Rio Pardo. O Rio Taquari atingiu a cota de inundação de 19 metros ontem e continuava a subir 25 centímetros por hora. Em Lajeado, algumas famílias precisaram ser removidas de suas casas e deslocadas para o Parque do Imigrante. Já em Estrela uma pessoa portadora de deficiência física, usuária de cadeira de rodas, foi retirada de uma área considerada de risco. A medida visa a proteger moradores mais vulneráveis diante do risco de alagamento em áreas próximas do rio.</p>
<p>O avanço das chuvas no município de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, já afeta de forma direta a rotina de aproximadamente 100 mil pessoas. Alagamentos, bloqueios no transporte público, vias intransitáveis e prejuízos em áreas residenciais têm alterado o cotidiano da população. Segundo a Defesa Civil municipal, 430 moradores precisaram deixar as residências por causa da elevação das águas. A maioria, 352 pessoas, buscou abrigo na casa de familiares ou amigos. Outras 78 foram encaminhadas para abrigos temporários montados pela prefeitura. A MetSul Meteorologia alertou em relatório sobre a situação que o Guaíba em Porto Alegre subirá muito rapidamente até o fim semana, por causa sobretudo da vazão do Jacuí, que tem uma cheia maior, e pelos volumes altos entre Porto Alegre e Cachoeira do Sul e Rio Pardo. A mesma previsão de cheia vale para o Rio Uruguai.</p>
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<h3><b>O que diz a meteorologia</b></h3>
<p>Segundo a Metsul, pode voltar a chover forte em <strong>Porto Alegre</strong> e região metropolitana hoje. A expectativa é de que o tempo só volte à estabilidade a partir de sábado. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho, de grande perigo de fortes chuvas em áreas do Rio Grande do Sul. A previsão é de acumulado de chuva até amanhã, podendo superar 100 milímetros por dia, disse o Inmet. Conforme o instituto, há risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios e deslizamentos, em cidades com áreas de risco. O aviso abrange o noroeste rio-grandense, centro ocidental rio-grandense, sudoeste rio-grandense, região metropolitana de Porto Alegre, sudeste rio-grandense, nordeste rio-grandense e centro oriental rio-grandense.</p>
<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo </em></p>
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<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/chuvas-causam-duas-mortes-e-um-desaparecimento-no-rio-grande-do-sul.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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