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China confirma reuniões comerciais com os EUA na Coreia do Sul em meio a nova rodada diplomática

O governo da China confirmou neste domingo (10) que o vice-primeiro-ministro He Lifeng liderará uma delegação chinesa para reuniões comerciais com representantes dos Estados Unidos na Coreia do Sul.

As negociações ocorrerão nos dias 12 e 13 de maio e fazem parte das tratativas econômicas e diplomáticas entre as duas maiores economias do mundo. As informações foram divulgadas pelo Ministério do Comércio chinês em comunicado oficial.

Segundo o governo chinês, os encontros darão continuidade ao consenso construído em conversas anteriores entre autoridades dos dois países, incluindo reuniões realizadas em Busan, na Coreia do Sul, no ano passado.

A expectativa é de que os debates avancem sobre temas comerciais considerados estratégicos para Pequim e Washington, em meio às disputas tarifárias, tecnológicas e geopolíticas que marcaram os últimos anos das relações bilaterais.

O Ministério do Comércio da China informou que os diálogos terão foco em “questões econômicas e comerciais de interesse mútuo”.

As reuniões acontecem também em um momento de aproximação diplomática entre os governos do presidente Donald Trump e do presidente chinês Xi Jinping.

De acordo com informações divulgadas pela agência Reuters, Trump deverá visitar Pequim ainda nesta semana. A reportagem aponta que a Casa Branca convidou um grupo reduzido de executivos de grandes empresas americanas para acompanhar a viagem presidencial à China.

A movimentação diplomática é acompanhada com atenção pelo mercado internacional, principalmente diante das tensões comerciais envolvendo tarifas, tecnologia, semicondutores e cadeias globais de produção.

Analistas avaliam que os encontros podem abrir espaço para novos acordos econômicos e ampliar canais de diálogo entre Washington e Pequim, em um cenário de pressão global sobre comércio exterior, inflação e segurança econômica internacional.

A Coreia do Sul foi escolhida como sede das reuniões por ser considerada um ponto estratégico de interlocução na Ásia e por manter relações econômicas relevantes tanto com a China quanto com os Estados Unidos.

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