Categories: Política

CCJ do Senado adia análise de novo Código Eleitoral

<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;<p>O projeto de lei complementar que unifica todas as leis que tratam de eleições em uma única legislação&comma; com quase 900 artigos&comma; teve a leitura adiada nesta quarta-feira &lpar;2&rpar;&comma; a pedido dos senadores da Comissão de Constituição e Justiça &lpar;CCJ&rpar;&comma; para terem mais tempo para analisar o tema&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A leitura do <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;camara&period;leg&period;br&sol;proposicoesWeb&sol;prop&lowbar;mostrarintegra&quest;codteor&equals;2050061&amp&semi;filename&equals;PLP&percnt;20112&sol;2021" target&equals;"&lowbar;blank">PLP 112&comma; de 2021<&sol;a>&comma; foi adiada para o dia 7 de maio&comma; após a realização de três audiências públicas&comma; com a votação na CCJ prevista para o dia 14 de maio&period; <strong>Para valer nas eleições de 2026&comma; o projeto deve ser aprovado até outubro&period;<&sol;strong> <&sol;p>&NewLine;<p>O PLP unifica sete legislações eleitorais e trata de temas como&colon;<&sol;p>&NewLine;<ul>&NewLine;<li>participação feminina na política&semi; <&sol;li>&NewLine;<li>fiscalização das urnas eletrônicas&semi; <&sol;li>&NewLine;<li>prazo de 8 anos de inelegibilidade da Lei de Ficha Limpa&semi; <&sol;li>&NewLine;<li>uso de fake news e disparo de mensagens em massa&semi; <&sol;li>&NewLine;<li>quarentena para militares&comma; magistrados e policiais se candidatarem&semi; <&sol;li>&NewLine;<li>propaganda eleitoral na internet&semi;<&sol;li>&NewLine;<li>prestação de contas&comma; entre outros assuntos&period;<&sol;li>&NewLine;<&sol;ul>&NewLine;<h2>Mulheres<&sol;h2>&NewLine;<p>O relator da matéria&comma; senador Marcelo Castro &lpar;MDB&sol;PI&rpar;&comma; apresentou nesta quarta-feira uma complementação de voto fixando cota para mulheres nas casas legislativas a 20&percnt;&comma; no mínimo&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Mantivemos a obrigatoriedade da reserva de candidaturas no art&period; 145&comma; mas estabelecemos que&comma; no período de 20 anos após a edição da lei que ora se pretende aprovar&comma; durante o qual vigorará a reserva de vagas&comma; os partidos não serão penalizados com o indeferimento da chapa caso não consigam preencher o percentual mínimo de candidaturas&comma; desde que as vagas remanescentes fiquem vazias”&comma; defende Marcelo Castro em seu relatório&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p><strong>A complementação do voto define ainda que&comma; a cada duas eleições gerais&comma; será avaliada a reserva de vagas para mulheres<&sol;strong>&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;com o fim se verificar a efetividade da política de ação afirmativa e a necessidade de aumento do percentual de vagas reservadas para mulheres”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A senadora Augusta Brito &lpar;PT&sol;CE&rpar; disse que é preciso estudar se as mudanças representam&comma; ou não&comma; um retrocesso&period; <&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;No momento&comma; ainda tenho dúvidas se o que está no relatório não é um retrocesso em relação à participação feminina&comma; ou se é um avanço”&comma; comentou&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h2>Urnas e fake news<&sol;h2>&NewLine;<p>O projeto de lei estabelece que compete ao Tribunal Superior Eleitoral &lpar;TSE&rpar; disciplinar as etapas para a votação&comma; garantindo o direito de fiscalização &OpenCurlyDoubleQuote;aos partidos políticos&comma; às coligações&comma; aos candidatos&comma; ao Ministério Público&comma; à Ordem dos Advogados do Brasil&comma; à Defensoria Pública e à sociedade civil organizada que se fizerem presentes ou representados”&period; <strong>Prevê também a participação das Forças Armadas na fiscalização&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O título III do projeto estabelece os crimes de divulgação de fatos inverídicos&comma; as chamadas fake news&comma; com prisão de 1 a 4 anos&comma; mais multa&comma; aos candidatos que divulgarem ou compartilharem &OpenCurlyDoubleQuote;fatos sabendo ou devendo saber serem inverídicos”&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>A proposta ainda proíbe o disparo em massa de conteúdos nas plataformas digitais&period;<&sol;strong> &OpenCurlyDoubleQuote;A utilização de disparos em massa para divulgar posicionamento pessoal ou conteúdo político-eleitoral não constitui livre manifestação democrática”&comma; define a proposta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O projeto&comma; no entanto&comma; permite o impulsionamento para divulgação de candidatos a partir do início do ano eleitoral &OpenCurlyDoubleQuote;com valor limitado a 10&percnt; do limite de gastos do cargo pretendido”&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Quarentena e inelegibilidade <&sol;h2>&NewLine;<p><strong>O projeto ainda disciplina o prazo para agentes públicos deixarem suas funções para se candidatarem<&sol;strong>&comma; fixando em 2 de abril do ano da eleição para ministros de Estado&comma; governadores e prefeitos&comma; entre outros cargos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No caso de magistrados ou membros do Ministério Público&comma; policiais federais e civis e militares&comma; tanto da União como dos estados&comma; o prazo da quarentena é fixado em 4 anos antes da eleição que pretende concorrer&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A proposta ainda fixa o prazo máximo de inelegibilidade para cargos políticos em 8 anos&comma; o que inclui aqueles condenados com base na Lei da Ficha Limpa&period; <&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Em quaisquer das hipóteses previstas neste artigo&comma; a inelegibilidade não ultrapassará o prazo de 8 &lpar;oito&rpar; anos”&comma; define o texto&period; <strong>Atualmente&comma; o prazo varia de acordo com decisão do Poder Judiciário&period;<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Ouça  na Radioagência Nacional&colon;<&sol;p>&NewLine;<p> <&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada --><&sol;p>&NewLine;<p> <&excl;-- Relacionada -->&NewLine; <&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;agenciabrasil&period;ebc&period;com&period;br&sol;politica&sol;noticia&sol;2025-04&sol;ccj-do-senado-adia-analise-de-novo-codigo-eleitoral">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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