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<p>Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, são réus no processo que julga a morte da criança</p>
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<div class="post_image"><span class="image_fonte">Tomaz Silva/Agência Brasil</span><picture><source media="(max-width: 799px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/06/toms0960-345x207.jpg"><source media="(min-width: 800px)" srcset="https://jpimg.com.br/uploads/2026/06/toms0960-750x450.jpg"></source></source></picture><span class="image_credits">À época, Jairinho era vereador, eleito no quinto mandato<br /></span></div>
<p><?xml encoding="UTF-8"???></p>
<p>O julgamento do caso Henry, no 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, <strong>entrou no oitavo dia seguido nesta segunda-feira (1º)</strong>. Desta forma, a sessão se torna a mais longa do Tribunal do Júri no estado do Rio, superando a da deputada federal cassada Flordelis.</p>
<p>Em novembro de 2022, a <strong>ex-parlamentar foi condenada a mais de 50 anos de prisão pelo assassinato do ex-marido, o pastor Anderson do Carmo</strong>.</p>
<p>Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros da Costa e Silva, são <strong>réus no processo que julga a morte do filho dela, Henry Borel, aos 4 anos, em março de 2021</strong>.</p>
<p>À época, Jairinho era vereador, eleito no quinto mandato. Ele era padrasto de Henry. Segundo a acusação do Ministério Público, a <strong>criança morreu após agressões de Jairinho, e Monique teria se omitido</strong>.</p>
<h2>Perito do IML</h2>
<p>Até o começo da tarde desta segunda-feira, prestava depoimento o perito Leonardo Huber Tauil, indicado pela defesa de Jairo. <strong>Foi Tauil quem assinou o laudo cadavérico do menino</strong>, no Instituto Médico Legal (IML). O perito é o 21º a ser ouvido pelos jurados.</p>
<p>Ele reafirmou que a morte foi causada por “hemorragia interna resultada de lesão hepática por ação contundente”. Além do laudo inicial, ele participou de seis complementações, e<strong> chegou a ir ao apartamento onde o menino teria sido agredido</strong>.</p>
<p>Tauil sustentou que, ao vistoriar o local, n<strong>ão encontrou nenhum móvel</strong> que poderia ter causado a lesão fatal em Henry. A primeira versão do casal Jairinho e Monique era de que o menino tinha tropeçado e caído da cama.</p>
<p>Tauil respondeu também sobre questões apontadas pela defesa no laudo cadavérico, entre elas o fato de o hospital de origem do corpo estar errado e o menino ter olhos castanhos, em vez de azuis. <strong>O perito alegou que foram lapsos</strong>.</p>
<p>Durante o depoimento,<strong> foram mostradas imagens do corpo de Henry</strong>. Neste momento, Monique Medeiros deixou o plenário. Ela também tinha deixado o ambiente na última sexta-feira (29), quando falava outro perito, Luiz Carlos Leal Prestes. Na ocasião, também eram exibidas imagens do corpo.</p>
<h2>Outros testemunhos</h2>
<p>Desde a última segunda-feira (25), foram ouvidas testemunhas chamadas pelo juízo, pela acusação e pelas defesas de Monique e Jairinho – que atualmente se <strong>posicionam de forma diferente</strong>.</p>
<p>O pai de Henry, Leniel Borel, <strong>atua na assistência da acusação e depôs como testemunha contra o ex-casal</strong>. Na visão dele, Monique também é responsável pela morte do menino.</p>
<p>Duas ex-namoradas de Jairinho e a filha de uma delas afirmaram ao júri que o ex-vereador <strong>agrediu os respectivos filhos quando eram crianças</strong>. O engenheiro Bryan Medeiros da Costa Silva, irmão de Monique, fez uma <strong>descrição afetuosa da irmã e do convívio familiar</strong>.</p>
<p>Um dos depoimentos mais esperados era o da babá de Henry, Thayná de Oliveira Ferreira. <strong>Ela confirmou que avisou a mãe da criança sobre suspeitas de agressões por parte de Jairinho</strong>. Ela afirmou que após a morte, foi orientada por Monique a apagar troca de mensagens entre as duas.</p>
<p>Das 27 testemunhas arroladas inicialmente, quatro foram liberadas. Jairinho dispensou o psiquiatra Hewdy Lobo Ribeiro e a assessora Cristiane Izidoro. O pai dele, Coronel Jairo, político no Rio de Janeiro, foi ouvido.</p>
<p>Além de Tauil, <strong>será ouvido ainda o médico Jeferson Evangelista Correa</strong>, assistente técnico da defesa.</p>
<h2>Réus devem ser ouvidos na terça-feira</h2>
<p>A expectativa de advogados envolvidos no julgamento é que a parte de depoimento das testemunhas termine ainda nesta segunda-feira, e que a terça-feira (2) seja reservada para os depoimentos dos dois acusados.</p>
<p>A defesa de Jairinho conseguiu uma decisão liminar para que o ex-vereador seja ouvido depois de Monique. Para os advogados do ex-parlamentar, essa ordem de depoimento é “indispensável para garantir a plenitude de defesa, permitindo que Jairo tenha conhecimento prévio das acusações que lhe serão dirigidas em juízo”.</p>
<p>A defesa de Monique diz que ela está <strong>preparada para depor a qualquer momento.</strong></p>
<p>Os advogados devem expor suas defesas na quarta-feira (3), e a sentença é esperada para a passagem de quarta-feira para quinta-feira (4), dia de Corpus Christi, feriado no Rio de Janeiro.</p>
<h2>Conselho de Sentença</h2>
<p>Desde o início do júri, o Conselho de Sentença, formado por sete jurados (neste julgamento, cinco homens e duas mulheres), <strong>acompanha initerruptamente as sessões</strong>. Nos momentos de intervalo, são obrigados a se manter no tribunal, não podem conversar entre si nem com terceiros sobre o caso, assim como ficam afastados de redes sociais e noticiário.</p>
<p>Durante o pernoite, eles ficam sob vigilância. No Tribunal de Justiça do Rio há uma espécie de alojamento para eles. As<strong> testemunhas não precisam ficar confinadas no júri</strong>, mas a juíza as orientou a não conceder entrevistas.</p>
<p>O<strong> júri é presidido pela magistrada Elizabeth Machado Louro</strong>. O destino dos réus é decidido pelo voto sigiloso dos jurados, por maioria simples. Cabe a juíza a dosimetria (tamanho da pena) nos casos em que há condenação.</p>
<h2>Veja as testemunhas já ouvidas pelo júri:</h2>
<ul>
<li>Delegado Edson Damasceno</li>
<li>Delegada Ana Carolina Medeiros</li>
<li>Psiquiatra Rafael Bernardon Ribeiro</li>
<li>Médica Maria Cristina de Souza</li>
<li>Kaylane de Oliveira – filha de ex-namorada do réu</li>
<li>Natasha de Oliveira – ex-namorada do réu</li>
<li>Débora de Oliveira – ex-namorada do réu</li>
<li>Leila Rosângela de Souza Mattos – empregada dos réus</li>
<li>Tereza Cristina dos Santos – cabeleireira</li>
<li>Paloma dos Santos – manicure</li>
<li>Perito Luiz Carlos Leal Prestes</li>
<li>Perito Luiz Airton Saavedra</li>
<li>Leniel Borel</li>
<li>Irmão de Monique – Bryan Medeiros</li>
<li>Colega de trabalho de Monique – Ari Mamed</li>
<li>Funcionária do condomínio onde os réus moravam – Márcia Eduarda Vieira</li>
<li>Babá de Henry – Thayná de Oliveira Ferreira</li>
<li>Coronel Jairo, pai de Jairinho</li>
<li>Atual mulher de Jairinho – Fernanda Abdul Figueiredo</li>
<li>Miriam Santos Rebelo Costa – que teve um relacionamento com Leniel</li>
</ul></div>
<p><a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/caso-henry-borel-juri-chega-ao-oitavo-dia-e-e-o-mais-longo-do-rio-de-janeiro.html">Fonte: Clique aqui</a></p>


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