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Bronquiolite acende alerta para bebês no inverno

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;4 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div>&NewLine;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;&Tab;<span class&equals;"span-reading-time rt-reading-time" style&equals;"display&colon; block&semi;"><span class&equals;"rt-label rt-prefix">Tempo de Leitura&colon; <&sol;span> <span class&equals;"rt-time"> 3<&sol;span> <span class&equals;"rt-label rt-postfix">minutos<&sol;span><&sol;span><&sol;p>&NewLine;<p>Um nariz escorrendo&comma; tosse leve e irritação podem parecer apenas sintomas de um resfriado comum&period; No entanto&comma; em alguns bebês&comma; o quadro evolui rapidamente para dificuldade respiratória&comma; chiado no peito e recusa das mamadas&period; É nesse momento que muitos pais se deparam com a bronquiolite&comma; uma das doenças respiratórias que mais preocupam pediatras durante os meses mais frios do ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A <a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;b&sol;bronquiolite" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener">bronquiolite viral aguda<&sol;a> é uma inflamação dos bronquíolos&comma; pequenas vias aéreas dos pulmões&comma; que afeta principalmente crianças menores de dois anos&comma; especialmente bebês com menos de seis meses&period; O principal causador da doença é o<a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;assuntos&sol;saude-de-a-a-z&sol;v&sol;vsr" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener"> Vírus Sincicial Respiratório &lpar;VSR&rpar;<&sol;a>&comma; responsável por até 80&percnt; dos casos&comma; segundo o Ministério da Saúde&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com a chegada do inverno e o aumento da circulação de vírus respiratórios&comma; hospitais e emergências pediátricas registram crescimento significativo na procura por atendimento&period; A enfermidade atinge mais de um terço dos bebês nos dois primeiros anos de vida e pode levar até 10&percnt; deles à hospitalização&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Vírus respiratórios aumentam circulação no inverno<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>De acordo com dados do Ministério da Saúde&comma; o Brasil registrou 120&period;176 casos de<a rel&equals;"nofollow" target&equals;"&lowbar;blank" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;gov&period;br&sol;saude&sol;pt-br&sol;centrais-de-conteudo&sol;publicacoes&sol;guias-e-manuais&sol;2025&sol;guia-de-orientacoes-para-profissionais-de-saude-srag&period;pdf" target&equals;"&lowbar;blank" rel&equals;"noopener"> Síndrome Respiratória Aguda Grave &lpar;SRAG&rpar;<&sol;a> por vírus respiratórios em 2025&period; Desse total&comma; 43&period;946 tiveram relação com o VSR&period; Além disso&comma; mais de 36 mil hospitalizações ocorreram entre crianças menores de dois anos&comma; faixa etária considerada a mais vulnerável às complicações da bronquiolite&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a pediatra neonatologista Mirla Amorim&comma; do Hospital Mater Dei Emec&comma; em Feira de Santana&comma; a anatomia das vias respiratórias dos bebês favorece a rápida evolução da doença&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;A maior preocupação é que os bronquíolos dos bebês são muito estreitos&period; Quando ocorre inflamação e aumento da produção de secreção&comma; a passagem do ar fica comprometida com muita rapidez”<&sol;strong>&comma; explica&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<p>A especialista destaca ainda que a progressão do quadro costuma surpreender muitas famílias&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Muitas vezes o bebê inicia apenas com sintomas parecidos com os de um resfriado comum&period; Em 24 ou 48 horas pode surgir desconforto respiratório importante&comma; exigindo avaliação médica imediata”<&sol;strong>&comma; alerta&period;<&sol;p>&NewLine;<figure id&equals;"attachment&lowbar;11006" aria-describedby&equals;"caption-attachment-11006" style&equals;"width&colon; 300px" class&equals;"wp-caption alignnone"><figcaption id&equals;"caption-attachment-11006" class&equals;"wp-caption-text">Imagem&colon; Magnific<&sol;figcaption><&sol;figure>&NewLine;<h4><strong>Grupos mais vulneráveis exigem atenção redobrada<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Embora qualquer bebê possa desenvolver bronquiolite&comma; algumas crianças apresentam maior risco de complicações&period; Entre elas estão prematuros&comma; recém-nascidos&comma; pacientes com cardiopatias congênitas&comma; doenças pulmonares crônicas ou imunidade comprometida&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;Esse público possui uma reserva respiratória menor e pode apresentar piora clínica de forma mais rápida&period; Por isso&comma; qualquer sinal de dificuldade respiratória deve ser valorizado pelos pais e avaliado por um profissional de saúde”<&sol;strong>&comma; orienta Mirla Amorim&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Dificuldade para respirar é principal sinal de alerta<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Os especialistas orientam os pais a observar atentamente o padrão respiratório da criança&period; Respiração acelerada&comma; afundamento das costelas&comma; gemência&comma; chiado no peito&comma; lábios arroxeados e dificuldade para se alimentar são sinais que exigem avaliação médica&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>&OpenCurlyDoubleQuote;A recusa das mamadas costuma ser um dos primeiros indícios de que o bebê não está conseguindo respirar adequadamente&period; Ele fica cansado para sugar e respirar ao mesmo tempo”<&sol;strong>&comma; destaca a médica&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outro fator que preocupa é a desidratação&period; Como o bebê respira mais rápido e reduz a ingestão de líquidos&comma; pode ocorrer perda de peso e necessidade de suporte hospitalar&period;<&sol;p>&NewLine;<h4><strong>Tratamento é baseado em suporte clínico<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Ao contrário do que muitos pais imaginam&comma; antibióticos não costumam fazer parte do tratamento da bronquiolite&comma; já que a doença tem origem viral&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O manejo inclui hidratação adequada&comma; lavagem nasal frequente e monitoramento da oxigenação&period; Nos casos mais graves&comma; a criança pode precisar de internação e suporte com oxigênio&period;<&sol;p>&NewLine;<blockquote>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>O principal tratamento é garantir que o bebê consiga respirar e se hidratar adequadamente&period; Por isso&comma; a avaliação médica é fundamental para definir se o acompanhamento pode ser feito em casa ou se há necessidade de internação”<&sol;strong>&comma; explica Mirla&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;blockquote>&NewLine;<h4><strong>Novas estratégias ajudam a reduzir internações<&sol;strong><&sol;h4>&NewLine;<p>Além das medidas preventivas tradicionais&comma; como higienização frequente das mãos&comma; evitar contato de recém-nascidos com pessoas gripadas e reduzir a exposição a ambientes fechados e aglomerados&comma; o Brasil ampliou recentemente as estratégias de proteção contra o VSR&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os resultados já começam a aparecer&period; Dados do Ministério da Saúde apontam queda de 52&percnt; nas internações por SRAG associada ao VSR entre crianças menores de dois anos&comma; na comparação com 2023&period; Os óbitos relacionados ao vírus também apresentaram redução de 63&percnt; no período&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para Mirla Amorim&comma; a principal recomendação continua sendo a observação cuidadosa dos sintomas respiratórios&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;<strong>Quando falamos de bebês menores de um ano&comma; especialmente nos primeiros seis meses de vida&comma; observar a qualidade da respiração é tão importante quanto medir a temperatura&period; Em caso de dúvida&comma; a avaliação médica precoce pode fazer toda a diferença&period;”<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Por isso&comma; reconhecer rapidamente os sinais de alerta é fundamental para evitar complicações e garantir uma recuperação mais segura durante a temporada de maior circulação dos vírus respiratórios&period;<&sol;p>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;comsaudebahia&period;com&period;br&sol;bronquiolite-acende-alerta-para-bebes-no-inverno&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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