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Baixa no desemprego tem relação com pessoas que pararam de procurar vaga, diz estudo

&NewLine;<&excl;-- WP QUADS Content Ad Plugin v&period; 3&period;0&period;2 -->&NewLine;<div class&equals;"quads-location quads-ad1" id&equals;"quads-ad1" style&equals;"float&colon;none&semi;margin&colon;0px&semi;">&NewLine;&NewLine;<&sol;div>&NewLine;<p><&sol;p>&NewLine;<div >&NewLine;<p>Mesmo com alguns aumentos recentes&comma; a taxa de desocupação no Brasil está atualmente nos menores níveis desde 2015&comma; antes de as grandes recessões daquele ano&comma; e depois da pandemia da Covid-19 fazê-la subir e ficar persistentemente acima dos 10&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sem os efeitos causados pela pandemia&comma; porém&comma; que têm feito milhões de brasileiros desistirem de trabalhar&comma; o nível do desemprego estaria bem mais alto do que o dado oficial está mostrando&period;<&sol;p>&NewLine;<p>É o que indica um levantamento feito por pesquisadores do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas &lpar;Ibre&sol;FGV&rpar; com base no histórico de dados oficiais de mercado de trabalho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &lpar;IBGE&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><iframe class&equals;"flourish-embed-iframe" style&equals;"width&colon; 100&percnt;&semi;height&colon; 600px" title&equals;"Interactive or visual content" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;flo&period;uri&period;sh&sol;visualisation&sol;14107171&sol;embed" frameborder&equals;"0" scrolling&equals;"no"><&sol;iframe><&sol;p>&NewLine;<div style&equals;"width&colon; 100&percnt;&excl;&semi;margin-top&colon; 4px&excl;important&semi;text-align&colon; right&excl;important"><a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" class&equals;"flourish-credit" style&equals;"text-decoration&colon; none&excl;important" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;public&period;flourish&period;studio&sol;visualisation&sol;14107171&sol;&quest;utm&lowbar;source&equals;embed&amp&semi;utm&lowbar;campaign&equals;visualisation&sol;14107171"> <&sol;a><&sol;div>&NewLine;<p>Em abril&comma; a taxa oficial de desemprego do país ficou em 8&comma;5&percnt;&comma; no menor nível para o mês desde 2015&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entretanto&comma; se todas as pessoas que deixaram o mercado nos últimos anos tivessem continuado trabalhando ou procurando emprego&comma; essa taxa estaria entre 11&comma;4&percnt; e 12&comma;1&percnt;&comma; de acordo com a pesquisa da FGV&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Isto acontece porque&comma; desde 2020&comma; quando a pandemia do novo coronavírus explodiu no Brasil e no mundo&comma; a participação de brasileiros na força de trabalho teve quedas bruscas e&comma; mesmo depois de alguma recuperação&comma; segue ainda abaixo dos níveis históricos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No dado mais recente&comma; em abril&comma; essa taxa de participação estava em 61&comma;4&percnt; — o que significa que 61&comma;4&percnt; dos brasileiros em idade para trabalhar &lpar;com mais de 14 anos&comma; pela metodologia do IBGE&rpar; estavam trabalhando ou procurando emprego&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Antes da pandemia&comma; essa proporção chegou a passar dos 63&percnt;&period; A diferença representa aproximadamente entre 3 milhões e 4 milhões de jovens&comma; adultos e idosos brasileiros que pararam de trabalhar depois de 2020 e ainda não voltaram&period;<&sol;p>&NewLine;<p><iframe class&equals;"flourish-embed-iframe" style&equals;"width&colon; 100&percnt;&semi;height&colon; 600px" title&equals;"Interactive or visual content" data-src&equals;"https&colon;&sol;&sol;flo&period;uri&period;sh&sol;visualisation&sol;14107301&sol;embed" frameborder&equals;"0" scrolling&equals;"no"><&sol;iframe><&sol;p>&NewLine;<div style&equals;"width&colon; 100&percnt;&excl;&semi;margin-top&colon; 4px&excl;important&semi;text-align&colon; right&excl;important"><a rel&equals;"nofollow noopener" target&equals;"&lowbar;blank" class&equals;"flourish-credit" style&equals;"text-decoration&colon; none&excl;important" href&equals;"https&colon;&sol;&sol;public&period;flourish&period;studio&sol;visualisation&sol;14107301&sol;&quest;utm&lowbar;source&equals;embed&amp&semi;utm&lowbar;campaign&equals;visualisation&sol;14107301"><img style&equals;"width&colon; 105px&excl;important&semi;height&colon; 16px&excl;important&semi;border&colon; none&excl;important&semi;margin&colon; 0&excl;important" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;public&period;flourish&period;studio&sol;resources&sol;made&lowbar;with&lowbar;flourish&period;svg"&sol;> <&sol;a><&sol;div>&NewLine;<p>O que o estudo da FGV fez foi simular qual seria a taxa de desemprego caso esse contingente tivesse continuado procurando emprego e&comma; portanto&comma; aumentando a concorrência pelos postos disponíveis&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em abril&comma; eram 107&comma;1 milhões dessas pessoas no mercado de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No primeiro cenário&comma; os pesquisadores simularam qual seria a taxa de desemprego caso o nível de ocupação tivesse se mantido no mesmo nível registrado imediatamente antes da pandemia&comma; que foi de 63&comma;4&percnt; em fevereiro de 2020&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Neste caso&comma; o Brasil teria hoje 110&comma;5 milhões de pessoas buscando trabalho &lpar;em vez dos atuais 107&comma;1 milhões&rpar; e a taxa de desemprego seria de 11&comma;4&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No segundo cenário&comma; os cálculos estimaram qual seria o tamanho desse contingente caso ele tivesse continuado crescendo no mesmo ritmo com que vinha crescendo em 2019&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Neste cenário&comma; seriam hoje 111&comma;5 milhões de brasileiros buscando trabalho&comma; e a taxa de desocupação subiria até 12&comma;1&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<aside class&equals;"read&lowbar;&lowbar;too"> <&sol;aside>&NewLine;<p>A taxa de desemprego é calculada pelo IBGE considerando todas as pessoas que estão sem emprego e procurando um&comma; em proporção à toda população trabalhando ou procurando trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Pessoas que não estão trabalhando&comma; mas que também não estão procurando&comma; não são consideradas desempregadas e não entram na conta&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Isso significa que&comma; se mais pessoas desistem de procurar emprego&comma; a taxa de desemprego também cai — e não necessariamente apenas quando aumenta o número de vagas oferecidas e preenchidas ou de autônomos e informais exercendo a sua atividade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Como houve uma redução muito grande na força de trabalho&comma; de pessoas que pararam de procurar trabalho&comma; o que temos hoje é uma taxa de desemprego artificialmente mais baixa”&comma; diz o economista do Ibre Fernando de Holanda Barbosa Filho&comma; um dos autores do estudo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Com os dados que temos&comma; não dá para fazer um juízo de valor&comma; dizer que isso é bom ou ruim&period; Mas o que sabemos é que ter 8&comma;5&percnt; de desemprego hoje não é a mesma coisa que 8&comma;5&percnt; de desemprego há cinco anos&period; Não é um mercado de trabalho em ritmo alucinado&comma; com a economia bombando&comma; com muita gente trabalhando”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além de Barbosa&comma; também assinam a pesquisa os economistas da FGV Fernando Veloso&comma; Janaína Feijó e Paulo Peruchetti&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Menos pobres trabalhando<&sol;h2>&NewLine;<p>Como outros economistas e estudos já têm notado&comma; o novo estudo da FGV também verifica que essa redução na força de trabalho tem se dado com maior força entre as pessoas de baixa renda&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Esse fenômeno tem sustentado a análise de que os fortes reajustes promovidos no Bolsa Família — que&comma; desde o fim do ano passado&comma; ainda como Auxílio Brasil&comma; passou a pagar R&dollar; 600 — podem estar influenciando a situação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com Barbosa&comma; as saídas do mercado de trabalho têm sido maiores entre as pessoas com salário abaixo de R&dollar; 1&period;300&comma; ou com renda familiar per capita de R&dollar; 325 a R&dollar; 600&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É bem o grupo que ganha as transferências”&comma; aponta o economista da FGV&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele destaca também o fato de que o número de pessoas no mercado de trabalho voltou a cair em setembro do ano passado&comma; pouco depois de o Auxílio Brasil ser aumentado de R&dollar; 400 para R&dollar; 600&comma; às vésperas das eleições&comma; pelo então governo de Jair Bolsonaro &lpar;PL&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Pode ser que o Bolsa Família mais alto esteja desestimulando as pessoas a trabalharem ou pode ser que o novo valor esteja permitindo que o jovem que trabalhava e estudava passe a poder só estudar”&comma; diz&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Com os dados que temos não dá para saber o real impacto das transferências&comma; mas acende um alerta”&period;<&sol;p>&NewLine;<section class&equals;"bottom&lowbar;&lowbar;share">&NewLine;<p> Compartilhe&colon;<&sol;p>&NewLine;<&sol;section>&NewLine;<aside> <&sol;aside>&NewLine;<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;www&period;cnnbrasil&period;com&period;br&sol;economia&sol;macroeconomia&sol;baixa-no-desemprego-tem-relacao-com-pessoas-que-pararam-de-procurar-vaga-diz-estudo&sol;">Fonte&colon; Clique aqui<&sol;a><&sol;p>&NewLine;&NewLine;

Redação

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