Anac sinaliza maior volume mensal desde 2000; 1º quadrimestre também é recorde, com 33,7 mi de passageiros em voos domésticos
A aviação brasileira transportou 8.006.624 passageiros em voos domésticos durante abril de 2026. Segundo o Ministério do Turismo, o volume representa o maior número já registrado em um único mês desde o início da série histórica da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), em 2000. A agência divulgou os dados nesta 4ª feira (20.mai.2026).
O 1º quadrimestre de 2026 também bateu recorde. Os voos domésticos transportaram 33.735.228 passageiros de janeiro a abril. Segundo a nota, o país nunca havia ultrapassado a marca de 33 milhões de passageiros nesse período.
Os 8.006.624 passageiros em voos domésticos de abril de 2026 representam aumento de 1,1% em relação a abril de 2025, quando 7.917.698 pessoas viajaram pelo país. No acumulado de janeiro a abril, o crescimento foi de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2025, que registrou 31.663.888 passageiros.
Os voos internacionais também apresentaram expansão. Abril de 2026 contabilizou 2.224.730 passageiros, crescimento de 4,2% sobre os 2.133.788 de abril de 2025. O 1º quadrimestre de 2026 registrou 10.574.548 passageiros internacionais, aumento de 11% em relação aos 9.504.350 do mesmo período de 2025.
A soma de voos domésticos e internacionais totalizou 10.231.354 passageiros em abril de 2026, crescimento de 1,7% sobre os 10.051.486 de abril de 2025.
O 1º quadrimestre de 2026 alcançou 44.309.776 passageiros, aumento de 7,6% comparado aos 41.168.238 do mesmo período de 2025.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, atribuiu o desempenho histórico do setor às políticas públicas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando a atividade como uma “engrenagem vital para a economia do país”. Segundo o ministro, o crescimento impulsiona diretamente o desenvolvimento regional e o comércio.
“Não estamos falando apenas de estatística, mas de milhões de conexões que impulsionam o comércio, a hotelaria, o lazer e o desenvolvimento regional em todo o país, gerando mais renda e emprego”, afirmou Feliciano.

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