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<p>A falta de eficiência do <strong>Bahia</strong> no último terço do campo tem sido novamente tema de discussões em entrevistas coletivas pós-jogos da equipe. Durante a análise do empate contra o Santos, o auxiliar técnico Charles Hembert voltou a bater na tecla da falta de letalidade ofensiva. </p>
<p>Para a comissão técnica liderada por Rogério Ceni, o time tem cumprido o papel de criar volume e chances claras, mas a incapacidade de “matar” os confrontos quando está em vantagem técnica tem gerado um desgaste desnecessário e prejuízo dentro das partidas.</p>
<p>Hembert destacou que o padrão de começar as partidas pressionando o adversário no campo de ataque tem sido recorrente, como visto nos duelos recentes contra Palmeiras, Flamengo e o próprio Santos. No entanto, o auxiliar técnico alertou que a frequência que o time tem em desperdiçar oportunidades gera uma frustração coletiva que acaba refletindo no comportamento defensivo da equipe, abrindo espaços para contra-ataques fatais dos oponentes.</p>
<p>Leia mais: Willian José vê ponto ganho como ‘valioso’ e foca em trabalho para voltar a vencer</p>
<h2 class="wp-block-heading">Frustração e desequilíbrio por chances perdidas</h2>
<p>Um dos pontos da análise de Hembert foi a correlação entre o ataque ineficiente e as falhas na fase defensiva.</p>
<p>Segundo ele, quando o Bahia não converte o domínio em gols, o time tende a se desorganizar emocionalmente. O profissional entende que isso ficou evidente no final do primeiro tempo contra o Santos, quando as linhas se abriram e os jogadores deixaram de “atacar marcando”, resultando em espaços que culminaram nos lances de pênalti para o adversário.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente começa os jogos criando oportunidades de gol. (Temos dificuldades para) Empurrar para dentro do gol, dificuldade para finalizar em gols essas jogadas. <strong>Você não mata na hora que está forte no jogo, depois é mais difícil gerenciar os outros momentos do jogo. Sofremos gols assim, mas conseguimos empatar. Precisamos ser mais letais</strong>”.</p>
</blockquote>
<h2 class="wp-block-heading">O desafio do Bahia é manter a intensidade, diz Hembert</h2>
<p>Hembert afirma também que a intensidade demonstrada em jogos grandes é o caminho a ser seguido, mas a eficácia no momento da conclusão precisa acompanhar o volume de criação de chances.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Tem também a frustração por não fazer o gol, que aconteceu na parte final do primeiro tempo (contra o Santos), ficando com linhas mais abertas. <strong>A gente começa os jogos no campo de ataque, criando oportunidades de gol, e a gente deixou de atacar marcando</strong>”.</p>
</blockquote>
<p>O Bahia terá uma semana cheia para treinamentos no CT pensando no jogo de domingo (3), contra o São Paulo, no interior paulista.</p>
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<p><a href="https://www.ecbahia.com/brasileiro/auxiliar-cobra-eficiencia-do-bahia/">Fonte: Clique aqui</a></p>


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